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*****Hoje é dia do nutricionista*****Glória Maria como nunca se viu
Por Mariana Kalil
Alertas soaram, advertências se fizeram ouvir. “Você vai entrevistar a Glória Maria? Prepare-se: ela tem o temperamento forte”. Uma rápida busca no Google mostra-se insuficiente. No campo de pesquisa, o nome Glória Maria nada oferece de novo sobre a jornalista, que prefere não revelar a idade.
No site da Wikipédia, a enciclopédia livre da internet, aparecem algumas definições sobre ela. A primeira é que nasceu Glória Maria Matta da Silva em 15 de agosto de 1949. Teria, então, 59 anos. A informação sobre a idade coincide com o boletim médico revelado em 2006, quando Glória foi internada com pancreatite, no Rio. Em sites mais factuais, pipocam notícias sobre sua saída da linha de frente do Fantástico, após uma década no comando do programa, para uma temporada de dois anos sabáticos. Há oito meses longe da televisão, o fato é que Glória Maria tem aproveitado – e muito – uma outra vida que não a de jornalista. Semana passada, esteve em Porto Alegre como embaixatriz da Femama (Federação Brasileira de Instituições Filantrópicas de Apoio à Saúde da Mama) para ajudar na conscientização das mulheres sobre a importância do diagnóstico precoce do câncer de mama. Só no Brasil, 10 mil mulheres morrem por ano da doença. Cinco novos casos são diagnosticados por hora. Segundo o Instituto Nacional do Câncer, o problema deverá atingir mais de 49 mil mulheres no país até o fim de 2008. São dados preocupantes. E Glória Maria resolveu abraçar a causa. O relógio de rua marca cinco horas da tarde de uma quarta-feira, e ela está sentada na recepção do Hotel Sheraton Porto Alegre. De pernas cruzadas, na ponta do sofá, veste blusa de seda verde-bandeira, sapatos de verniz de plataforma e uma justa calça jeans. Está elegantíssima. As marteladas na cabeça não cessam: “Ela não é fácil, tem o temperamento forte e blábláblá”. Glória Maria levanta a cabeça para ver quem se aproxima. Sorri. Faz sinal que está falando no celular. Coloca a mão no bocal e desculpa-se, simpática: – Você vai bem? Falamos já já, Estou terminando uma entrevista. Onde estará aquela Glória Maria temível que tanto alardearam? Passam-se cinco minutos. Ela desliga o telefone e se aproxima. – Como vai? Muito prazer. E aí, vamos lá? Tem início, então, uma conversa franca que se estenderia por quase uma hora – sempre acompanhada de risadas, reflexões e um olhar bastante sincero da jornalista. Ela começa divulgando sua causa. – Fiquei feliz de ser embaixatriz dessa campanha, sabia? Fui escolhida em função da imagem saudável que passo. Você tem noção da importância da mamografia para o diagnóstico precoce do câncer de mama? Eu já fazia duas por ano. Depois de ver esses dados, pretendo me submeter ao exame de três em três meses. Paranóia? – Sou meio paranóica, sim. Sempre fui. Tenho pavor de ficar doente. Tenho medo de morrer, né? ZH – Tem? Glória Maria – Tenho. Não queria morrer, não. Se pudesse escolher, ficaria viva para sempre. Viver é energia. E eu tenho muita energia. ZH – Você sempre se preocupou com a saúde? Glória – Desde pequena. E não me pergunte por quê. Sempre fui assim. Fumava até dois maços e meio de cigarro por dia. Uma bela tarde, abri a bolsa, vi aqueles maços e pensei: “Vem cá, estou fumando papel, nicotina, botando tudo isso para dentro do meu corpo... O que estou fazendo comigo?”. Joguei tudo fora. Nunca mais fumei. O garçom do restaurante se aproxima. Pergunta se ela quer beber algo. “Uma água”?, ele sugere. “Não”, Glória responde. “Quero só um expresso. E duplo, por favor”. ZH – Você bebe? Glória – Eu bebia um champanha de vez em quando. Um dia me disseram: “Olha, champanha tem bolinha, e bolinha dá celulite”. Eu disse: “O quê??”. Parei de beber champanha. Refrigerante eu não bebo nunca. A única coisa que me permito é tomar café, porque também sou filha de Deus. Glória vive em um amplo apartamento no Leblon, todo de decoração clean, luxuoso, mas sem ostentação. Na cozinha, grande parte de um dos armários serve para guardar caixas e mais caixas de cápsulas que ela compra ao redor do mundo. ZH - O que contêm as dezenas de cápsulas que você toma diariamente? Glória - (Ri, toma um gole de café e suspira) Elas servem para tudo. Agora mesmo, estive na Síria, Jordânia, Líbano, Marrocos e no Egito. Sempre que viajo, procuro farmácias naturais e pergunto: “O que você tem para flacidez? O que você tem para celulite? O que você tem para rugas? O que você tem para a memória? O que você tem para dar energia?”. E aí eu compro tudo que existe e vou tomando. ZH – Tudo junto? Glória – É. Eu não elimino uma cápsula pela outra. Eu vou acrescentando. Mas é tudo natural. Bom, pretensamente natural – à base de ervas, de frutas... Não tomo nada de alopatia. Tomo basicamente cápsulas de homeopatia e fitoterapia. Fui acrescentando essas cápsulas ao longo da minha vida. Por cada país onde passei (Glória tem 14 passaportes carimbados), fui descobrindo uma coisinha nova. ZH – Quando acabam as cápsulas da China, por exemplo, como repõe? Volta para comprar? Glória – Estou sempre viajando. Então, normalmente, volto e compro. Mas se não tenho a oportunidade de voltar, encontro uma cápsula substituta em outro país. É por isso que, em vez de diminuir o número de cápsulas, eu só aumento. ZH – Quantas cápsulas você trouxe desta última viagem? Glória – Uma mala, sem mentira. Trouxe uma mala só de pílulas. Eu tomo mais de cem pílulas por dia. Mas olha, não recomendo isso a ninguém. Porque é aquele negócio: faz bem para mim, não sei quanto aos outros. Ah, outra coisa: eu tiro a gelatina. Tomo só o pozinho. Dizem que a gelatina não é legal. Ninguém dá a Glória Maria a idade que ela tem. Possui uma energia incrível, um corpo bem-delineado, cabelos brilhantes, pele aveludada. É provável que esconda outros segredos de beleza. ZH – Além de tomar todas essas pílulas, o que mais você faz? Glória – Ioga, pilates e caminhadas diárias. Agora estou com um personal trainer, mas é algo inédito. Nunca tive personal, nunca freqüentei academia de ginástica. Na pele, faço peeling de cristal a cada seis meses. ZH – Botox, plástica... Glória – Nunca fiz nada disso. Uso muito cremes, isso sim. Muuuitos cremes! Na verdade, nem sei mais para que eles servem (risos). Na Jordânia, visitei o Mar Morto e comprei todos os cremes do Mar Morto que você pode imaginar: esfoliante, hidratante, sabonete, para tirar rugas, para tirar flacidez, para firmar a pele, para tirar mancha... Se funciona ou não, não sei. Mas eu uso. ZH – Envelhecer assusta? Glória – Não. Eu me preocupo, sim, em envelhecer bem. O que me apavora é não ter energia. É desesperador, me dá pânico. Mas envelhecer, não. É a lei da vida. Todo mundo nasce, cresce, envelhece e morre. Eu lido com isso numa boa. Minha família é longeva. Tive uma avó que morreu com 104 anos. Minha mãe está bacana, inteira.Então, essa preocupação estética não tenho. Tenho medo é de perder minha energia. ZH – Com tanta energia, dá tempo de ter mau humor? Glória - (Pensa) Eu não gosto de mentira. Isso me deixa de mau humor. A falta de energia e a doença também. Mas, olha, dificilmente eu sou mal-humorada. Claro, quando eu brigo com o namorado, é terrível. Aí, sim o mau humor pega. Quando acabo uma relação, o meu humor fica péssimo. Taí, a falta de amor me deixa de mau humor. ZH – Pelo seu bom humor, você deve estar namorando. Glória – Estou, mas não vou dizer quem é. ZH – Ao mesmo tempo em que é jornalista, você também é uma celebridade. Sua vida é muito invadida? Glória – Eu aprendi a lidar com isso. Moro no Leblon, em frente à praia. A vida inteira eu fui à praia, sou rata de praia. Agora, não vou mais. Está cheio de paparazzi – e o que acontece? No outro dia, meu bumbum está na internet. É muita exposição. Praia é um lugar para relaxar. Se não dá, melhor não ir. ZH – Isso incomoda? Glória – É chato. É um preço alto que não gosto de pagar. Se quero ir à praia, vou fora do Brasil. Daí faço o que quero. Adoro fazer topless. Aqui não posso. No dia seguinte, estou na capa das revistas. Muito se publicou sobre a saída de Glória Maria do Fantástico. Ela chegou a ser apontada como uma das causas do baixo ibope do programa, acusada de mau relacionamento com os colegas. A versão oficial da emissora e da jornalista é outra, bem menos rocambolesca. “Gostaríamos de reiterar que em qualquer pesquisa realizada sobre o Fantástico jamais houve críticas desfavoráveis à apresentadora Glória Maria. Ao contrário e mais ainda, a Central de Atendimento ao Telespectador recebe continuamente mensagens de carinho pela profissional e admiração por seu trabalho”, foi um dos trechos do comunicado oficial divulgado pela emissora. ZH – Depois de 30 anos de carreira e 10 à frente do Fantástico, você pediu licença da Globo para dois anos sabáticos. Em que fase da vida você está? Glória – Estou na fase do... (pensa) ... aproveitamento não é a palavra... Estou na fase do prazer, sabe? Trabalho desde os 16 anos sem parar. Trabalhei como poucas pessoas trabalharam na vida. Vim de uma família muito pobre, que sempre passou para mim o conceito de liberdade. Tive uma avó que só não foi escrava porque a mãe dela foi beneficiada pela Lei do Ventre Livre. Então, o que a minha família me passou foi esse conceito muito claro de liberdade: “Não tem que casar, não tem que ter filho. Você tem é que lutar para ser livre”. ZH – O Fantástico aprisionava você? Glória – Muita gente não entendeu, todo mundo se surpreendeu com a minha saída do programa (ela é contratada da Globo até 2012). Quem deixa um programa como o Fantástico? Todo mundo quer! Mas a minha história é essa: eu nunca tive nada. Então, se eu nunca tive nada, eu nada tive. O Fantástico nunca foi meu. E entre ficar triste apresentando um programa e feliz sem esse programa, eu preferi ser feliz. É isso que as pessoas não entendem. Durante os 10 anos em que apresentei o Fantástico, estava ali por inteiro. Tive orgulho e prazer com meu trabalho. Só que, nos últimos anos, estava sentindo minha vida roubada. ZH – Você planeja o futuro ou vive o presente? Glória – Vivo o presente. Agora, estou focada em finalizar meu livro e gravar meu disco. O que vou fazer quando acabarem esses dois anos e eu tiver que voltar a trabalhar, não sei. A única coisa que sei é que não repito nada. Nunca fiz nada pela segunda vez. Sempre vivi um momento novo, sempre dei um passo à frente. A única certeza que tenho é a de que não quero voltar para o Fantástico ou para o Jornal Nacional. O meu desafio e o da Globo será descobrir alguma coisa nova. E que me dê prazer. ZH – De que tratam o livro e o CD? Glória – O livro já estou finalizando, mas só quero lançar em 2009. Vou contar sobre minha trajetória, baseada nas emoções que vivi, nas coisas e lugares que conheci, em tudo o que experimentei. Sobre o disco, quero brincar de cantar o que gosto: samba, rock, bossa nova. Não pretendo ser uma cantora profissional, não quero que pensem que desejo me tornar uma Gal Costa ou uma Ella Fitzgerald. Glória Maria é a caçula de duas filhas. Teve uma infância pobre, sem regalia. A projeção que alcançou com mais de quatro décadas de trabalho não fez dela uma mulher afetada. Gosta das coisas boas, mas conserva a simplicidade herdada dos pais. Fonte: Jornal Zero Hora - Postado por: Winglitton Rocha Barros- China às 00h28 [ ] [ envie esta mensagem ]
- Postado por: Winglitton Rocha Barros- China às 10h39 [ ] [ envie esta mensagem ] ATLETISMO | ||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||||
Aparelho bloqueia ligações de celular Um aparelho nos Estados Unidos promete criar "espaços de silêncio" em locais públicos, bloqueando chamadas para celular em um determinado espaço. O objetivo do Portable Universal Cell Phone Jammer é ajudar as pessoas que se incomodam com pessoas falando ao telefone.
O sistema bloqueia o funcionamento dos celulares em uma área de 8 a 10 metros. Entre as sugestões de uso estão salas de reunião e de aulas, bibliotecas, tribunais, cinemas e casas de espetáculo. Entretanto, o usuário deve selecionar bem os seus alvos, já que a bateria dura apenas uma hora e trinta minutos. O preço também é um tanto salgado: US$ 246 (R$ 400). O site Ohgizmo nota que o aparelho é bem grande --similar a de um iPhone, mas pode valer a pena em razão do comportamento dos usuários de celular. "Eu não entendo como por que tantos deles sentem que precisam falar tão alto", diz a página. Fonte: Folha Online - Postado por: Winglitton Rocha Barros- China às 22h44 [ ] [ envie esta mensagem ] Tire suas dúvidas sobre portabilidade numérica no BrasilPor Cintia Baio
Confira, a seguir, as respostas para as principais dúvidas sobre portabilidade numérica no Brasil:
O que é a portabilidade numérica?De acordo com a Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações), a portabilidade numérica é a possibilidade de o usuário mudar de operadora, móvel ou fixa, sem precisar trocar seu número telefônico. Com ela, o número deixa de pertencer a uma operadora ou a endereço original. Empresas e usuários que utilizam o número para trabalho, por exemplo, não precisarão mais ficar presos à operadora apenas para não perdê-lo. Todas as cidades terão portabilidade numérica?De acordo com o cronograma da Anatel, a portabilidade numérica estará disponível em todo o Brasil até março de 2009
Em que circunstâncias posso mudar de operadora e manter o mesmo número? — No Brasil, trocar de operadora mantendo o mesmo número só será possível quando a mudança ocorrer entre operadoras que ofereçam o mesmo serviço (de fixo para fixo e de móvel para móvel, nunca de fixo para móvel, por exemplo) — Na telefonia fixa, a portabilidade só acontecerá em uma mesma área local. Ou seja, só será possível a troca de operadoras na mesma cidade ou localidade com continuidade urbana —mudar para outro estado e levar o número junto, por exemplo, será impossível. — Na telefonia móvel, a portabilidade se aplica quando o usuário trocar de prestadora em uma mesma área de registro (DDD) ou trocar de plano de serviço na própria operadora. Posso mudar de uma operadora fixa para uma móvel e continuar com o mesmo número? Não. O tipo de portabilidade numérica adotado pelo Brasil só permite que a troca seja feita entre operadoras do mesmo ramo, ou seja, fixo/fixo, móvel/móvel. Qual será o procedimento para trocar de prestadora de serviço e continuar com o mesmo número?O procedimento é simples: basta ir até a nova operadora, informar que você deseja manter o número antigo e passar seus dados pessoais para cadastro. A transferência ocorre entre as prestadoras sem a necessidade de o usuário procurar a operadora de origem. Quantas vezes posso mudar de operadora? É possível mudar de prestadora de serviço mantendo o mesmo número quantas vezes o cliente desejar. No entanto, caso os dados do usuário estejam incorretos ou incompletos ou já exista outra solicitação de troca de operadora em andamento, o pedido poderá ser recusado pela operadora. Mudar de operadora e manter o mesmo número trará algum custo para o usuário?Segundo a Anatel, as operadoras que receberão os novos clientes podem cobrar, no máximo, R$ 4 pela migração. Antes, especulava-se que o valor seria em torno de R$ 10. Também se estuda a possibilidade da operadora subsidiar os custos para usuários que tragam uma receita maior para a empresa. As operadoras Claro, Oi, Vivo, Sercomtel e Telefônica, que já afirmaram que não cobrarão taxa de transferência para qualquer tipo de cliente (pré ou pós-pago). A operadora fixa ou móvel de origem pode impor alguma regra que proíba a mudança? Teoricamente não. Mas o usuário precisará ficar atento às regras contratuais impostas no momento de adquirir um plano ou aparelho. Caso o contrato determine um período de carência que o usuário deverá permanecer na operadora, poderá pagar multa rescisória se mudar de prestadora antes do prazo estipulado. Em quanto tempo acontece a mudança? Até março de 2009, as operadoras têm até 5 dias úteis para fazer a migração solicitada pelo cliente. Após essa data, o prazo será reduzido para até 3 dias úteis. Se o cliente se arrepender da troca, poderá pedir o cancelamento da portabilidade em um prazo de 2 dias úteis. Posso migrar para outra operadora mesmo estando inadimplente com minha atual prestadora? Sim. No entanto, as operadoras de telefonia móvel poderão impor restrições ao novo usuário. Por exemplo, se você está inadimplente na Vivo e decida mudar para a TIM, a segunda operadora terá o direito de te oferecer apenas um plano pré-pago, por exemplo. No caso de telefonia fixa, a migração ocorre normalmente. Fonte: UOL - Postado por: Winglitton Rocha Barros- China às 22h38 [ ] [ envie esta mensagem ] População brasileira chega a 189,6 milhões de habitantes, estima IBGEPor Cristiane Ribeiro
Os 5.565 municípios brasileiros têm atualmente 189,6 milhões de habitantes e a capital paulista é a mais populosa, com 10,9 milhões de pessoas. É o que mostra a pesquisa Estimativas Populacionais 2008, divulgada hoje (29) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
O estudo indica que no segundo lugar do ranking dos municípios mais populosos do país aparece o Rio de Janeiro, com 6,1 milhões de habitantes, e, em seguida, Salvador, com 2,9 milhões. Belo Horizonte, que no ano 2000 ocupava o quarto lugar, agora está na sexta posição. A capital mineira foi ultrapassada pelo Distrito Federal, que neste ano atingiu uma população de 2,5 milhões de pessoas. Fortaleza manteve nos últimos oito anos o quinto lugar na lista. A pesquisa mostra que, na outra ponta, está o município de Borá, em São Paulo, que continua com a menor população do país, estimada em 834 habitantes, apenas 39 a mais do que em 2000. Dentre os cinco municípios brasileiros com menos de mil habitantes em 2000, somente Borá e a cidade mineira de Serra da Saudade (com 889 habitantes) continuaram nessa posição em 2008. A pesquisa divulgada hoje inclui o novo município de Nazária (PI). De acordo com o IBGE, para os novos resultados populacionais foi utilizada uma metodologia que conciliou os dados do censo com os componentes demográficos, o que permitiu avaliar e até corrigir informações sobre o volume e a composição da população por sexo e idade. Os dados foram divulgados na edição de hoje do Diário Oficial da União. Segundo o IBGE, as prefeituras têm 20 dias, a contar da publicação, para reclamar das informações contidas no estudo. Depois desse prazo, o IBGE tem até o dia 31 de outubro para encaminhar as estimativas ao Tribunal de Contas da União (TCU). Fonte: Agência Brasil
- Postado por: Winglitton Rocha Barros- China às 21h03 [ ] [ envie esta mensagem ] QUASE TODOS OS DIAS COMEMORAMOS O DIA DE ALGUM EVENTO IMPORTANTE, A PARTIR DE HOJE COLOCAREI O QUE EU SOUBER, POR EXEMPLO: HOJE É O DIA NACIONAL DE COMBATE AO FUMO.
- Postado por: Winglitton Rocha Barros- China às 19h39 [ ] [ envie esta mensagem ] Surfe movimenta R$ 5 bi no país
- Postado por: Winglitton Rocha Barros- China às 18h28 [ ] [ envie esta mensagem ] Pequim 2008- Os jogos mais vistos da História
Foto: Reuters Expressivo número de delegações inscritas, inúmeras quebras de recordes e transmissões via internet para o mundo inteiro. Esses foram alguns dos fatores que transformaram os Jogos Olímpicos de Pequim no mais visto da história. Fonte: Máquina do Esporte - Postado por: Winglitton Rocha Barros- China às 12h35 [ ] [ envie esta mensagem ] RECOMPENSA A equipe da cantora Rita Lee oferece R$10 mil a quem fornecer informações que levem aos instrumentos musicais, cenários e figurinos roubados no último domingo (24/08).
Rita Lee mantém agenda de shows Entenda o caso: Os equipamentos, cenários e figurinos da cantora Rita Lee foram roubados no último domingo após o motorista do caminhão que transportava os equipamentos ter sido rendido e agredido por homens que chegaram em duas motos e um carro modelo tempra, na altura do quilômetro 21 da rodovia Raposo Tavares.
- Postado por: Winglitton Rocha Barros- China às 09h42 [ ] [ envie esta mensagem ]
- Postado por: Winglitton Rocha Barros- China às 20h55 [ ] [ envie esta mensagem ]
- Postado por: Winglitton Rocha Barros- China às 11h35 [ ] [ envie esta mensagem ] Medalhas olímpicas custam 60,5 milhões cada à União A delegação brasileira voltou de Pequim, sede dos Jogos Olímpicos de 2008, com 15 medalhas "milionárias" na bagagem. Cada subida ao pódio custou - entre repasses diretos do Governo, projetos do Ministério do Esporte e patrocínio de estatais - R$ 60,5 milhões aos cofres públicos. Fonte: Máquina do Esporte - Postado por: Winglitton Rocha Barros- China às 17h19 [ ] [ envie esta mensagem ] Política José Sarney- Uma aula de história, civilidade e democracia brasileira. Estive hoje na sabatina que o jornal Folha de São Paulo promoveu no teatro do shopping Higienópolis, em São Paulo, e que teve como convidado o Ex- presidente, José Sarney. O senador com toda a sabedoria que adquiriu em seus 50 anos de vida pública, fez uma análise de todo o período pré e pós- ditadura militar, analisou o momento atual brasileiro e disse que é contra a punição aos torturadores da ditadura. "Não há razão para que devemos renascer com o assunto. Evidente que isso não cura quem foi torturado. Mas o processo político da anistia fez parte da transição", disse Sarney, opondo-se a revisão da lei. Durante duas horas, o ex-presidente respondeu aos questionamentos dos entrevistadores e da platéia. Sarney foi sabatinado pelos colunistas da Folha Clóvis Rossi e Mônica Bergamo, pelo editor de Brasil, Fernando de Barros e Silva, e pela editora do "Painel", Renata Lo Prete. José Sarney iniciou sua vida pública como jornalista, "quem me levou à política foi o jornalismo", comentou. Em 1956 elegeu-se deputado federal, em 1965 tornou-se governador do Maranhão. Em 1971, assumiu uma vaga no Senado, de onde saiu em 85 para ser presidente. Após deixar a Presidência, Sarney voltou ao Senado, agora eleito (e reeleito duas vezes) pelo PMDB do Amapá. Sobre a divisão do Maranhão, Sarney foi pontual: Se os maranhenses assim quiserem respeitarei, mas não gostaria que a terra que amo fosse dividida. Questionado sobre a sua eleição para a Academia Brasileira de Letras (ABL), o senador afirmou que foi uma das maiores felicidades que já teve em sua vida, "Meu destino foi à política. Mas a minha paixão é a literatura", ao lembrar que já possui cerca de 60 romances publicados. Ao final, o ex-presidente ressaltou que Ferreira Gullar é, hoje, o maior poeta do Brasil, em sua opinião.
Que aula de história! Que aula de política! - Postado por: Winglitton Rocha Barros- China às 16h24 [ ] [ envie esta mensagem ] VÔLEI
A ESTRUTURA CAMPEÃ OLÍMPICA É um hotel cheio de estrelas: Giba, Paula Pequeno, André Nascimento, Mari, Gustavo, Bernardinho, Zé Roberto Guimarães. Situado numa estreita faixa de terra espremida entre a Praia de Jaconé e a Lagoa de Saquarema, a 125 quilômetros do Rio, ali se concentram as seleções masculina e feminina antes de grandes competições. Durante quatro semanas, entre maio e junho, o lugar serviu de plataforma de lançamento para a corrida pelo ouro em Pequim, com treinos em tempo integral, numa dura rotina amenizada pela geografia, entre mar, lagos e montanhas. "É o spa do vôlei", diz a líbero Fabi. "A rotina aqui é espartana, um troço de samurai, justamente para chegar a esse nível que atingimos", conta Paulo Marcio Costa, gerente de seleções da Confederação Brasileira de Vôlei. "Mas é um lugar para que eles se sintam bem e não fiquem aborrecidos por estar fora de casa." Nem campo de concentração nem espaço para relaxamento. Com um quê de hotel- fazenda e pousada de balneário, o centro de treinamento espraia- se por uma área de 108 000 metros quadrados. Tem quatro ginásios com piso emborrachado, alojamentos para 170 pessoas, duas quadras de areia, duas de tênis, um campo de futebol society, piscina, restaurante, heliponto e um aprazível lago de 400 000 litros, por onde passeiam tartarugas e tainhas. "Em 1979, nossos técnicos foram ao Japão e voltaram maravilhados", diz o presidente da confederação, Ary Graça. "Hoje nosso centro é o sonho dos japoneses." A idéia de construir um local com esse formato vem desde 1997. A partir de então, começou a busca por um terreno amplo e bem localizado até a CBV se decidir pela área onde funcionava a colônia de férias da Braslight, o fundo de pensão da Light. Depois de três anos de obras, ao custo de 5,5 milhões de reais, para erguer as quatro quadras cobertas e reformar os módulos, principalmente os alojamentos, o centro foi inaugurado em agosto de 2003. Tudo está adaptado para gente grande. E põe grande nisso – a média de altura da seleção de novos é de 2,02 metros. Os chuveiros foram instalados a 2,5 metros do chão – quando o normal é ficar a 2,1 metros. As camas medem 2,2 metros – 30 centímetros a mais que o convencional. Mas é na academia de ginástica que fica mais evidente a discrepância dessa terra de gigantes. "Construímos tudo aqui, pois tivemos de modificar o tamanho dos aparelhos e das baterias de peso, que normalmente são feitos para fitness", explica o preparador físico José Inácio Salles, chefe da delegação masculina e uma espécie de Professor Pardal do vôlei. Os equipamentos são uma história à parte e justificam o pomposo nome: Centro de Desenvolvimento de Voleibol. Para o treinamento de quadra, Salles bolou, com a ajuda da Coordenação dos Programas de Pós- Graduação de Engenharia da UFRJ (Coppe), as mãozinhas metálicas que funcionam como bloqueio. Seu xodó é o canhão de saque, outra traquitana com tecnologia made in Saquarema. Há inventos ainda mais esmerados, como o aparelho digital eletromiográfico, capaz de medir a reação muscular a um estímulo, desenvolvido em parceria com a Universidade de Illinois, nos Estados Unidos. O dia- a- dia dos atletas é semelhante ao de soldado no batalhão. Acordam em torno de 7 horas, tomam café- da- manhã, treinam, almoçam, treinam, lancham, treinam novamente e jantam. Há dois intervalos de descanso: antes do almoço e à noite. Recém- chegado de Moscou, onde joga, o ponta Giba matou a saudade da praia logo no primeiro dia. "Lembro disso aqui no começo, quando a água quente e a TV a cabo falhavam", recorda. Não há uma cartilha de comportamento. As delegações que chegam estelares ou não, são recebidas com uma palestra no anfiteatro – além das equipes principais, quatro seleções de base costumam utilizar o centro. Não pega bem falar ao celular durante as refeições. A preferência é por usar sempre o uniforme, exceto nas folgas. Uma vez por semana, cada grupo no seu dia, eles e elas organizam um churrasco. Com certas restrições no cardápio. Nada de batata frita nem de maionese, e a lingüiça é de frango. A farra carnívora dos homens é marcada estrategicamente para a noitinha de quarta-feira, pois assim emenda com o futebol na TV. O controle alimentar é austero, mas nada a ver com tempero insosso ou a inapetente comida de hospital. "Me vê um cheeseburger com bastante ketchup e maionese", brinca o levantador Marcelinho ao ver a nutricionista Cristina Caldas, concessionária do restaurante, que funciona em sistema de bufê. Em toda refeição há de seis a oito tipos de salada, arroz integral e branco, uma massa, duas opções de carne, legumes e feijão. Sem falar de uma geladeira com picolés. O cardápio foi montado com certa flexibilidade para pedidos pessoais. Afinal, vários atletas atuam no exterior e chegam ao Brasil famintos pela comida da casa de vó. André Nascimento desembarca da Itália querendo carne moída, feijão, purê e ovos estrelados. Dante era um problema: não comia salada. "No início, ouvi muita reclamação", lembra Isabella Toledo, nutricionista da CBV responsável por todas as seleções. Ao começar as pré-temporadas, ela faz uma avaliação nutricional e antropométrica e, com base nas informações, prescreve uma dieta para cada jogador. No restaurante, as equipes se misturam. "Almoçamos e jantamos juntas, e cada uma já sabe seu lugar certo na mesa", diz a meio-de-rede Walewska. "Depois, é a hora da fofoca." O momento de lazer geral é após o jantar. Eles se dividem em mesas de carteado para jogar pôquer (Rodrigão, Nalbert, Bruno, Lucas, Éder, Dante) ou truco (Marcelinho, Anderson e Gustavo). Elas pegam o violão e fazem uma roda, com Sassá ao instrumento e a contribuição vocal de Mari, Paula Pequeno, Fabi e quem mais chegar. "Sou eclética. Vou desde jazz e bossa nova até pagode", afirma Paula. Nada que afete o sossego monástico do local. As moças da seleção principal se hospedam nas quinze suítes triplas voltadas para o lado da praia – por ser um terreno rebaixado, não há vista para o mar. Os quartos dos homens ficam na parte de trás do imóvel. No alojamento principal, as escadas funcionam como pontos de encontro, seja para cantar, papear ou navegar pela internet com seus laptops – passatempo preferido das duas turmas. O ponta Dante e o meio-de-rede Rodrigão gostam de pescar no laguinho. Fazem questão de dizer que se trata de uma atividade ecologicamente correta. "A gente sempre devolve os peixes para a água", explica Rodrigão. Apesar de parecer um hotel-fazenda, não há muita bajulação aos hóspedes. Cada jogador ganha um cesto para pôr a roupa suja, que eles mesmos levam à lavanderia. A regra vale para todos. Os próprios treinadores dividem quarto com seus auxiliares. "Quando se fala em performance de alto nível, aqui há muita agilidade", afirma José Roberto Guimarães, técnico da seleção feminina. Ou seja: se é preciso realizar um treinamento de madrugada para adaptação ao fuso horário, sem problema. Ah, sim. A relação de José Roberto com o técnico da seleção masculina, Bernardinho Resende, é mesmo fria. Vira e mexe um se interpõe no caminho do outro e trocam apenas cumprimentos protocolares.
O condomínio do vôlei 1- Portaria de acesso Fonte: Veja Rio - Postado por: Winglitton Rocha Barros- China às 19h36 [ ] [ envie esta mensagem ] Considerações finais sobre os Jogos de Pequim: Torci muito pela seleção masculina de vôlei, mas os norte- americanos estão em um melhor momento. Não se sabe os reais motivos da saída de Ricardinho da seleção. Mas que Bernardinho errou em não dar mais uma chance ao craque é notório. Perdeu Bernardinho, perdeu o vôlei e perdeu o Brasil. Craque é craque e faz falta na hora "H". E agora, o que vai acontecer no vôlei masculino do Brasil? Muda o técnico? Foi um fim de uma era ou só a hora de um recomeço? Justa a vitória dos EUA no basquete. E após oito anos eles voltam a imperar no basquetebol mundial vencendo os espanhóis na partida final por 118 a 107. Eles são os melhores indiscutivelmente. - Postado por: Winglitton Rocha Barros- China às 16h09 [ ] [ envie esta mensagem ] ADEUS PEQUIM Hoje o mundo esportivo está mais triste. Acabaram os Jogos Olímpicos de Pequim. Agora é hora de comemorar, quem tem o que comemorar. Quem tem objetivo em participar de uma próxima olimpíada, que refaça os conceitos com relação ao que é nível olímpico. Vimos nessa olimpíada que "um segundo" faz diferença em esporte de alto nível, portanto, deve-se trabalhar muito para conseguir chegar ou pelo menos diminuir a distância entre nós brasileiros e os europeus, principalmente. Falo em relação a todas as modalidades. O vôlei feminino comprovou que é hoje, a melhor equipe do mundo; Cesar Cielo consagrou-se como o nadador mais rápido nos 50 metros rasos; Maurren Higa Maggi é a nossa maior estrela no salto em distância. 3 medalhas de ouro, 4 de prata e 8 de bronze, 15 no total, em um país que possui quase 190 milhões de pessoas. Que Falta de política esportiva! Conseguimos ficar atrás de países como Ucrânia, Jamaica, Quênia e Etiópia. No quadro geral de medalhas ficamos em vigésimo terceiro lugar. A nossa melhor colocação em uma olimpíada foi em 1920, na Antuérpia, Bélgica, quando ficamos em décimo quinto lugar. Nessa olimpíada conquistamos o mesmo número de medalhas(15) que havíamos conquistado em Atlanta, em 1996, ou seja, no geral não evoluímos. Por quê não evoluímos? Quando vamos evoluir? Não há tanta verba disponível para o esporte? Ou R$1,8 bilhão liberados em 2007 e R$ 1,3 bilhão de reais injetados em 2008 para o esporte de alto rendimento não são mais que suficientes para dar condições de treinamento e cobrir gastos dos atletas que recebem em média R$ 2.000,00 (dois mil reais por mês) para vestirem e representarem as nossas seleções nacionais? Cobrar dos dirigentes é um direito do atleta. Cobrar não é brigar, mas exigir melhores condições de treinamento às pessoas que estão lá para fazer isso e que recebem verba para aplicar em treinamento, em melhoria técnica e consequentemente em melhores resultados para a modalidade. Precisamos mudar a nossa mentalidade de que tudo é assim, que está bom e que não vai mudar. Nós precisamos mudar a nossa atitude, a nossa maneira de reclamar, de exigir. Se acharmos sempre que não podemos fazer nada, então é melhor desistir ou continuar indo para participar da maior festa esportiva mundial como coadjuvantes.
Festa de encerramento das olimpíadas de Pequim Foto:AFP Até Londres. - Postado por: Winglitton Rocha Barros- China às 12h57 [ ] [ envie esta mensagem ] PEQUIM- 2008 HANDEBOL
COM TÍTULO INÉDITO NO HANDEBOL, FRANÇA ENCERRA OS JOGOS DE PEQUIM Confirmando o seu favoritismo a França venceu facilmente a equipe da Islândia por 28 a 23 e conquistou o título tão cobiçado dos jogos olímpicos de Pequim. Na terceira colocação ficaram os espanhóis, ao vencerem os croatas por 35 a 29. O handebol encerrou os jogos de Pequim.
França, campeã olímpica merecidamente Foto: Philippe Huguen/ AFP - Postado por: Winglitton Rocha Barros- China às 11h34 [ ] [ envie esta mensagem ] PEQUIM 2008- TAEKWONDO
CUBANO AGRIDE JUIZ APÓS SER DESCLASSIFICADO DE LUTA Com o protetor de cabeça na mão, o cubano Angel Valodia Matos girou o corpo, apoiou a perna direita no chão e, num belo golpe, lançou o pé esquerdo na cabeça do... juiz.
Foto: Reuters A cena inesperada no fim da luta ilustra o desespero de Matos ao fim da disputa do bronze contra Arman Chilmanov, do Cazaquistão, na categoria acima de 80kg do taekwondo. Após ser desclassificado quando vencia o combate por 3 a 2, o cubano não aceitou a decisão e começou a gritar ofensas ao árbitro central, Chakil Chelbat, da Suécia. Descontrolado, desferiu o chute na cabeça e, não satisfeito, ainda deu um soco no peito de um dos juízes laterais. Matos e seu técnico foram banidos de todas as competições internacionais. A punição foi anunciada, poucos minutos após a luta, pela Federação Mundial de Taekwondo (WTF). A confusão começou quando Matos sentiu uma lesão no pé. Faltavam sete segundos para o fim da luta, e ele estava à frente do placar. Pelas regras do taekwondo, o atleta tem um minuto para ser atendido antes de ser desclassificado. Mas o árbitro central deveria dar um sinal avisando que o tempo estava se esgotando. Sem o aviso, o sinal de um minuto soou e o cubano foi automaticamente desclassificado. Perdeu a medalha de bronze e se descontrolou. Ao fim do tumulto, Arman Chilmanov foi decretado o vencedor da luta e ficou com o bronze, com a outra medalha de bronze indo para o nigeriano Chika Yagazie Chukwumerije. O ouro da categoria foi para o coreano Dongmin Cha, que derrotou na final o grego Alexandros Nikolaidis. Ouro em Sydney-2000 e campeão dos Jogos Pan-Americanos do Rio de Janeiro, Matos encerrou melancolicamente sua história olímpica. Fonte: G1 - Postado por: Winglitton Rocha Barros- China às 23h05 [ ] [ envie esta mensagem ] PEQUIM 2008- TAEKWONDO
PRIMEIRO BRONZE OLÍMPICO DO TAEKWONDO BRASILEIRO Parabéns à Natália Falavigna que conquistou a medalha de bronze e a primeira da modalidade em jogos olímpicos. A atleta foi campeã mundial em 2005 no mundial de Madri, na Espanha. Você sabia: Depois do Pan-Americano do Rio de Janeiro, no ano passado, os atletas olímpicos passaram a receber R$ 2 mil da Confederação. Diogo Silva, que não se classificou para Pequim, mas conquistou o primeiro ouro do Brasil no Pan, afirmou que recebia mensalmente R$ 450,00. "A verba aumentou depois do Pan, para atletas e treinadores", admite Madureira. É assim que queremos ser uma potência olímpica? Foto: AP Fique por dentro: O Comitê Olímpico Brasileiro (COB) pediu 100 milhões de reais ao governo para financiar a campanha do Rio de Janeiro para ser sede dos jogos olímpicos de 2016. Para custear a campanha da Copa do Mundo de 2014 a CBF gastou 5,4 milhões de reais. É o esporte brasileiro medalha de ouro e "muito ouro" para os cartolas, só para os cartolas!!!
- Postado por: Winglitton Rocha Barros- China às 21h47 [ ] [ envie esta mensagem ] PEQUIM 2008- HANDEBOL
Noruega é ouro no handebol feminino Assiti a final do handebol feminino às 04h45 entre Noruega e Rússia. A Noruega deu uma verdadeira aula de handebol e conquistou de forma incontestável a primeira medalha de ouro olímpica para o país. Aos 5 minutos do primeiro tempo as norueguesas já aplicavam um elástico marcador de 6 a 1 e aos 15 minutos o resultado era de 14 a 4. Com uma defesa bem postada, contra- ataques precisos, passes bem feitos e finalizações perfeitas , a seleção norueguesa neutralizou as russas e venceu a partida pelo placar de 34 a 27. A Noruega foi muito superior a Rússia. Norueguesas comemoram o inédito ouro olímpico Foto: Srdjan Suki/EFE - Postado por: Winglitton Rocha Barros- China às 12h36 [ ] [ envie esta mensagem ] PEQUIM 2008- VÔLEI FEMININO
ALMA LAVADA E JUSTIÇA FEITA A melhor geração do voleibol feminino do Brasil foi coroada. Em um jogo emocionante, o voleibol feminino do Brasil conquistou seu primeiro título olímpico ao vencer a forte equipe norte- americana por 3 sets a 1 ( 25x 15; 18 x 25; 25 x 13; 25 x 21). Parabéns meninas! Nasceu a geração de ouro do Brasil. Parabéns José Roberto Guimarães! Foi o profissionalismo coroado. ![]() Foto: AFP - Postado por: Winglitton Rocha Barros- China às 10h59 [ ] [ envie esta mensagem ] PEQUIM 2008- VÔLEI FEMININO
A seleção feminina decide amanhã o título inédito para o Brasil contra os EUA, às 09h00. Depois de duas medalhas de bronze (em Atlanta-1996 e Sydney- 2000) e dois vice- mundiais ( no Brasil 1994 e Japão 2006), as meninas do Brasil estão amadurecidas e prontas para trazerem a medalha de ouro olímpica. Atuais campeãs do Grand Prix, as brasileiras são as únicas que não perderam nem um set nesta olimpíada. Estamos na torcida! Boa sorte! Em tempo: Retirado do Blog do Juca Segredinho do vôlei feminino Mas José Roberto Guimarães e as meninas do vôlei tanto fizeram que conseguiram levar a psicóloga Sâmia Figueiredo para Pequim. É a única equipe nacional com uma especialista em psicologia esportiva na delegação. Mestre e doutora em Psicologia do Esporte pela USP, Sâmia Figueiredo tem a ver com a primeira final olímpica de nosso vôlei feminino. Foto: Cezário De Luca/ EFE - Postado por: Winglitton Rocha Barros- China às 23h19 [ ] [ envie esta mensagem ] ATLETISMO
SENSACIONAL Maurren Higa Maggi é a primeira mulher a conquistar uma medalha olímpica para o Brasil no atletismo Após o drama vivido antes dos jogos Pan- americanos de Santo Domindo, em 2003, quando foi suspensa por dois anos de todas as competições esportivas, devido ter sido flagrada no exame antidoping, Maurren Maggi, conquistou a primeira medalha do atletismo feminino do Brasil ao atingir a marca de 7 metros e 4 centímetros. Superação, atitude, garra, determinação e paciência, assim a atleta brasileira conseguiu superar todas as dificuldades que passou. Parabéns Maurren!
Foto: Flávio Florido/ UOL - Postado por: Winglitton Rocha Barros- China às 10h02 [ ] [ envie esta mensagem ] PEQUIM 2008- Handebol
França está na final do handebol masculino Croácia e França fizeram um belíssimo jogo de handebol válido pela semifinal dos Jogos Olímpicos de Pequim. Os franceses derrotaram os atuais campeões olímpicos, a Croácia, pelo placar de 25 a 23 e decidem a final contra a Islândia que bateu a Espanha por 36 x 30. Uma partida de altíssimo nível técnico com alternância constante no placar e que só foi definida nos últimos 5 minutos, quando a França imprimiu uma forte marcação, neutralizando o armador central croata, Ivano Balic, e ratificando o seu poder ofensivo com Narcisse fazendo um golaço, em jogada aérea, após ter recebido o passe do extrema- esquerda, Guigou, em uma cobrança de lateral. Com a vitória o time francês está a uma partida para conquistar o inédito ouro nos jogos olímpicos. A melhor colocação da França em uma olimpíada foi a medalha de bronze nos jogos olímpicos de Barcelona em 92.
Karabatic, um dos melhores do mundo. Foto: Saeed Khan/ AP HORÁRIO DOS JOGOS: 24/08/2008 Decisão da medalha de bronze: Croácia x Espanha, às 02h30. Final: França x Islândia, às 04h45.
- Postado por: Winglitton Rocha Barros- China às 09h23 [ ] [ envie esta mensagem ] Super Interessante Achei legal socializar esta informação mesmo não sendo, como já falei, um fervoroso torcedor de futebol. Sou à favor da organização, da estrutura, do fazer o melhor possível, de corrigir erros e copiar as coisas bem feitas. Segue a reportagem: INGLATERRA, O VERDADEIRO PAÍS DO FUTEBOL Por Marcos Alvito A grama, impecável, é cortada a cada dois dias. Mas os jogadores treinam em outro campo. Ninguém pode pôr os pés ali quando não é dia de jogo oficial, fora o zelador. O estádio tem cadeiras para todos os espectadores, vestiários confortáveis, banheiras de hidromassagem e sala de fisioterapia para os jogadores. Você pode comprar seu ingresso pela internet e recebê-lo pelo correio, com lugar marcado e seu nome impresso. Há uma linha especial de ônibus para levar os torcedores, saindo da estação de trem da cidade. No dia do jogo, o clube põe à venda um programa com as escalações, entrevistas, informações detalhadas sobre o time adversário: história, estatísticas e análise de cada um dos jogadores. Não estamos falando de um grande time europeu. Mas do pequeno Oxford United, que disputa a blue Square Premiere. Traduzindo: a 5ª Divisão da Inglaterra. Qualquer comparação com o Brasil pode soar leviana. Nosso PIB por habitante não dá nem um terço do da Grã- Bretanha (são U$$9 500 contra U$$ 35 500). Mas, se você pensar que existem 40 mil clubes na Inglaterra, contra 13 500 por aqui, e que a média de público da 2ª Divisão deles é 50% maior que a do campeonato brasileiro da primeira, vê que o país do futebol é outro: uma nação em que o interesse pela bola é grande a ponto dos maiores jornais ingleses, como The Guardian, The Times e Daily Telegraph, publicarem os resultados até da 7ª Divisão. Não é à toa. O futebol está tão enraizado na cultura inglesa quanto o idioma que eles falam. A febre começou na idade média, bem antes da esquadra de Cabral atracar por aqui. Em dias festivos, grupos de aldeões do país todo batiam- se contra outros tentando levar uma bexiga de boi cheia de ar até o fim do campo inimigo. Em 1863 a football Association unificou a miríade de jogos regionais derivados desse tipo de brincadeira e o futebol Foi adotado com imediato fervor pela classe operária, que, jogando ou assistindo, fez do futebol uma religião. Essa história explica a força dos times locais. Toda cidadezinha tem seu clube, com seu estádio e seus torcedores fiéis. Fiéis mesmo: muitos times tiveram seus primeiros estádios erguidos graças a doações de torcedores. Também é normal ir a um jogo da nona divisão onde o bar é administrado por torcedores que trabalham ali sem ganhar um tostão. E, na falta de clube, até hoje pessoas se juntam e formam um. Foi o que fez o ex- jornalista Will Brooks. No ano passado, ele abriu um site, o myfootball-club.co.uk e começou a coletar dinheiro para fundar um time. Não um time dele, mas de todo mundo que doasse as 35 libras que ele pedia como aplicação. O clube funcionaria como uma grande cooperativa. Cada um dos sócios poderia votar tanto em questões administrativas como para decidir a escalação do time. Sim, sim, parece uma idéia de jerico. Mas funcionou. Em novembro de 2007 Brooks já tinha 20 mil “sócios” e comprou um clube que andava mal das pernas, o Ebbsfleet United, por 700 mil libras. E dentro de campo também deu certo: em maio deste ano o Ebbsfleet Foi pela primeira vez a Wembley disputar a final da FA Trophy- uma espécie de copa para times a partir da 5ª Divisão. E ganhou. Em 2005, um grupo de torcedores do Manchester United fez algo parecido: raivosos depois que um bilionário americano comprou seu time do coração, eles fundaram o FC United of Manchester, que começou disputando um campeonato regional e agora está na 7ª Divisão, depois de ser promovido por três anos seguidos. O clube tem 3 mil membros, que tomam todas as decisões em votações democráticas: cada sócio tem direito a um voto. Mil deles já compraram cartões para assistir a todos os jogos da temporada 2008- 9. Em 2010 eles vão começar a construir um estádio próprio. Tudo à base do esforço dos torcedores, sem patronos milionários. Mas, se por um lado a presença dos investidores estrangeiros faz gente como esses ex- torcedores virar a casaca, por outro ela transformou os times grandes da Inglaterra em potências. Veja o caso do próprio Manchester. Em 1990, a receita do clube foi equivalente a R$ 58 milhões. Em 2007, já tinha saltado para R$ 786 milhões- mais do que os 10 maiores clubes do Brasil, que somaram R$ 690 milhões no mesmo ano. Por essas, hoje 3 dos 5 times que mais faturam no mundo são ingleses. E a previsão é que, em 2009, eles sejam 10 entre os 20 mais ricos. Mas nem tudo é festa: os ingressos são caros (até R$300,00) e quase impossíveis de encontrar à venda nas bilheterias para jogos dos 4 grandes- Arsenal, Chelsea, Manchester e Liverpool. E desses o Arsenal é o único que ainda não pertence a um bilionário estrangeiro. É o preço a pagar pelo sucesso desse esporte na ilha onde a bola é mais redonda. No primeiro e ainda inigualável país do futebol. Fonte: Revista Super Interessante.
- Postado por: Winglitton Rocha Barros- China às 20h59 [ ] [ envie esta mensagem ] FUTEBOL
Confesso que não sou fã de futebol a ponto de comentar sobre a modalidade, apesar de torcer para Kléber Pereira, do Santos. Mais por ele ser meu conterrâneo e por isso sei que tudo foi mais difícil, já que no Maranhão não há incentivo a esporte algum, do que por ele ser bom de bola. Artilheiro ele é. Hoje vou falar do futebol feminino. A poucas horas da final de uma olimpíada, a equipe feminina está ansiosa para ser campeã. Essa equipe merece por todo o trabalho que já desenvolveu, por todo o sofrimento. O futebol feminino é a personificação do esporte brasileiro. Existem atletas abnegados, que se sacrificam, que se desdobram para jogar pela seleção e que não recebem nada em troca, a não ser vestir a camisa da seleção. Conheco várias dessas jogadoras que estão lá e com a capitã, Tânia Maranhão, coincidentemente minha conterrânea, conversei muito sobre o que pode ser feito pelo futebol feminino e a CBF, claro, sabe o que é preciso fazer. Mas, falta vontade política dos dirigentes para fazerem despontar pelo país. Na certa dá muito trabalho ir atrás de patrocinadores (sic). O futebol, a paixão nacional dos brasileiros, uma modalidade genuinamente masculina, estará representado pelo pobre futebol feminino, que aliás, vem dando um show, muito diferente do...deixa pra lá... O futebol não poderia estar em tão bons pés e seja qual for o resultado, já valeu ter assistido ao espetáculo comandado por Cristiane e Marta. Boa sorte meninas!
- Postado por: Winglitton Rocha Barros- China às 07h39 [ ] [ envie esta mensagem ] Olimpíada de Pequim- 2008 ATLETISMO
USAIN BOLT - A JAMAICA NO TOPO DO MUNDO Após abrir os braços com um gesto de vitória quando faltavam cerca de 20 metros para a chegada dos 100m rasos, no último sábado, diminuindo assim a velocidade e batendo a própria marca, Usain Bolt, voltou a colocar seu nome na história do esporte ao vencer a prova dos 200 metros e estabelecer um novo recorde mundial, 19s30. Caiu a hegemonia norte-americana. A Jamaica tornou-se uma potência no atletismo. A ilha caribenha conquistou até agora 7 medalhas em Pequim. Surpreendente! Você sabia que: - A população jamaicana é de 2,8 milhões de habitantes? -A Jamaica já conquistou 42 medalhas na história das olimpíadas? Opinião: A explicação para esta verdadeira fábrica de velocistas passa por uma estrutura montada especialmente para descobrir atletas potenciais. Apesar dos recursos escassos – o PIB do país sequer chega à casa dos US$ 12 bilhões -, a Jamaica conta com uma universidade especializada em formar treinadores e olheiros que garimpam novos talentos. Investimento em Universidades do esporte. Pode estar aí o início para tornar o Brasil uma potência no esporte.
Em tempo: Amanhã Usain Bolt completa 22 anos. Parabéns!
- Postado por: Winglitton Rocha Barros- China às 20h33 [ ] [ envie esta mensagem ] Justiça manda tirar do ar site "Bloqueio Não"A pedido da Claro, o site que defende o fim do bloqueio de celulares no Brasil sai do ar.
A Claro obteve liminar junto à 23a Vara Cível do Fórum da Comarca de São Paulo em ação contra a ADN Tecnologia de Sistemas, de Salvador (BA).
O juiz entendeu que a operadora pode exigir multa se o cliente romper um contrato de fidelização e, por isso, concordou com a suspensão de publicidade sobre bloqueio de celulares, desde que a operadora concorde com o desbloqueio após o fim do prazo de fidelização acertado.
A liminar também obrigou a retirada do site "Bloqueio Não" da Internet, em que um abaixo-assinado defendia a prática do desbloqueio.
Segundo o despacho do juiz, o site "faz apologia à pretensa ilegalidade ou ao pretenso dever das operadoras de desbloquear os aparelhos vencidos em qualquer circunstância".
Diante da estratégia da rival, a Oi, cuja estréia está prevista para outubro em São Paulo, decidiu começar no Estado o desbloqueio de aparelhos de qualquer outra operadora em sua rede de atendimento.
Segundo a Oi, o desbloqueio gratuito pode ser feito em cerca de 20 quiosques próximos às estações de metrô e junto a terminais rodoviários da cidade de São Paulo e em 20 vans que fará circular pelo interior do Estado. O site www.oi.com.br/sp informa os endereços.
O site informa que podem ser desbloqueados nas lojas da Oi modelos das fabricantes LG, Nokia, Motorola, Sony Ericsson e Samsung. "Em nome da liberdade, oferecemos o desbloqueio sem nenhum vínculo de compra do cliente com a Oi", afirmou à Reuters Flávia da Justa, diretora de comunicação da área de mercado da Oi.
A operadora foi a primeira a decidir pelo desbloqueio gratuito de aparelhos e pela venda de modelos sem bloqueio, em 2007, para que o cliente possa comprar o chip e utilizá-lo em qualquer modelo de terminal. Desde 2005, a estratégia da Oi é vender somente o chip.
O regulamento de telefonia móvel, que entrou em vigor em fevereiro deste ano, estendeu para todo o mercado a possibilidade do desbloqueio gratuito.
Uma operadora, entretanto, pode conceder um desconto ao cliente no aparelho e exigir, em contrapartida, que ele fique com o modelo bloqueado junto à sua rede por um determinado período, como explicou a assessoria de imprensa da Anatel.
Essa possibilidade existe, inclusive, para celulares pré-pagos, de acordo com a agência. Passado o prazo, a operadora é obrigada a desbloquear o aparelho gratuitamente.
A assessoria de imprensa da Claro divulgou nota em que diz que "a Claro atribui a reação da Oi à derrota que sofreu na Justiça, que entendeu que a Claro atua respeitando as leis brasileiras, ao contrário do que faz a Oi". Fonte: Reuters - Postado por: Winglitton Rocha Barros- China às 18h01 [ ] [ envie esta mensagem ] ATLETISMO
Atleta Alemão acusa Usain Bolt de doping
O corredor alemão Tobias Unger acredita que o recordista e medalha de ouro dos 100 m rasos em Pequim, o jamaicano Usain Bolt, se dopa e disse que a sua vitória é uma "grande brincadeira".
"Nas corridas classificatórias, Bolt nem se incomodou com o calor. Chegou com a sua toalha e suas sapatilhas, se posicionou na raia, deu a largada e fez 100 m em 9s92. Para mim, tudo isto é uma grande brincadeira", disse o atleta alemão à revista esportiva SportBild. Contra o recordista, pesa o fato dele não mostrar cansaço nenhum com a longa viagem ou depois de um treinamento. Unger, que em Pequim não passou da segunda rodada, com 10s36, acredita que um dos maiores problemas da luta contra o doping está no fato de que são poucos os países que têm uma Agência Nacional Antidoping. Segundo ele, a Jamaica, por exemplo, não possui nenhum sistema antidopagem. "Na sua ilha fazem o que querem e não acontece nada. Por outro lado, eu tenho que registrar todas as entradas e saídas que faço em Pequim, para caso passe pelo controle antidopagem. Bolt possivelmente não saberia nem sequer preencher o formulário de entrada e saída", afirma Unger. O atleta alemão não crê que seja possível solucionar o problema, pois os prêmios para participar de uma competição e ganhar são altos. Além disso, segundo ele, os meios de comunicação e a opinião pública esperam este tipo de recorde. Unger acredita também que os atletas que dão positivo deveriam receber a mesma punição de um estelionatário. - Postado por: Winglitton Rocha Barros- China às 17h10 [ ] [ envie esta mensagem ]
PROTESTO!!! A saltadora brasileira Fabiana Murer foi eliminada dos Jogos Olímpicos de Pequim, após sofrer forte abalo psicológico, devido a sua vara de salto ter sumido em plena área de competição. Fabiana preparava-se para saltar 4,50m, mas devido ao sumiço e após ter discutido com cinco árbitros, não conseguiu encontrar sua vara, fato que com razão abalou a atleta. A brasileira então tentou saltar uma altura maior, que teve de ser precocemente modificada em função do sumiço da sua vara de 4,50m, mas como havia perdido completamente a concentração, Murer nem saltou 4,65m, quando sua melhor marca e recorde sul-americano conquistados este ano, é de 4,80m, o que lhe daria pelo menos a medalha de bronze. Fabiana procurou muito, mas não encontrou. A competição de salto com vara sagrou campeã a russa Elena Isinbayeva saltando 5,05m, estabelecendo novo recorde mundial. A medalha de prata ficou com a norte americana Jennifer Stuczynski com 4,80m e o bronze com a russa Svetlana Feofanova, que saltou 4,75. Após o término da competição, a vara de Fabiana Murer foi encontrada junto com outras varas de atletas que haviam sido desclassificadas anteriormente. Não estou falando aqui que Fabiana Murer poderia ser campeã olímpica, nada disso. Pois como todos sabem, a campeã Elena Isinbayeva só não teria o ouro se algo muito trágico tivesse acontecido. Mas não deixa de ser um absurdo o que aconteceu com a brasileira. Triste e absurdo, primeiro pelo fato de ter sumido a vara. Segundo porque a atleta não deveria ter se envolvido na questão, quem deveria ter feito isso era o técnico ou algum dirigente. Não sei como funcionam as provas no atletismo. Vejo que os técnicos ficam na arquibancada, o que já acho errado. Se sumiu algo que era para estar lá, tornou-se uma questão de organização. Ao atleta cabe competir e dar o seu máximo e não correr atrás de equipamento. Pode ter sido uma falha da organização, mas faltou presença de dirigentes brasileiros lá na hora, para brigar, para parar a prova se fosse o caso. Quem não recorda o que houve com o nosso corredor Wanderley Cordeiro, na olimpíada de Atenas, quando um ex-padre segurou o atleta, que era o líder naquele momento da maratona? O Comitê Olímpico Brasileiro (COB) entrou com uma representação junto a Confederação Olímpica Internacional (COI) e o que aconteceu? Nada. O atleta ficou com a terceira colocação, a colocação que ele acabou na maratona, medalha de bronze. O ex-padre ficou um tempinho detido e o brasileiro perdeu para sempre a sua possível medalha de ouro. Mais uma prova de que falta organização ao esporte brasileiro, falta profissionalismo por parte dos dirigentes. Na minha opinião, faltam dirigentes competentes e sérios. Em um momento em que tanto se fala e até mesmo se crucifica alguns atletas brasileiros por não vencerem ou não trazerem medalhas olímpicas em modalidades que somos campeões mundiais, como no Judô ou na ginástica artística, o que se vê é esta insegurança por parte dos atletas, mas tudo isso por causa de "pressões" dos dirigentes que cobram o tempo todo por resultados, por medalhas, mas que não lutam, não ajudam, não se organizam e nem quando temos uma medalha praticamente em nossas mãos eles se preocupam com o lado psicológico dos atletas. E a pergunta que não quer calar: Se fosse com Elena Isinbayeva a prova teria continuado? Difícil, mas poderia ser que sim e provavelmente ela atingisse os mesmos resultados que atingiu não tendo sua vara sumido, pois a atleta russa é preparada para situações de estresse, tem dirigentes para resolver problemas por ela, ao contrário do que acontece com os nossos atletas. Nessas horas é que se quer ver superação, mas superação total, e por parte dos dirigentes também! Como seria bom assistir um dirigente brasileiro adentrar a área de competição e parar a maior competição do mundo por causa de um erro da organização! Aí sim, teríamos orgulho dos nossos dirigentes! Mas sabe quem tentou fazer isso? Ela, a atleta, a competidora, Fabiana Murer, que agiu pela emoção, é verdade! Mas porque sentiu-se desamparada e sozinha naquele momento. Tenho certeza de que o choro de Fabiana Murer reflete não somente a frustração por não ter competido de igual para igual com as outras, mas também por ter certeza de que no Brasil é assim, aos dirigentes – venha nós- tudo; aos atletas – vosso reino- nada. Que decepção com os dirigentes brasileiros que aí estão. Os nossos resultados olímpicos refletem cada vez mais o que somos, como somos e porquê somos. Mudança já no comando do esporte nacional. Chega de tanta incompetência. O esporte brasileiro é órfão, que pena!
- Postado por: Winglitton Rocha Barros- China às 20h53 [ ] [ envie esta mensagem ] A Olimpíada em sua última semana Ligar a TV e assistir a nata do esporte mundial em todas as modalidades é maravilhoso! É um verdadeiro deleite para os apaixonados pelo esporte, sejam sedentários, ex- atletas, ou ex-praticantes de esporte, tanto faz, como é bom ver craques atuando em qualquer que seja a modalidade. Deve ser por isso que não tenho um time de futebol preferido, também não tenho nada contra quem tem, gosto mesmo é de torcer pelos craques, seja de que time for, seja a modalidade que for. No próximo domingo (24/08) teremos o desfile de encerramento de uma das melhores olimpíadas de todos os tempos. Sentirei um vazio em não poder acordar de madrugada, ligar a TV e acompanhar os atletas ansiosos pelo início da prova ou da partida e ver no final, o cansaço estampado no rosto com a sensação do dever cumprido ou mesmo decepcionado por algo não ter saído como o planejado. Como é bom ver risos e choros inseridos em vitórias ou derrotas, trasmitindo o que de melhor o atleta conseguiu obter em horas, dias e anos de treinamento. O esporte é assim, deixa saudades...e essa olimpíada então... No esporte bate-se recordes, registra-se nomes na história, surgem heróis, lendas e mitos. Que show dos atletas! Parabéns à China! Que olimpíada boa de se ver! Beijing...beijing...até Londres.
- Postado por: Winglitton Rocha Barros- China às 20h47 [ ] [ envie esta mensagem ] TÊNIS
Das quadras para as livrarias Fininho lança livro Meu amigo Fernando Meligeni lança agora em setembro o livro: Aqui tem!!! Vitórias e histórias de Fernando Meligeni. Escrito juntamente com o jornalista André kfouri, o livro conta 18 histórias inéditas, vividas no tênis. Bastidores de competições como Pan-americanos, olimpíadas, o dia em que se tornou brasileiro, etc. Será sem dúvida um grande sucesso! Parabéns e estaremos no lançamento. Valeu Fininho!!! Mais uma grande sacada. Das quadras para as livrarias Fininho lança livro Meu amigo Fernando Meligeni lança agora em setembro o livro: Aqui tem!!! Vitórias e histórias de Fernando Meligeni. Escrito juntamente com o jornalista André kfouri, o livro conta 18 histórias inéditas, vividas no tênis. Bastidores de competições como Pan-americanos, olimpíadas, o dia em que se tornou brasileiro, etc. Será sem dúvida um grande sucesso! Parabéns e estaremos no lançamento. Valeu Fininho!!! Mais uma grande sacada.
Foto: Arquivo pessoal de Fernando Meligeni - Postado por: Winglitton Rocha Barros- China às 20h40 [ ] [ envie esta mensagem ] Olimpíada de Pequim- 2008
VÔLEI FEMININO A seleção brasileira feminina segue imperando na China. Agora foi a vez das japonesas sentirem a determinação brasileira em busca do inédito ouro olímpico. O Brasil passou fácil pelas japonesas pelo placar de 3 sets a 0, parciais de 25 x 12; 25 x 20; 25 x 16. A única equipe que não perdeu um set sequer, o Brasil, enfrentará na semifinal a China que venceu as russas e passando pelas chinesas, enfrentaremos na final, provavelmente, nossas arquirivais cubanas. Esta é a quinta semifinal seguida da seleção feminina em olimpíadas. É agora ou nunca! Boa sorte ao vôlei feminino do Brasil.
- Postado por: Winglitton Rocha Barros- China às 20h31 [ ] [ envie esta mensagem ] Olimpíada de Pequim- 2008 HANDEBOL
No handebol masculino a programação para as semifinais é a seguinte: Quarta- feira (20/08), 01h00- França x Rússia 03h15- Islândia x Polônia 07h00- Croácia x Dinamarca 09h15- Coréia do Sul x Espanha Só jogos bons de handebol a partir de agora. Vale a pena acordar de madrugada para acompanhar! - Postado por: Winglitton Rocha Barros- China às 20h20 [ ] [ envie esta mensagem ]
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