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TETRACAMPEÃO, RAFAEL NADAL PERDE PELA PRIMEIRA VEZ EM ROLAND GARROS


Tenista número 1 do mundo é eliminado nas oitavas de final pelo sueco Robin Soderling em dia de zebra no saibro do Grand Slam francês

Primeiro foi Novak Djokovic, eliminado na terceira fase por Philipp Kohlschreiber, no sábado. Depois, neste domingo, a atual campeã, Ana Ivanovic, derrotada nas oitavas por Victoria Azarenka. 
Rafael Nadal entrou na quadra central de Roland Garros, de camisa rosa e amarela, disposto a não dar chances para o azar.
Mas o tetracampeão de Roland Garros e número 1 do mundo sucumbiu. Perdeu um set em Paris pela primeira vez após dez jogos, se recuperou no segundo, voltou a perder no terceiro e levou o golpe final de Robin Soderling no tie-break da quarta parcial: 6/2, 6/7 (2/7), 6/4 e 7/6 (7/2).
Teve, pela primeira vez na carreira, que deixar o complexo parisiense com uma derrota.
O sueco vai enfrentar nas quartas de final o russo Nikolay Davydenko, que bateu o espanhol Fernando Verdasco por 3 a 0, parciais de 6/2, 6/2 e 6/4. 

 

Agência/AFP

Rafael Nadal lamenta um ponto perdido na partida contra o sueco Robin Soderling

 

Nadal estreou no Grand Slam francês em 2005 e sagrou-se campeão daquela edição. A última vez que tinha perdido um set no saibro de Paris fora na final de 2007, quando derrotou o suíço Roger Federer por 6/3, 4/6, 6/3 e 6/4.

 

De lá para cá, passou pelo brasileiro Thomas Bellucci, pelo francês Nicolas Devilder, pelo finlandês Jarkko Nieminen, pelos espanhóis Fernando Verdasco e Nicolas Almagro, pelo sérvio Novak Djokovic, novamente por Federer, pelo brasileiro Marcos Daniel, pelo russo Teimuraz Gabashvili e pelo australiano Lleyton Hewitt. Até parar diante de Soderling.

 

- Disse a mim mesmo que seria um jogo como outro qualquer - disse o sueco.

 

Perder dois sets naquele saibro tão conhecido seria algo improvável e inédito para Nadal. Neste domingo, o primeiro um susto veio no quarto game do primeiro set, quando Soderling quebrou o seu serviço na primeira oportunidade que teve. O sueco, 25º do ranking, abriu 3 a 1.

 

No oitavo game (5 a 2), Soderling teve mais um break point e não titubeou.

 

 


Agência/Reuters

Nadal amarga a primeira derrota em Paris

Nadal começou a reagir no segundo set, mais precisamente no terceiro game, quando finalmente teve um break point e o converteu.

 

No quinto, o espanhol voltou a ter uma chance de quebra, mas a desperdiçou numa bola na rede. Nadal tentou manter a calma e fechar no décimo game, mas o sueco novamente o surpreendeu.

 

Com uma cruzada de esquerda, quebrou o serviço e empatou em 5 a 5. O número 1 do mundo mais uma vez desperdiçou um break point e teve que vencer o 12º game para levar o jogo para o tie-break. Foi então que acordou, e conseguiu fechar o set após 1h15m.

 

 


O terceiro ficou equilibrado até o sétimo game, quando Soderling surpreendeu Nadal, quebrou o serviço do espanhol e fez 4 a 3. A partir daí, bastou administrar a vantagem para vencer em 6/4.

 

Pressionado, o espanhol até tentou se impor na quarta parcial. Quebrou no segundo game, mas ganhou o troco em seguida. O set foi para o tie-break, mas desta vez Nadal em nada parecia o número 1 do mundo. Soderling teve cinco match points. Nadal salvou apenas um. Deixou a quadra após 3h30m de batalha.

 

 

 

 

Fonte: G1

 



- Postado por: Winglitton Rocha Barros- China às 19h48
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CONAR SUSPENDE COMERCIAL COM RONALDO 



A polêmica em torno da campanha publicitária que o atacante Ronaldo fez para a cerveja Brahma ganhou novo capítulo nesta quinta-feira. O Conselho Nacional de Auto-regulamentação Publicitária (Conar) anunciou a suspensão por tempo indeterminado da primeira versão do anúncio. 

A decisão foi tomada após dois dias de trabalho da 6ª e da 7ª câmaras de conselho de ética do Conar. O veto é referente à primeira versão do comercial, que a Brahma decidiu tirar do ar por conta própria ainda em abril. 

O argumento para a proibição é que Ronaldo é uma figura de grande impacto entre os jovens, que sofreriam de influência negativa pela peça. No comercial, o jogador dizia ser "brahmeiro" e bebia cerveja. 

Responsável pela ação no Conar, a Nova Schin, concorrente direta da Brahma, ainda disse em sua denúncia que o comercial atrelava o sucesso esportivo de Ronaldo ao consumo da cerveja. 

Depois de grande polêmica sobre a participação de um jogador de futebol em uma campanha de bebida alcoólica e o limite de publicidades desse segmento vinculadas ao esporte, a Brahma modificou a peça. Na segunda versão, que foi ao ar ainda em abril, Ronaldo trocava o texto por "guerreiro" e não ingeria o líquido. 

Ronaldo é patrocinado pela Brahma desde 1994, quando ele tinha 17 anos e foi campeão mundial com a seleção brasileira.



Fonte: Máquina do Esporte



- Postado por: Winglitton Rocha Barros- China às 21h34
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Juiz concede indenização bilionária a cubano que ajudou a capturar Che Guevara

Um juiz dos Estados Unidos concedeu nesta sexta-feira uma indenização de quase US$ 1,2 bilhão a um cubano que processou o ex-presidente de Cuba Fidel Castro e Ernesto Che Guevara pelo suicídio de seu pai em 1959.

O magistrado Peter Adrien emitiu sua decisão a favor de Gustavo Villoldo, um ex-agente da CIA (agência central de inteligência dos EUA) que participou da captura de Che na Bolívia, em 1967, em uma sentença que eclipsa outras condenações dos comandantes comunistas em Miami, base dos oposicionistas cubanos no exílio.

"A justiça foi feita", disse o cubano, de 72 anos, após a sentença do juiz.

No processo, Villoldo disse que o pai, de mesmo nome, ingeriu um frasco de pílulas para dormir três semanas depois que Che, como gerente do Banco Nacional de Cuba, comunicou-lhe o confisco da empresa da qual o empresário era dono, uma distribuidora da General Motors (GM).

A apreensão era parte do plano para desmantelar o capitalismo em Cuba, após a vitória da revolução, e o ex-agente disse que isso deixou sua família na ruína financeira. A ação foi qualificada pelo juiz como uma "tortura" à família Villoldo.

A indenização, de US$ 1,179 bilhão, é a maior concedida até o momento em ações contra o governo cubano após a de US$ 253 milhões aos filhos do cubano Rafael del Pino Siero, que morreu na prisão após deixar o regime castrista.

O advogado de Villoldo disse que tentarão receber o dinheiro dos fundos congelados do governo cubano, mas juristas consideram que será um trabalho difícil porque os recursos que estavam em uma conta bancária em Nova York foram, em parte, usados para pagar a indenização aos parentes de outras vítimas do regime.

Ações

Villoldo participou em 1961 da invasão da baía dos Porcos, quando 1,4 mil exilados cubanos desembarcaram em Cuba com apoio de forças dos EUA e foram derrotados por forças de Fidel.

Seis anos depois, ele ajudou na captura de Guevara na selva boliviana. O revolucionário foi capturado e morto por soldados bolivianos apoiados pela CIA em outubro de 1967.

Villoldo disse que supervisionou pessoalmente o enterro do corpo de Guevara e cortou um pouco do cabelo dele. O cabelo e artigos relacionados foram vendidos em um leilão por US$ 119,5 mil em Outubro de 2007.

O governo cubano recuperou o que disse serem os restos mortais de Guevara há mais de uma década e os enterrou em um monumento em Santa Clara.

 

Com Efe e Reuters

Folha On Line



- Postado por: Winglitton Rocha Barros- China às 01h19
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SESC FAZ EXPOSIÇÃO SOBRE JOÃO DO PULO


Para estrear o projeto Cultura Esportiva, o SESC Pompeia vai abrir, na próxima sexta-feira, uma exposição sobre o triplista João do Pulo, falecido há exatos dez anos. A mostra, que ficará aberta até o dia 2 de agosto, contará parte da história do atleta, duas vezes medalhista de bronze em Jogos Olímpicos.

No dia da abertura, a exposição será acompanhada de uma série de debates sobre o esporte e a história de João do Pulo. A estrela é Jefférson Sabino, principal nome do salto triplo no momento e representante brasileiro nos Jogos Olímpicos de Pequim 2008.

A ideia é que o projeto consiga, daqui em diante, retratar grandes nomes da história do esporte com exposição de medalhas, fotos e materiais pessoais dos nomes escolhidos.

 

Fonte: Máquina do Esporte



- Postado por: Winglitton Rocha Barros- China às 14h10
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RIP CURL CRIA "CLONE" DA SPEEDO NO SURFE



A Rip Curl apresentou à imprensa, na última terça-feira, o H-Bomb, uma roupa de borracha para surfe que conta com um aquecedor elétrico e que deve ser uma espécie de LZR Racer da modalidade. O diferencial tecnológico, porém, dificilmente será vantagem nas grandes competições de águas quentes, e chegará, então, para ratificar a busca pela onda perfeita que norteia o marketing da marca.

A ideia com o produto é superar o problema da temperatura nos mares mais frios. Dotado de uma placa de titânio, fios de carbono e uma bateria elétrica, o modelo é capaz de manter o surfista aquecido até em temperaturas inferiores a 0ºC.

Teoricamente, o poder desse diferencial seria semelhante àquele conquistado pela Speedo nos últimos anos. Com o modelo LZR Racer, construído em parceria com a Nasa, a marca australiana conseguiu uma chuva de recordes nos Jogos Olímpicos de Pequim e dominou completamente o mercado da natação.

No surfe, no entanto, a vantagem não será vista nas competições. Com raras exceções, os grandes circuitos passam por lugares menos gelados, onde o H-Bomb não garantirá tanta vantagem prática.

"O foco não é a competição. Nós vamos manter a filosofia da marca, que sempre busca a experiência perfeita nas águas. Os testes do produto, por exemplo, foram feitos em lugares assim, como o Alaska e o Canadá", disse Caio Umehara, diretor de marketing da Rip Curl.

Há alguns anos, a Rip Curl trabalha com o conceito "The Search", que incentiva a busca pelas condições em questão. Paralelamente, a marca vai ter de trabalhar com as altas temperaturas do litoral brasileiro, que reduzem a expectativa de comercialização das roupas, que custam R$ 5 mil cada, no país.

"Nós vamos ter poucas unidades e somente nove lojas, que foram selecionadas a dedo, vendendo esse artefato, que deve ser comprado por aquele surfista que viaja muito", disse Patrick Winkler, diretor de produtos da Rip Curl.

 

 

Fonte: GUSTAVO FRANCESCHINI
Da Máquina do Esporte, em São Paulo



- Postado por: Winglitton Rocha Barros- China às 14h07
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ESTATUTO DE IMPRENSA É APROVADO POR PAÍSES EUROPEUS


Aprovado na segunda-feira (25/05), em Hamburgo, na Alemanha, o primeiro “Estatuto Europeu para Liberdade de Imprensa” estabelece os princípios para a liberdade da mídia e para que os veículos possam atuar sem a interferência do Estado.

Cerca de 50 editores-chefes e jornalistas de 19 países aprovaram o documento, redigido por profissionais de jornais e revistas alemãs.

O documento garante também o direito à segurança e à proteção dos jornalistas em relação a esquemas de vigilância, escutas eletrônicas e buscas em redações e computadores, e ao acesso irrestrito a todas as fontes nacionais e internacionais de informação.

Para ser válido nos países da União Europeia, o estatuto terá que ser encaminhado à Comissão Europeia em Bruxelas.

As informações são do jornal O Globo.



- Postado por: Winglitton Rocha Barros- China às 21h58
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PROJETO PODE INCLUIR WEB EM LEI DE TV PAGA

Wikimedia Commons
Projeto pode incluir web em lei de TV paga
               Congresso Nacional: projeto polêmico compara web a TV paga


- Postado por: Winglitton Rocha Barros- China às 20h25
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SESI APORTA R$ 5 MI NO VÔLEI POR ANO



O Serviço Social da Indústria de São Paulo (Sesi-SP) apresentou, nesta segunda-feira, o seu novo time de vôlei masculino. Com a presença de Paulo Skaf, presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), a entidade anunciou um investimento de R$ 5 milhões anuais no espólio da Unisul, que será comandado pelo ex-jogador Giovane Gávio.

O aporte representa um acréscimo considerável no orçamento que era fornecido pela universidade (cerca de R$ 3 milhões). A explicação, no entanto, está nos encargos que o Sesi tem por ser uma instituição de classe, que não pode fazer alguns arranjos salariais.

"Nós temos todo mundo em CLT [Consolidação das Leis do Trabalho], o que aumenta muito o nosso custo, porque não pagamos ninguém em direitos de imagem", disse Alexandre Meyer Pflug, diretor de esportes e lazer do Sesi.

O contrato, no entanto, é de apenas um ano, o que suscita dúvidas sobre a longevidade da parceria. A parceria é, até o momento, o ponto alto de um processo de renovação que o Sesi está implementando na educação física de seu sistema de ensino, que neste ano privilegiará o esporte de alto rendimento.

"Eu tenho convicção de que todos sempre farão o máximo, mas a gente sabe que em uma disputa você pode ganhar ou perder", disse Paulo Skaf, quando questionado sobre o que faria se o time do Sesi não tivesse o resultado esportivo esperado.


 

POR GUSTAVO FRANCESCHINI
Fonte: Máquina do Esporte

 



- Postado por: Winglitton Rocha Barros- China às 12h42
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Misterioso vírus ataca rede do FBI

 



Reuters
Misterioso vírus ataca rede do FBI
Barack Obama, presidente dos EUA, usa boné com logo do FBI: agências asseguraram que nenhum dado relevante foi comprometido.


- Postado por: Winglitton Rocha Barros- China às 16h32
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Possibilidade de terceiro mandato é um 'casuísmo', diz Gilmar Mendes

Para o presidente do STF, medida dificilmente seria aprovada pela Corte.
'Reeleição continuada seria uma lesão ao princípio republicano', disse.

O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Gilmar Mendes, classificou nesta segunda-feira (25) como "casuísmo" a possibilidade levantada por aliados do presidente Luiz Inácio Lula da Silva de aprovar uma medida que permita um terceiro mandato.


“Acho extremamente difícil fazer a compatibilização com o princípio republicano. As duas medidas [terceiro mandato e ampliação do atual mandato para seis anos] têm muitas características de casuísmo. Vejo que dificilmente seria aprovado no STF”, afirmou Mendes, após palestra na Embaixada da Alemanha.

Questionado se a aprovação da emenda que permitiu a reeleição do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso foi um casuísmo, Gilmar Mendes disse que não, ao defender a possibilidade de apenas uma recondução ao cargo. “Reeleição é uma prática de vários países democráticos”, afirmou.

“Democracia constitucional é mais do que reeleição. A reeleição continuada certamente seria uma lesão ao princípio republicano”, acrescentou o presidente do Supremo, que exerceu entre 2000 e 2002 a função de advogado-geral da União, no governo FHC.

Terceiro mandato

Na última quinta-feira (21), o ministro da Justiça, Tarso Genro, afirmou que a discussão sobre terceiro mandato só ocorre porque o atual governo é "um governo de sucesso". Ele descartou qualquer manobra política para dar um novo mandato ao presidente Lula.

Também na última quinta, o líder do PR na Câmara, Sandro Mabel (GO), levantou a proposta de prorrogação dos mandatos do presidente da República, dos governadores, senadores e deputados até 2012. A intenção seria fazer coincidir as eleições nacionais com as disputas municipais. O projeto, no entanto, foi mal-recebido por outros líderes de partidos na Câmara.

 

Diego Abreu Do G1, em Brasília

 



- Postado por: Winglitton Rocha Barros- China às 16h27
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Gripe H1N1 se espalha para Taiwan, Kuweit, Islândia e Suíça diz OMS

REUTERS // REUTERS

GENEBRA (Reuters) - A Organização Mundial da Saúde (OMS) informou nesta segunda-feira que o vírus da gripe H1N1 se espalhou para Taiwan, Kuweit, Islândia, Suíça e Honduras, mas ainda causou poucas mortes fora do México.

Em seu último registro, que tende a ser defasado em relação aos boletins nacionais mas que é considerado o mais seguro, a agência das Nações Unidas disse que seus laboratórios confirmaram 12.515 infecções do novo vírus, que já matou 91 pessoas.

O México continua sendo o epicentro da doença, com 4.174 casos e 80 mortes. As outras mortes aconteceram nos Estados Unidos, com 9 óbitos, na Costa Rica e no Canadá, que informaram uma morte cada.

A OMS disse que o vírus transportado pelo ar foi detectado em 46 países ao redor do mundo, em todas as regiões exceto a África. Os países com mais casos confirmados fora da América do Norte até agora são o Japão, a Grã-Bretanha e a Espanha.

Há um caso confirmado em Taiwan, que não é membro da OMS.



- Postado por: Winglitton Rocha Barros- China às 14h40
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Topper contrata Fernando Meligeni



A Topper fechou um contrato de patrocínio ao ex-tenista Fernando Meligeni. Por um ano, a marca da Alpargatas vai fornecer material esportivo para o "Fininho", que representará a ideia de "Coração Manda", norte da nova comunicação da marca.

A estreia do compromisso aconteceu na última quinta-feira, quando Meligeni venceu o francês Henri Leconte, pelo AOC Grand Champions, que acontece em São Paulo.

Agora, a Topper vai aguardar eventos de veteranos como esse para garantir a mídia espontânea que pretende. Até o momento, não há previsão de utilização de Meligeni em algum comercial da empresa, que encara o ex-tenista, no entanto, como um símbolo.

Com "Fininho", a marca soma um grupo de tenistas patrocinados considerável. Hoje, a empresa apoia Thomaz Bellucci, Ricardo Hocevar, Caio Zampieri e Teliana Pereira, primeira colocada do ranking feminino.

Depois de passar por uma renovação no começo do ano, a Topper resolveu apostar forte no tênis, seguindo a linha de atuação argentina. Paralelamente, a empresa reavalia seus investimentos no futebol. Marcos e Jorge Wagner são os dois principais atletas patrocinados pela marca. Ibson, por sua vez, não teve seu contrato renovado.
Fonte: Máquina do Esporte


- Postado por: Winglitton Rocha Barros- China às 11h08
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DR.DRAUZIO VARELLA

As mulheres e o álcool


Não há estudo que assegure existir na gravidez quantidade de álcool segura

 



QUANDO EU era pequeno, botequins eram lugares muito frequentados, mas mal afamados. Meu pai se orgulhava de jamais haver posto os pés num deles, proeza da qual o filho não pode se gabar.


Naquele tempo, o homem de verdade pedia uma pinga no balcão e tomava de um gole só, sem cara feia. A menos que afeitas a gracejos, as mulheres mudavam de calçada para desviar dos bares. Os tempos felizmente são outros: elas entram onde bem entendem, não hesitam em dar o troco ao primeiro insolente e bebem o que lhes dá na cabeça.


Apesar do empenho feminino em busca da igualdade, por um capricho da natureza, o metabolismo do álcool nas mulheres não é, nem jamais será igual ao nosso. Se administrarmos para mulheres e homens a mesma dose, ajustada de acordo com os índices de massa corpórea, elas fatalmente apresentarão níveis sanguíneos mais elevados.


Nelas, a fragilidade aos efeitos embriagadores é justificada pela maior proporção de tecido gorduroso, por variações na absorção do álcool no decorrer do ciclo menstrual e porque a concentração gástrica da desidrogenase alcoólica (enzima essencial para a decomposição do álcool) é mais baixa do que nos homens.


Esses mecanismos explicam porque ficam embriagadas com doses mais baixas e progridem mais rapidamente para o alcoolismo crônico e seu cortejo de complicações.
O efeito de uma cerveja no corpo feminino equivale ao de duas tomadas por um homem de mesmo peso.


Para os mesmos níveis de ingestão, o risco de cirrose nas mulheres é três vezes maior. As que tomam de 28 a 41 drinques por semana (1 drinque = 150 ml de vinho = 1 lata de cerveja = 45 ml de bebida destilada) apresentam risco de cirrose 16 vezes maior do que o dos homens abstêmios.


A avaliação dos questionários aplicados durante anos consecutivos em dezenas de milhares de mulheres acompanhadas no célebre "Nurses" Health Study", revelou que tomar dois ou três drinques diários aumenta em 40% o risco de surgir hipertensão arterial, bem como o de derrame cerebral hemorrágico.


Uma análise de seis estudos (metanálise) demonstrou que as mulheres habituadas a ingerir de dois e meio a cinco drinques por dia, apresentam probabilidade 40% maior de desenvolver câncer de mama.


O uso continuado de álcool reduz a densidade da massa óssea em ambos os sexos, mas a probabilidade de provocar osteoporose é maior no feminino. Estudos demonstram que a maior parte das mulheres bebe como forma de livrar-se das angústias associadas aos quadros depressivos.

A prevalência de depressão nas que abusam de álcool é de 30 a 40%. Talvez por essa razão, tentem o suicídio quatro vezes mais do que as abstêmias.
A bebida pode causar problemas ao feto. A ingestão de álcool durante a gestação eventualmente provoca distúrbios fetais que vão do retardo de desenvolvimento, à chamada síndrome alcoólica fetal.


Não há nenhum estudo que assegure existir na gravidez uma quantidade de álcool segura. É imprevisível: bebês de mães que beberam a gestação inteira podem nascer normais, enquanto os de outras que o fizeram ocasionalmente podem apresentar malformações congênitas.
Na dúvida, recomenda-se que a gestante não beba, afinal são apenas nove meses.


Alguns trabalhos sugerem, no entanto, que beber pouco e regularmente é menos grave para o feto do que beber muito de uma só vez: tomar um copo de vinho por dia, durante cinco dias, traz menos riscos do que tomar os cinco numa única ocasião. Ao contrário do que se pensava, os efeitos nocivos do álcool não se fazem sentir apenas no primeiro trimestre, período crucial para o desenvolvimento embrionário.

Um estudo norte-americano mostrou que o abuso de bebida durante o segundo trimestre está associado à dificuldade dos filhos para aprender a ler e a escrever.
A complicação mais grave, porém, é a síndrome alcoólica fetal, distúrbio que pode surgir em 50% das gestantes que ingeriram álcool.

O diagnóstico é baseado nos seguintes critérios: redução do tamanho do feto (abaixo de 10% do esperado), alterações faciais típicas e distúrbios neurológicos.
Você, leitora que resistiu até aqui, não adianta ficar com ódio de mim.

Caso não esteja grávida, a mulher pode beber, mas pouco, talvez um ou dois drinques por vez. Como a carne é frágil, se você exagerar neste sábado, dê um tempo amanhã, depois e mais alguns dias. Contrariar a natureza é guerra perdida.

 

 

Fonte: Folha de São Paulo 



- Postado por: Winglitton Rocha Barros- China às 13h23
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LeBron James dá vitória aos Cavaliers a um segundo do fim

Astro faz milagre para evitar 'buraco' na final da Conferência Leste diante do Orlando Magic; série empatada

Confira o lance no you tube

 

Jeff Haynes/Reuters
LeBron James arremessa e acerta a cesta de três que dá a vitória ao Cleveland Cavaliers
NBA - Cleveland Cavaliers e Orlando Magic fizeram mais um jogo para entrar na história dos playoffs da NBA. Na noite desta sexta-feira, LeBron James mostrou o porquê de ser comparado à lenda Michael Jordan ao acertar uma cesta de três pontos, a um segundo do fim, e dar a vitória aos Cavs por 96 a 95, igualando a série melhor de sete em uma partida. "Eu apenas tinha de acertar esse arremesso, e deu tudo certo. Nós tinhámos que empatar a série", disse James, após comemorar a vitória com seus companheiros.

Agora, a final da Conferência Leste da NBA vai para a cidade de Orlando para os jogos 3 e 4, no domingo e terça. O time de Cleveland, de melhor campanha na temporada regular, e que havia vencido todos os jogos nas duas primeiras fases dos playoffs, precisa ao menos vencer um jogo para voltar a ter a vantagem de decidir em casa.

Como no primeiro jogo, o Cleveland Cavaliers aproveitou o começo ruim do adversário para abrir vantagem e chegar a vencer o jogo por 23 pontos. Aos poucos, no entanto, o Orlando Magic tirou a vantagem e ficou à frente no placar com seis minutos do último quarto.

O desespero nos olhares dos torcedores de Cleveland era evidente. O time mais uma vez sucumbira à forte marcação do Orlando, apesar de algumas decisões dos árbitros contestadas, de um lado como de outro. E, nos cinco minutos derradeiros, as equipes alternaram a liderança.

Apesar de não ser considerado uma estrela, tampouco figurado no time do All-Star Game, o turco Hedo Turkoglu, mais uma vez, foi mortal, colocando o Orlando Magic dois pontos à frente (95 a 93), com apenas um segundo para o fim.

Criticado por não arremessar as bolas decisivas, LeBron James dessa vez não se escondeu. O ala conseguiu escapar da marcação de Turkoglu e, com um lindo arremesso de três, deu a vitória à sua equipe. Curiosamente, o segundo que foi o suficiente para o arremesso foi o colocado pela arbitragem, alegando que o relógio não havia sido parado juntamente com a chamada de uma falta quando faltavam 12 segundos.

Mesmo com a reclamação do técnico do Magic, Stan van Gundy, o noite era do "rei" LeBron James, que mantém sua equipe viva para, enfim, conquistar seu primeiro título da NBA.

NÚMEROS
LeBron James não jogou tantos minutos como havia no primeiro jogo. Mesmo assim, terminou com 35 pontos, quatro rebotes e cinco assistências, com aproveitamento de 52% nos arremessos. O brasileiro Anderson Varejão jogou mal, anotando apenas quatro pontos e pegando quatro rebotes.

Pelo lado do Orlando, a estrela Dwight Howard fez sua pior partida nos playoffs, com apenas 10 pontos, apesar de seus 18 rebotes. O pivô foi displicente durante todo o primeiro tempo, perdendo bolas embaixo da cesta. Assim, passou boa parte do jogo no banco. Já Hedo Turkoglu terminou com 21 pontos e Rashard Lewis com 23.


- Postado por: Winglitton Rocha Barros- China às 01h31
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EVENTO AFIRMA UNI SANT'ANNA NO ESPORTE



Em época de retração dos investimentos no esporte, com anúncios quase diários de cortes de patrocínio e até cancelamento de eventos, a Uni Sant'Anna se prepara para organizar a 14ª edição do Troféu Adhemar Ferreira da Silva de Atletismo Universitário. O evento, que terá apoio da Federação Paulista de Atletismo (FPA) e da Federação Universitária Paulista de Esportes (Fupe), vai ratificar a presença da escola no setor, em meio às saídas de Ulbra e Unisul.

"Eu acho que se trata de um momento muito triste para o esporte nacional, com a saída dessas forças. Nós, na verdade, estamos até aumentando os nossos projetos, chegando, pela primeira vez, ao esporte de alto rendimento", disse Leonardo Placucci, pró-reitor acadêmico da instituição.

O evento acontecerá no próximo fim de semana, no estádio Ícaro de Castro Mello, em São Paulo. A ideia é reunir, além de universitários, os participantes do 5º Torneio FPA, que conta com alguns dos melhores atletas do Estado.

A competição, segundo Placucci, será única, mas com ranqueamento e pontuação separados. Isso dará aos atletas universitários a chance de um contato mais próximo, em competições, de seus rivais de alto rendimento.

"Eles normalmente já treinam juntos, porque são de primeiro nível. Mas certamente é salutar essa proximidade", disse o professor.


 

 

Fonte: Máquina do Esporte



- Postado por: Winglitton Rocha Barros- China às 00h41
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PATROCINADOR CANCELA SALONPAS CUP 2009


Depois de atingir diretamente as equipes e mudar a tabela da próxima Superliga, a crise do vôlei brasileiro vitimou a Salonpas Cup. O laboratório farmacêutico japonês Hisamitsu, principal patrocinador do evento, retirou o aporte e cancelou a edição de 2009 da competição que costumava abrir a temporada feminina da modalidade no país. 

Disputada desde 2001, a Salonpas Cup teve participações de equipes de países como Estados Unidos, Itália, Japão, Portugal e República Dominicana. Contudo, todos os títulos foram conquistados por brasileiros - o Osasco, com quatro taças, lidera o ranking dos vencedores. 

O custo de cada edição do torneio girava em torno de R$ 5 milhões, e a Hitsamitsu era responsável por grande parte desse montante. O problema é que a empresa reagiu negativamente à recessão econômica mundial e vive fase financeira conturbada. 

"A Hisamitsu Pharmaceutical Co. Inc., empresa japonesa fabricante do produto Salonpas, que nomeia o campeonato e que patrocinou a realização das oito edições anteriores, informou que depois de analisar o mercado atual e todas as possibilidades, a diretoria da companhia optou pela não realização do torneio neste ano", avisou o comunicado oficial distribuído à imprensa.


Fonte: Máquina do Esporte



- Postado por: Winglitton Rocha Barros- China às 16h32
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Minas confirma sequência de Vivo no vôlei



Durante um período marcado por baixas e saídas de empresa do vôlei, o Minas Tênis Clube divulgou nota oficial em tom amenizador. A equipe confirmou a renovação de seu contrato com a Vivo, em acordo que já vinha sendo especulado nas últimas semanas.

O comunicado do clube encerra boatos sobre o futuro do vôlei masculino do Minas. O contrato com a Vivo foi renovado por uma temporada, e os valores não foram divulgados.

"Estamos muito satisfeitos com a confirmação da renovação da parceria Vivo/Minas. Vamos trabalhar para mantermos uma equipe competitiva, que continue a dar muitas alegrias para nossa fiel torcida", disse o presidente do Minas, Sérgio Bruno Zech Coelho.

Na temporada 2008/2009, Minas terminou a Superliga masculina na segunda posição - o título foi conquistado pela Cimed.

O vôlei feminino do Minas Tênis Clube também já havia divulgado desfecho positivo. A equipe será patrocinada pela rede de restaurantes Habib's na próxima edição da Superliga.

Fonte: Máquina do Esporte



- Postado por: Winglitton Rocha Barros- China às 15h42
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ME aprova pedido do Confao sobre Piva



O Conselho de Clubes Formadores de Atletas Olímpicos (Confao) conseguiu, com uma semana de existência oficial, o apoio do Ministério do Esporte para a redistribuição das verbas da Lei Agnelo/Piva. Em nota oficial, a pasta de Orlando Silva Jr. comunicou a imprensa que atenderá o pedido das agremiações, enviando uma proposta de decreto regulamentar ao presidente Lula em até 60 dias.

A atitude é o primeiro passo para que os membros do novo órgão, que está dentro da jurisprudência da Confederação Brasileira de Clubes (CBC), recebam cerca de 30% da verba total do benefício.

Atualmente, a verba da Lei Piva é dividida apenas entre Comitê Olímpico Brasileiro (COB) e Comitê Paraolímpico Brasileiro (CPB), que recebem, respectivamente, 85% e 15% do valor total. Na nova configuração, os clubes "tomariam" 30%, que seriam descontados do orçamento do COB.

"Tivemos uma boa acolhida. O ministro se mostrou muito simpático e, dentro disso, vamos buscar junto com o Ministério do Esporte e com o COB, inclusive, uma saída e uma solução para que nós, que estamos na base, e outros clubes, que nunca fizeram ou pararam de fazer esporte, voltem a formar atletas", disse Sérgio Bruno Zech, presidente do Confao e do Minas Tênis.

"Entendemos ser algo legítimo e necessário, o apoio aos clubes responsáveis pela formação dos nossos atletas olímpicos do país. O COB é parte fundamental nesse processo, pela direção que ocupa nos destinos do esporte, e participará das discussões sobre o decreto", disse Orlando Silva Jr, ministro do Esporte.

A posição da entidade, porém, foi muito clara desde o início da discussão. No dia 2 de fevereiro, na véspera do lançamento do Confao, o COB divulgou uma nota dizendo beneficiar os clubes de maneira indireta com contratações de técnicos estrangeiros, aquisições de aparelhos de treinamentos, intercâmbios e participações em torneios internacionais.

Por isso, a entidade declarou que "estimula que os clubes busquem recursos financeiros para manterem suas atividades esportivas de competição, mas ressalta a necessidade de se buscar os caminhos adequados para isso, como, por exemplo, recursos da Lei de Incentivo ao Esporte", disse o documento em questão.

A tomada de posição do Ministério do Esporte deixa em segundo plano o projeto de lei do deputado federal Otávio Leite (PSDB-RJ), que também busca a readequação pelo Poder Legislativo.

 

 

Fonte: Máquina do Esporte



- Postado por: Winglitton Rocha Barros- China às 08h28
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Fipe avalia "lucro" de 58% com Pan-07



A Fundação Instituto de Pesquisa Econômica (Fipe) divulgou, nesta quinta-feira, que os Jogos Pan-Americanos de 2007 geraram, ao todo, uma movimentação de R$ 10 bilhões. O resultado significa um "lucro" de 58%, já que as esferas públicas gastaram cerca de R$ 4,3 milhões, segundo o Tribunal de Contas da União (TCU), na organização do evento.

Segundo a Fipe, quase 180 mil pessoas teriam sido contratadas direta ou indiretamente no período. A avaliação é feita sobre os números de 42 setores da economia, e mostra que o setor que mais ganhou com o Pan foi o da construção civil, que movimentou cerca de 13,8% do valor em questão.

A administração pública (13,4%), o comércio (6,6%) e o aluguel de imóveis (5,8%) vem logo na sequência do ranking. A aferição ainda mostrou que os benefícios do Pan saíram do Rio de Janeiro.

Cerca de 55,9% da produção e 60,4% dos empregos gerados pela disputa contemplaram pessoas de outros estados. O panorama desanuviado, porém, seria ainda melhor se os investimentos tivessem sido bem controlados.

Ao contrário do que se supõe a partir de um comunicado oficial do Ministério do Esporte, o investimento nos Jogos é acima da média para uma competição desse porte. Estima-se que a Argentina tenha gastado, com o Pan de Mar del Plata, de 1997, pouco mais que R$ 1 bilhão.

No Brasil, o descuido com os cofres públicos foi tão grande que o TCU ainda não concluiu a avaliação do rombo. Provavelmente, a soma deve passar da marca de R$ 5 bilhões, reduzindo o "lucro" para menos de 50%.

 

 

Fonte: Máquina do Esporte



- Postado por: Winglitton Rocha Barros- China às 08h25
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Aberta a “caixa-preta” da Secom - 1ª parte

Qui, 21/05/09
por Décio Sá

Os auditores que trabalham na apuração de irregularidades praticadas no governo do cassado Jackson Lago (PDT) podem ter descoberto o que seria a “caixa-preta” da Secretaria de Comunicação (Secom): um arquivo com uma série de informações sobre pagamentos a órgãos de comunicação e jornalistas nos anos de 2007, 2008 e 2009. As informações haviam sido apagadas de um dos HDs da pasta, mas foram recuperadas. A polícia está realizando perícia no computador.

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Um dos quadros que mais chama a atenção é o que trata de “Pagamentos da Mídia Nacional” feitos em 2008 (reprodução acima). As faturas foram quitadas pela agência Enter, do publicitário Evilson Almeida. Evilson também é proprietário da Imagine e da Epa e sempre trabalhou nos governos Jackson.

Nesse documento, consta o suposto pagamento de propaganda do Governo do Maranhão nos processos nº 0841 e OB nº 0119, de 29/04/08, e o nº 951 e OB nº 128, de 10/06/08. O órgão mais bem aquinhoado é a revista Veja com R$ 253,6 mil. A ISTOÉ recebeu R$ 120 mil e a Época R$ 116,4 mil, menos do dobro da concorrente. No dia 30 de abril, como informa o documento, a Veja traz página dupla de propaganda do governo. A investigação dos auditores quer saber se esses valores foram pagos realmente às publicações ou de alguma forma desviados.

À primeira vista já há pelo menos uma contradição entre o documento e o fato: o arquivo informa que a Enter pagou a Veja por uma propaganda na “capa” da edição 2058. O comercial do governo maranhense, no entanto, foi publicado em duas páginas internas.

Na relação aparece também o jornal Brasil de Fato como tendo recebido R$ 42 mil. Em várias edições, o semanário trouxe matérias agressivas contra a família do senador José Sarney (PMDB). Editado em São Paulo, o jornal era distribuído de graça no Maranhão e tinha como um de seus colaboradores o jornalista Emílio Azevedo, um dos muitos subchefes da Casa Civil.

A descoberta do arquivo lembra o episódio conhecido por “Mensalão da Secom” no governo José Reinaldo (PSB). Na ocasião, jornalistas e órgãos de imprensa recebiam dinheiro da administração estadual para engrossar a campanha de desconstrução de imagem da então candidata Roseana Sarney (PMDB).



- Postado por: Winglitton Rocha Barros- China às 19h25
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Fusão "muda" patrocínio do Corinthians


Em entrevista coletiva, Perdigão e Sadia anunciaram nesta terça-feira uma fusão entre as duas empresas. O que mais chamou atenção no evento, porém, foi uma ligação com o esporte. O logotipo Brasil Foods (BRF), marca resultante da junção entre as duas companhias, foi apresentado em uma camisa do Corinthians.

O clube alvinegro assinou contrato com a Perdigão neste ano. O acordo tem validade até o fim da Copa São Paulo de juniores de 2010, e inicialmente colocou a marca Batavo, que já pertencia ao grupo, nas camisas alvinegras.

No último domingo, no empate por 0 a 0 com o Botafogo, o Corinthians apresentou um novo modelo de uniforme. O espaço anteriormente ocupado pela Batavo no peito e nas costas das camisas foi cedido à Perdigão, que decidiu usar o clube paulista para lançar sua nova campanha de marketing.

O presidente da Perdigão, Nildemar Secches, e o comandante do conselho de administração da Sadia, Luiz Fernando Furlan, mostraram mais uma inovação na camisa do Corinthians nesta terça-feira. Em vez de Batavo ou Perdigão, o uniforme apresentado por eles tinha a marca BRF no peito e nas costas.

Ainda não há qualquer definição sobre o uso dessa camisa em jogos oficiais do Corinthians. O clube alvinegro tem contrato com a Perdigão, e o acordo concede à companhia o direito de escolher a marca exposta nos uniformes da equipe.

A Brasil Foods nasce como a líder em alimentos processados no Brasil. Juntas, Perdigão e Sadia atuam comercialmente em 110 países.

Fonte: Máquina do Esporte




- Postado por: Winglitton Rocha Barros- China às 17h15
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O exemplo de Ricardo

Retirado do Blog de Décio Sá


O secretário Ricardo Murad (Saúde) deu um exemplo hoje pela manhã de como se trata manifestantes. Um grupo de agentes comunitários de saúde resolveu protestar com carro de som e tudo na porta da secretaria reivindicando o pagamento do 14º salário no final do ano.

Ao contrário do governo Jackson Lago (PDT), que em situações como essa chamava primeiro a polícia, Ricardo desceu do gabinete, foi ao encontro dos manifestantes e subiu no carro de som convidado pelos sindicalistas.

Disse que concordava com a reivindicação e ficou de receber ainda hoje uma comissão para tratar do assunto. De quebra, prometeu ajudar com um ônibus o grupo a participar de um congresso em Grajaú em julho onde também deve estar presente.

Saiu do local elogiado e abraçado pelos agentes. “É difícil um secretário ter uma postura dessa”, afirmou um dos líderes da manifestação de cima do carro de som.

 

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Comentário:

É assim que um verdadeiro político age, com honestidade, com soluções viáveis e práticas, o verdadeiro líder busca soluções para os problemas, não se esconde.

Parabéns Ricardo!

 



- Postado por: Winglitton Rocha Barros- China às 16h50
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Aécio diz que ideia de chapa com Serra é "grande piada"

O governador de Minas Gerais, Aécio Neves (PSDB), classificou nesta segunda-feira (18) de "invencionice" e de "grande piada" a hipótese de sair candidato como vice em uma chapa puro sangue encabeçada pelo governador de São Paulo, José Serra (PSDB), para disputar a eleição presidencial de 2010.

"Eu não sabia que estava gerando tantas preocupações em tantas pessoas para uma invencionice dessas. Se há algum acordo, esqueceram de me avisar. Não existe absolutamente nada nessa direção", afirmou.

Segundo o colunista da Folha Online Kennedy Alencar, Serra e Aécio fecharam um acordo, articulado pelo ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, para que o mineiro seja o vice da chapa do paulista em 2010. Até o momento, os dois disputam a cabeça da chapa do PSDB.
 
O governador aproveitou o encontro com lideranças do PR (Partido da República) nesta segunda, no Palácio das Mangabeiras - residência oficial do governo mineiro - , em Belo Horizonte, para rechaçar a ideia do suposto acordo. O objetivo da sigla era convidá-lo para sair candidato pela legenda.
"Eu acho que qualquer negociação ou qualquer construção de uma chapa de um só partido, qualquer que seja esse partido, não tem eficácia eleitoral. E acho que ela tem uma grande dose de presunção", disse Aécio. "Não há hipótese de isso ocorrer. O PSDB, no momento em que definir o seu candidato, deve buscar aliados e construir com aliados a chapa e o plano de governo. Portanto, isso é uma grande piada."

Questionado se haveria pressão de integrantes do PSDB paulista para que haja o acordo, o governador mineiro desconversou, mas disse que há desinformação no episódio. "Eu não sei dizer de quem partiu isso, mas há desinformação. Se há alguém com interesse de plantar isso, essa pessoa é quem deverá responder", afirmou.

Aécio encontra-se nesta noite com o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, que ministra uma palestra em uma faculdade de Belo Horizonte e deve pernoitar no palácio. O governador não adiantou o conteúdo da conversa.
Comentário:
 
O governador Aécio Neves, sabe da força política que tem e do seu carisma perante a população, não foi à toa que ele convidou José Serra a visitar o país antes da prévia do partido, porém, Aécio também sabe que a cúpula do PSDB - leia-se Fernando Henrique Cardoso - vai querer impor seu aliado e fiel escodeiro, José Serra, governador de São Paulo.
Com isso torna-se evidente em breve, um rompimento entre Aécio Neves e PSDB, que deverá concorrer a presidência por outro partido que já está, inclusive, segundo algumas fontes, sendo preparado para quando o momento chegar.
 
Aécio será provavelmente apoiado por Lula, Michel Temer e Sarney, principalmente se for confirmado o quadro que está sendo desenhado, da inviabilidade da candidatura da Ministra Dilma Rousseff, devido ao tratamento de saúde que terá que se submeter.
 
Acredito que o nosso próximo presidente será Aécio Neves, o atual governador de Minas Gerais e que possui uma aprovação somente igualada ao presidente Lula, com cerca de 80%. Por tudo isso acredito que teremos o neto de Tancredo Neves assumindo o comando da nação a partir de janeiro de 2011.


- Postado por: Winglitton Rocha Barros- China às 16h55
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Vírus da nova gripe vai se alastrar mais e pode interagir com o da aviária, diz OMS

O vírus da nova gripe A (H1N1) deve continuar se espalhando rapidamente entre pessoas, países e ao redor do mundo, disse nesta segunda-feira (18) a diretora geral da Organização Mundial da Saúde (OMS).

Margaret Chan disse que a nova cepa do vírus pode oferecer risco particular caso ela se misture com a do vírus H5N1, da gripe aviária, que é mortal em aves mas que raramente se transmite entre pessoas.

O vírus traz risco maiores a doentes de Aids e tuberculose e moradores de favelas superpovoadas, disse Chan..
Nível de alerta pandêmico foi mantido em 5 pela agência da ONU.

Apesar do rápido aumento do número de transmissões domésticas da doença no Japão, a agência decidiu não elevar o alerta de pandemia, que está no nível 5 entre 6 -o que significa que o risco de uma epidemia de alcance mundial segue iminente.

"Estamos em um momento de grande incerteza", disse Chan, ao comentar que ninguém sabe ao certo quanto tempo vai durar o aumento de número de casos leves da doença ao redor do mundo. 

 

Fonte: G1

 

Comentário:

A questão principal é que se em países em que há um certo controle em questões como saneamento básico, saúde e educação, como Estados Unidos e Japão, está havendo uma grande proliferação, imagine esta doença, como desembarcará no Brasil.

O governador de São Paulo, José Serra, teve uma reunião, há cerca de três semanas, com os representantes da saúde e explanou que a doença terá uma grande manifestação em cerca de 30 dias em São Paulo, ou seja, estamos convivendo com a doença entre nós, portanto, todo cuidado é pouco.

Lavar as mãos ao chegar da rua e evitar aglomerações nesse período é crucial para quem não deseja a tal GRIPE SUÍNA, que mata.   



- Postado por: Winglitton Rocha Barros- China às 16h35
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CBV admite debate por "novo vôlei" na TV



No comunicado oficial sobre o fim das atividades de sua equipe profissional, a Unisul responsabilizou a política da TV Globo, que não cita o nome de empresas que investem na modalidade. A emissora respondeu, também em nota, disse que o comportamento é antigo e que não poderia ser usado como explicação para uma decisão recente. A CBV adotou o mesmo argumento para defender seu parceiro de mídia, mas admitiu que busca um novo formato para as transmissões do esporte.

"Essa situação vem sendo debatida há anos, mas agora estamos conversando de uma forma mais próxima com todas as emissoras de televisão. Estamos falando seriamente sobre formas de diminuir essa distância entre interesses de um e de outro. A ideia é criar uma estratégia que seja positiva para todos", disse Ary Graça Filho, presidente da Confederação Brasileira de Voleibol.

O principal apelo da entidade é que a TV Globo admita enquadramentos mais abertos nas transmissões de jogos e coletivas oficiais da modalidade. Com isso, os patrocínios seriam expostos em backdrops e banners colocados nas quadras.

Outra proposta é que as transmissões de vôlei tenham enquadramentos mais abertos no Sportv, canal fechado que mostra as partidas das fases de classificação da Superliga, mas que adote closes quando os jogos forem exibidos na Globo (a rede aberta transmite apenas algumas partidas decisivas).

"Essas são algumas possibilidades. Queremos conversar e discutir formatos. Eu entendo perfeitamente que o comercial da emissora não pode se misturar com as transmissões, mas precisamos valorizar as empresas que investem e garantem a evolução do esporte", pediu Graça Filho.

A despeito de pedir mudanças, porém, o dirigente é enfático ao descartar qualquer hipótese de um confronto com a Globo. "Eu sou desse tamanhinho. Não é só com eles, mas com qualquer um da mídia. Você acha que eu vou enfrentar?", questionou.


Fonte: Máquina do Esporte



- Postado por: Winglitton Rocha Barros- China às 07h38
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QUATRO ANOS DE SAUDADE

 

Há quatro anos foi tirado do nosso convívio, Claudio Oliveira Brito, o Claudião.

Claudião faleceu em um acidente de carro, quando o microonibus em que viajava juntamente com a equipe do Clube Recreativo Chapecoense, da cidade de Chapecó (SC), do qual era técnico, colidiu frontalmente com um ônibus, na madrugada do dia 17 de maio de 2005, no quilômetro 371, da BR 369, distante 40 km de Campo Mourão, no Paraná.

Chovia muito na hora do acidente (03h15min).

A equipe participaria de um campeonato brasileiro Junior na cidade de Maringá (PR).

No acidente faleceram ainda três atletas e o motorista do microonibus:

Marazam Elizandro Geremias, 32 anos, condutor do micro

Claudio Oliveira Brito, 40 anos, técnico e ex-atleta

Alexandre de Souza, 19 anos, atleta

Joel Farias, 19 anos, atleta

Guilherme Lorenzetti, 20 anos, atleta

AOS VIVOS:

O egoísmo faz parte de nós seres humanos, só a morte nos iguala, nos torna humildes, como, aliás, jamais deveríamos deixar de ser.

No fim, somos iguais.

AOS QUE DEIXARAM SAUDADES:

Descansem em paz e tenham certeza de que nós, parentes e amigos, jamais deixaremos a chama pela qual vocês nos deixaram, o amor pelo esporte, pelo handebol, apagar.

Talvez por egoísmo sintamos tanta saudade de todos que nos deixam e vão pra um plano desconhecido. Essas pessoas ficam encantadas no nosso sentimento, nunca são esquecidas, nunca são deixadas de lado, permanecem eternos.

Descansem em paz e obrigado pelos ensinamentos.

Que saudade!



- Postado por: Winglitton Rocha Barros- China às 23h51
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ISTOÉ: “Jackson Lago gastou R$ 1 bilhão antes de sair, mas não há uma obra no estado”, diz Roseana

* Governadora do Maranhão afirma ter  orgulhao do pai, mas politicamente caminha com próprios pés
* Garante que deixa  o comando do estado entre os dias 20 e 30 deste mês para fazer cirurgia em SP
* Problema de saúde não prejudica pré-campanha de Dilma. Maior desafio dela será fechar alianças

Por Sérgio Pardellas (ISTOÉ)

roseana-istoe1.jpgSerá a 21ª cirurgia em 36 anos. No fim do mês, a governadora do Maranhão, Roseana Sarney (PMDB), 55 anos, enfrentará mais uma vez o bisturi para a retirada de um aneurisma cerebral, em um hospital de São Paulo. Ela espera retornar ao trabalho em 30 dias. Em sua carreira, a convivência com problemas de saúde tornou-se parte da rotina. “Sempre enfrentei a doença e a política”, diz. Tão logo a ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, divulgou que irá se submeter ao tratamento de câncer, Roseana teve uma longa conversa com ela. “Dei força. Disse que enfrentasse com determinação.” Na avaliação da governadora, o problema de saúde não será obstáculo para o projeto político da ministra. “Tive vários problemas, um deles, inclusive, na época da eleição de 1998. Problema de saúde não prejudica candidatura. Acredito que o povo brasileiro está muito amadurecido em relação a isso.” Segundo a filha de um dos mais importantes nomes do PMDB, Dilma é uma pré-candidata à Presidência da República e o mais importante é ela se viabilizar, ou seja, costurar as alianças políticas.

Nesta entrevista à ISTOÉ, a governadora, que tomou posse depois de o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) cassar o ex-governador Jackson Lago (PDT), rebate as críticas feitas à sua família, acusada pela imprensa internacional de ser uma oligarquia. Roseana diz também como pretende resolver as mazelas do Estado - o penúltimo no Índice de Desenvolvimento Humano (perde apenas para Alagoas). Sete anos após deixar o Palácio dos Leões, Roseana assumiu um Maranhão em calamidade pública. Devido às fortes chuvas há quase um mês, 64 municípios decretaram estado de emergência, entre os quais a capital, São Luís. Há cidades inteiras, como Trizidela do Vale, debaixo d’água. O total de pessoas afetadas já chega a 168 mil. E os desabrigados somam 50 mil. “Terei que reconstruir o Maranhão”, afirma.

ISTOÉ - A sra. deixou claro, logo que assumiu o governo do Maranhão, que quer se dissociar da imagem do seu pai, o presidente do Senado, senador José Sarney (PMDB-AP). Por quê?
Roseana Sarney
- Tenho muito orgulho de ser filha de José Sarney, acho que o nome dele me ajudou bastante, a experiência também contribuiu muito, mas eu caminho com meus próprios pés e sempre foi assim. Isso que eu quis dizer. Sempre tive minhas posições independentemente de meu pai, e vai continuar sendo assim. O que acontece é que inventam coisas sobre a nossa família, falam em oligarquia, só que eu passei sete anos fora do governo. Foram seis anos de oposição. Agora, do jeito que falam, estou governando pelos outros. Demais, não acha?

ISTOÉ - Mas não é verdade que a família Sarney está há cinco décadas no poder? A revista britânica The Economist falou em semifeudalismo, depois de destacar o fato de o Maranhão ser um dos líderes do ranking brasileiro de subdesenvolvimento.
Roseana
- Nunca me beneficiei dessa suposta oligarquia de que falam. Nem quando fui eleita ao governo do Estado pela primeira vez, em 1994, nem agora. E os que estão na minha oposição hoje governaram o Estado durante pelo menos 20 dos últimos 40 anos. Respondo por mim. Só governei o Maranhão por dois períodos (1995-2002) e agora.

ISTOÉ - Por que o Maranhão tem um dos piores indicadores sociais do País?
Roseana
- Só posso responder pelo meu período. No meu período, posso provar que todos os indicadores sociais melhoraram.

ISTOÉ - A sra. está preparada para uma oposição ferrenha, já que o ex-governador (Jackson Lago), embora tenha tido o mandato cassado na Justiça, recebeu mais votos nas últimas eleições?
Roseana
- A população compreendeu bem e tenho percebido esse sentimento nas ruas. Afinal, eu que fui prejudicada, eu que perdi dois anos e quatro meses de mandato. Na seara política, estamos tentando fazer uma união pelo Maranhão. Chamando todos os partidos e os prefeitos para discutir os problemas do nosso Estado, que estão sendo vistos a olho nu. De qualquer forma, já estou acostumada com oposição. Sou política, escolhi ser política e, pelo fato de ser mulher, ser do Nordeste e filha de José Sarney, sempre fui alvo de preconceito e falácia.

roseana-istoe2.jpgISTOÉ - A sra. disse, logo após a sua posse, que encontrou problemas administrativos graves. O que apontaram as auditorias?
Roseana
- A coligação do Jackson Lago gastou R$ 1 bilhão, em convênios, para se eleger. E gastou mais R$ 1 bilhão antes de sair. Só que não há uma obra no Estado. Há seis anos, não é feito nenhum programa de obras estruturantes no Maranhão. Agora, as auditorias apontaram coisas absurdas. Todo tipo de desvio. Por exemplo, na Casa Civil foram encontradas 290 linhas telefônicas com contas acima de R$ 200 mil por mês. Carros alugados a R$ 590 por dia. Foi um desgoverno completo.

ISTOÉ - O maior desafio da sra. então, ao assumir essa espécie de mandatotampão de 20 meses de governo, é corrigir o que chamou de desgoverno?
Roseana
- Encontrei o Maranhão num estado de calamidade pública e administrativa. O maior desafio é governar com emergência nas duas áreas. Tanto administrativamente como para minorar os efeitos das enchentes. Fazer com que o Estado funcione. Hoje, o Maranhão está parado.

ISTOÉ - O que tem sido feito para minimizar as consequências das enchentes?
Roseana
- Nesta primeira etapa estamos distribuindo as cestas básicas, colocando as pessoas nos acampamentos, nas escolas, nos ginásios e abrigos. Também mandamos equipes médicas para ficar de plantão nos municípios mais atingidos. E, nesse ponto, as pessoas estão assistidas.

Trata-se de uma ação de emergência. Numa outra linha de ação, também estamos fazendo levantamento de tudo o que precisa ser reparado. São 12 mil casas, além de estradas municipais, estaduais e federais totalmente destruídas e pontes que precisam ser reconstruídas. É o que há de mais urgente. Na área da educação, estamos tentando equacionar a questão das crianças que estão sem aulas, e na de saúde atuando na prevenção para que os problemas maiores não venham no pós-enchente.

ISTOÉ - Quantas pessoas estão desabrigadas?
Roseana
- São mais de 50 mil entre desalojados e desabrigados. Mas a solidariedade tem sido muito grande também. Tem muita gente na casa de parentes. Infelizmente, o que aconteceu foi uma chuva em demasia. Esse é um período de chuvas, mas, historicamente, chove no mês de abril entre 350 e 400 milímetros. Nesse mês choveu mais de 700 milímetros. O resultado é que há municípios inteiros debaixo d’água. As lavouras, sobretudo dos pequenos produtores, foram destruídas. E ainda ficamos 14 dias desabastecidos porque a principal estrada do Estado, a que liga São Luís a Teresina, foi simplesmente abaixo. Enfim, terei que reconstruir o Maranhão.

ISTOÉ - O que o governo estadual irá fazer para que, em 2010, durante novo período de chuvas fortes, sejam reduzidos os efeitos para a população?
Roseana
- Vamos fazer um projeto para dotar o estado de infraestrutura. O presidente Lula colocou à disposição dos governadores um crédito no BNDES e vamos utilizá-lo para recuperar e melhorar nossas estradas. Em parceria com o Ministério da Integração Nacional, também vamos fazer um trabalho social que visa deslocar as pessoas, que hoje moram próximo aos leitos dos rios, para outros lugares mais seguros. Também podemos anistiar os pequenos produtores de alguns débitos que eles têm e fazer um projeto de recuperação da safra.

ISTOÉ - Está preparada para a cirurgia? Quando a sra. se licencia?
Roseana
- É sempre um desafio. Vou enfrentar novamente. Já fiz 20 cirurgias, mas nunca desanimei. Não me considero uma pessoa doente nem fraca. Pelo contrário. Por conta desses desafios me considero até muito forte. Agora, vou operar do aneurisma. Devo sair entre os dias 20 e 30 de maio para fazer a cirurgia em São Paulo e minha ideia é voltar em 30 dias.

ISTOÉ - A sra. chegou a falar com a ministra da Casa Civil, Dilma Rousseff, sobre a doença dela? Que conselhos a sra. deu para ela?
Roseana
- Dei força. Disse que ela enfrentasse com determinação. Depende de cada pessoa, mas a ministra Dilma é uma pessoa forte. Tenho rezado por ela e tenho certeza de que ela vai superar esse problema.

ISTOÉ - A sra., em algum momento, pensou em abandonar a política por causa dos seus problemas de saúde?
Roseana
- Nenhuma vez. Sempre enfrentei a doença e a política. Tive vários problemas, um deles, inclusive, na época da eleição de 1998. Passei quase 60 dias no hospital e nesse período fiz quatro cirurgias de pulmão, intestino e mama. Fiz ainda uma histerectomia completa (uma operação cirúrgica da área ginecológica que consiste na retirada do útero, ovário e das trompas). Quase morri nessa época. Mas voltei para fazer minha campanha. Mesmo com algumas restrições, voltei, fiz a campanha e ganhei no primeiro turno com 66% dos votos.

roseana-istoe3.jpgISTOÉ - A sra. conhece o tratamento ao qual a ministra Dilma vai ser submetida?
Roseana
- Nunca fiz uma sessão de quimioterapia. Passei por tratamentos diferentes e até tomei remédio quimioterápico. Mas tenho amigos que passaram pelo mesmo problema da ministra e acho que dá para enfrentar. Depende muito da cabeça de cada um. O negócio é a ministra não se entregar. Tem que ter determinação para superar. Você combate a doença de três maneiras: com os médicos, os remédios e com você mesma. Fora a fé. Tenho muita fé em Deus e entrego tudo nas mãos dele.

ISTOÉ - A sra. acha que a candidatura de Dilma à Presidência da República pode ser prejudicada pela doença?
Roseana
- Problema de saúde não prejudica candidatura. Acredito que o povo brasileiro está muito amadurecido em relação a isso e que a doença não vai prejudicar a ministra Dilma. É uma pré-candidatura. O importante é ela se viabilizar. Ela vai tentar costurar os acordos e tem o apoio do presidente Lula. Ficarei feliz se tivermos uma mulher candidata à Presidência da República.

ISTOÉ - Ainda há preconceito?
Roseana
- Não há preconceito por problemas de saúde. Podem tentar explorar politicamente, mas isso ninguém sabe ainda.



- Postado por: Winglitton Rocha Barros- China às 19h57
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GOVERNO LULA JÁ GASTOU R$6,3 BI EM PROPAGANDA 

Divulgados os números oficiais sobre propaganda do governo federal.

Foram R$ 6,3 bilhões com propaganda de 2003 a 2008, segundo dados oficiais divulgados nesta semana pela Presidência da República.

 

DADOS:

 

 

 

Fatos notáveis:


1) o valor de 2008 é quase idêntico ao de 2007. Houve uma estabilização. É natural que em anos pares (quando há eleições no Brasil) o valor gasto com publicidade estatal tenha um freio. Há restrições legais para o governo fazer propaganda o tempo todo;


2) os picos de Lula continuam sendo 2005 e 2006, o período em que o mensalão dominou o noticiário e quando foi necessário fazer um saneamento na imagem do presidente e do seu governo;

 

3) esses números se referem a toda a administração pública federal direta e indireta. Estão incluídos, portanto, gigantes como Petrobras, Banco do Brasil, CEF e outras estatais;

 

4) essas estatísticas não incluem valores de patrocínios, que chegam a aproximadamente R$ 1 bilhão por ano. Patrocínio vai desde colocar um logotipo na camiseta do time de futebol do Flamengo até dar apoio a bandinhas no interior do país;

 

5) na disputa entre os meios de comunicação por abocanhar um naco desse dinheirão de propaganda, a TV vem se mantendo no patamar dos 60%. Revistas começaram a era Lula recebendo 11,4% de todas as verbas publicitárias federais. Hoje, estão com 7,9%. Jornais aumentaram sua participação no bolo: tinham 10,3% em 2003; agora, estão com 13,1%. A publicidade estatal em internet ainda é percentualmente mínima, embora tenha mais que dobrado de tamanho: os veículos online ficavam com 1% do total no início da gestão Lula e agora estão com  2,6%;

 

6) não há números completos e atualizados para os 8 anos do governo FHC. O governo Lula divulgou com atualização monetária apenas os gastos publicitários dos últimos 3 anos do tucano (2000, 2001 e 2002). Nesse seu período final, FHC gastou bem, tanto como Lula. Eis a tabela:

 


 

Finalmente, uma observação e uma pergunta: O Brasil é um dos países do planeta com mais gastos estatais publicitários.

Por que os governos no Brasil gastam tanto em publicidade?

 

 

Fonte: Blog de Fernando Rodrigues



- Postado por: Winglitton Rocha Barros- China às 19h24
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Ronaldo almeja Copa para prolongar carreira, mas detona chefão da CBF

O atacante Ronaldo, do Corinthians, já admite a possibilidade de encerrar a carreira no final deste ano, mas vê uma possível ida para a Copa do Mundo de 2010 como uma oportunidade para prolongar sua permanência nos gramados. Nesta sexta-feira, em sabatina promovida pelo jornal Folha de S. Paulo, a estrela explicou que a chance de jogar mais um Mundial poderá definir o que fará de sua vida profissional no final de 2009, quando termina seu contrato com o Corinthians.

"Uma chance de jogar a Copa pode prolongar minha carreira. Seria maravilhoso terminar a carreira na Copa, mas não quero botar pressão", definiu o goleador máximo dos Mundiais, que, no entanto, não fez questão nenhuma de fazer qualquer espécie de lobby diplomático ou elogiar os comandantes da CBF (Confederação Brasileira de Futebol). Pelo contrário, Ronaldo foi bastante crítico em relação ao presidente da entidade, Ricardo Teixeira, e disse que o dirigente mostrou ter "duplo caráter".

O descontentamento de Ronaldo com o mandatário da CBF foi gerado pela postura de Teixeira após o Mundial de 2006, quando apontou os jogadores como responsáveis pela queda da seleção nas quartas de final para a França. "Só estranhei que até 2006 a gente tinha um ótimo relacionamento, e após 2006 este relacionamento acabou sem eu saber o porquê e sem ninguém me dizer diretamente o que eu fiz para ele deixar de gostar de mim", disse. "Nos encontramos algumas vezes depois daquilo e ele sempre foi muito frio comigo", emendou.

RONALDO FALA...
Moacyr Lopes Jr./Folha Imagem
NELSON MANDELA
"O Nelson Mandela é uma pessoa que admiro muito. Tive a oportunidade de conhecer ele pessoalmente. Ele nos passa uma energia incrível. Apertei aquela mão calejada, que já sofreu tanto, passou por várias coisas. Foi uma grande honra. Tive a oportunidade de ler a biografia dele também."
Joao Wainer/Folha Imagem
BRONCA DE ROMÁRIO
"Em 1994, o Romário falou em uma entrevista que eu poderia jogar no ataque na Copa junto com ele e o Bebeto. Aí, quando fui entrevistado, falei de forma humilde, que a opção era do Parreira. Logo depois o Romário me deu um esporro: 'Pó, moleque. Era para falar que queria jogar, aí jogava a encrenca no colo do Parreira'"
Joao Wainer/Folha Imagem
MELHOR COMPANHEIRO
"Talvez pouca gente aqui conheça, mas meu melhor companheiro de ataque foi um jogador não muito conhecido, o Luc Nilis. Era um cara que jogou na seleção belga. Jogamos juntos no PSV, da Holanda. Me deixou na cara do gol um monte de vezes. Por isso"
 
 
O desabafo contra o cartola, que começou de forma contida, ficou mais contundente adiante. "Não me importa ter um relacionamento com quem mostra ter duplo caráter. É muito fácil na hora que ganha estar ali e levantar troféu, ser campeão com os jogadores. Na hora que perde, é fácil também você pegar e apontar alguém para Cristo e crucificar esta pessoa", afirmou o corintiano.

Ao mesmo tempo em que criticou Teixeira, Ronaldo evitou fazer campanha para seu retorno à seleção brasileira, reconhecendo que ainda não se sente pronto para atuar sob o comando de Dunga. "Não tenho condição de ir para a seleção brasileira agora. Estou buscando a melhor condição ainda para jogar no Corinthians", definiu o jogador, que passou a ter o nome pedido para a seleção após o retorno no clube paulista, em que marcou dez gols em 14 partidas disputadas e ajudou o time a conquistar o título do Campeonato Paulista.

O atleta explicou que ainda busca o melhor condicionamento e, para isso, precisa evitar a sequência de dois jogos por semana. "Estou melhorando a cada dia, a cada treino, ainda mais com esta sequência de jogos que tive. A gente está administrando melhor, treinando mais, e jogando uma vez por semana consigo evoluir com minha forma física", disse.

Tranquilo, Ronaldo explicou que ainda tem objetivos traçados para a seleção brasileira (como disputar sua quinta Copa do Mundo, já que participou das edições de 1994, 1998, 2002 e 2006), mas não quer saber de pressão sobre o técnico da seleção. A próxima convocação de Dunga será feita na próxima quinta-feira para os jogos das eliminatórias contra Uruguai e Paraguai, e também para a Copa das Confederações.

Além do mandatário da CBF, Ronaldo ainda aproveitou para cutucar companheiros de seleção, que disseram ter se abalado com a convulsão sofrida pelo atacante horas antes da final da Copa de 1998. "Vi companheiros meus falando que aquilo mexeu com o elenco. É uma bobagem. Se tivesse risco, eu seria o primeiro a sair fora", criticou o jogador, que lamentou ter sido novamente o culpado pelo revés por 3 a 0 para a França. "No Brasil, fiquei como amarelão na época. Se fosse em outro país, seria até um herói", desabafou.

Se optou por criticar Teixeira e alguns jogadores, o atacante desmentiu que tenha tido problemas de relacionamento com Rodrigo Paiva, seu ex-assessor e atualmente responsável pela imprensa da CBF. Ronaldo também destacou o bom relacionamento que teve com o presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva, após as críticas que sofreu do político antes do Mundial de 2006.


Na sabatina, Ronaldo também expôs que já está se preparando para a despedida dos gramados. Ele tem contrato com o Corinthians até o fim do ano e disse que definirá o seu futuro em conversa com a família no término da temporada. "Estou começando a sofrer com essa ideia, essa preparação para deixar o futebol vai ser dura. Mas em seguida a esta decisão, vou ficar um bom tempo não fazendo nada, uns dois anos só relaxando, com água de coco na praia descansando", disse.

O Fenômeno reafirmou sua paixão pelo Flamengo, mas garantiu que não pensará no clube de coração quando o Corinthians enfrentar o time carioca no Campeonato Brasileiro. Ao ser questionado sobre os outros times que defendeu (já que atuou pelos rivais Real Madrid e Barcelona, e Inter e Milan), o atacante revelou o sofrimento que passou ao deixar a Internazionale.


"Minha história na Inter foi maravilhosa, mas com fim trágico. Tive uma confusão tremenda e no dia que fui embora, fui embora de camburão, com as pessoas arremessando pau, e aquilo me assustou bastante", lamentou o jogador, que deixou o clube de Milão para acertar um contrato milionário com o Real Madrid, clube este que tem a preferência de Ronaldo na Espanha. Na Itália, o atacante evitou divulgar sua predileção.

Ser corintiano:
Mas se ainda mantém a paixão de criança pelo Flamengo, o jogador reconheceu que a escolha pelo Corinthians foi certa. Ele já sente totalmente adaptado ao clube e se acostumou até com certas manias de seus torcedores. "O corintiano tem uma paixão tão grande e realmente parece que gosta de sofrer. Quando está 1 a 0 para os caras (adversários), eles gritam mais ainda", disse.

Ronaldo aproveitou para também provocar a torcida e recordar da semifinal do Campeonato Brasileiro de 1976, quando mais de 70 mil corintianos foram ao Maracanã para apoiar a equipe contra o Fluminense. "Falam sempre desta invasão de 1976 e eu não acredito muito não. Queria ver isso na quarta-feira", disse, sorrindo, em menção con duelo futuro com os tricolores do Rio pela Copa do Brasil. Após a sabatina, Ronaldo participará de um treino no Parque Ecológico para definir se participa ou não do jogo contra o Botafogo, neste domingo, pela segunda rodada do Nacional.


Reservado:
Se mostrou muita descontração para falar sobre o Corinthians, o atacante evitou fazer maiores comentários sobre a vida pessoal. O astro admitiu que ainda se arrepende da polêmica em que se envolveu com o travesti Andréia Albertine e evitou falar sobre suas opções políticas ou patrimônio pessoal.

Em relação à família, Ronaldo afirmou que deverá permanecer distante do filho Ronald, que mora na Espanha ao lado da mãe Milene Domingues. "Prefiro que ele more lá por segurança. Aqui também vejo muitas crianças com a idade dele falando muitos palavrões e gírias. Ele não fala palavrão, é muito doce, é praticamente um europeu (sorri). Esta diferença é uma realidade, e se posso escolher prefiro que meu filho tenha uma educação europeia", comentou.
Por Bruno Freitas
Fonte: Folha de São Paulo


- Postado por: Winglitton Rocha Barros- China às 18h31
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CRIADA A CPI DA PETROBRAS

 

Em tempo

Nesta sexta-feira foi lido no plenário do Senado o projeto de criação da CPI da Petrobras, de autoria do senador Álvaro Dias (PSDB-PR).

A CPI foi assinada por cinco partidos PSDB, PDT, PTB, DEM e PMDB em uma composição formada por 32 senadores.

Segundo o propositor da CPI, senador Álvaro Dias, o principal objetivo das investigações denunciadas pela Polícia Federal é descobrir se há fraudes em licitações, irregularidades em contratos e patrocínios.

Ainda hoje pode haver o desestímulo da criação da CPI. Para que isso aconteça basta que seis dos 32 senadores retirem os nomes, até a meia-noite de hoje(15/05), da lista de assinaturas.

 

COMENTÁRIO:

Não vejo o por quê deste alvoroço todo contra a criação da CPI.

Se a Petrobras, ou melhor, se os dirigentes da Petrobras, não tiverem nada para esconder, não há razão para tal alarde.

A Comissão Parlamentar de Inquérito pode não dar em nada, aliás, não acredito que dê em algo essa CPI, mas que muita gente começa a sentir um certo desconforto e a perder o sono. Ah, nisso eu acredito!



- Postado por: Winglitton Rocha Barros- China às 15h16
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Sem comprovação

 

Waldez Góes, governador do AP, é absolvido pelo TSE

 

BRASÍLIA - O plenário do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) decidiu na noite desta terça-feira, por unanimidade, rejeitar o pedido de cassação do governador do Amapá, Waldez Góes (PDT). De acordo com a decisão, não houve utilização da máquina pública durante o processo eleitoral de 2006, quando Góes concorria à reeleição.

Para os ministros, não ficou comprovado o abuso de poder político e a conduta vedada. O pedido de cassação foi ajuizado pelo Ministério Público.

Segundo a denúncia do Ministério Público Eleitoral (MPE), o então governador e candidato a reeleição teria promovido uma reunião no clube dos oficiais da Polícia Militar (PM) do estado em que participaram o comandante-geral da PM, do Corpo de Bombeiros e também o secretário especial de segurança estadual. A reunião teria servido de articulação para que estes pedissem os votos dos soldados das corporações para o candidato ao governo.

Vídeos anexados ao processo mostram a reunião que contou com mais de 300 militares. Além disso, teria sido usado combustível do comando geral da PM por civis durante a campanha eleitoral e o comandante teria enviado mensagens telefônicas aos soldados pedindo apoio político a Waldez Góes.

Para o MPE, o governador teria praticado abuso do poder político e econômico ao utilizar pessoas, bens e órgãos públicos, o que é proibido pela legislação eleitoral, considerado que causa um desequilíbrio nas eleições.

Apesar dos argumentos do MPE, o Tribunal Regional Eleitoral (TRE) do Amapá já havia rejeitado a acusação. Inconformado com a decisão, o MPE recorreu ao TSE.

Outros governadores já cassados

Dois governadores foram cassados neste ano pelo tribunal. No mês passado, o governador do Maranhão, Jackson Lago (PDT), perdeu o mandato por compra de votos e abuso de poder político e econômico. Segunda colocada nas eleições, a senadora Roseana Sarney (PMDB) já assumiu o governo .

Lago foi o segundo governador cassado neste ano. Em fevereiro, o TSE já havia confirmado a cassação do mandato do governador da Paraíba, Cássio Cunha Lima (PSDB). Cássio e o vice, José Lacerda Neto, foram acusados de abuso de poder econômico e político na eleição de 2006 por terem distribuído mais de 35 mil cheques, de R$ 1 mil a R$ 56 mil, num total de R$ 3,5 milhões, inclusive a pessoas ligadas ao governo. O senador José Maranhão (PMDB-PB) já assumiu o governo.

No ano passado, foi o governador de Rondônia, Ivo Cassol (sem partido), que teve o mandato cassado pelo TRE local . Mas o TSE o manteve no cargo até o julgamento final do processo.

Mais de 300 políticos investigados  já tiveram os mandatos cassados em 2008 e 2009. 

 

Fonte: O Globo



- Postado por: Winglitton Rocha Barros- China às 01h08
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Comissão do MEC avalia ouvir nomes notáveis do Jornalismo


A Comissão do Ministério da Educação formada para discutir as diretrizes curriculares dos cursos de Jornalismo avalia a possibilidade de ouvir nomes notáveis da área, como autores e jornalistas.

O objetivo é colher o máximo de posições e perspectivas para que se possa apresentar ao MEC uma proposta consistente.

O grupo deve conversar individualmente com essas pessoas, cujos nomes ainda não estão definidos.

As audiências públicas realizadas pela Comissão estão chegando ao fim.

Os especialistas que fazem parte do grupo se reúnem na próxima segunda-feira (18/05) em São Paulo com segmentos da sociedade civil, movimentos sociais e organizações não-governamentais para ouvir suas sugestões.

Na agenda do MEC, consta que no dia 03/06 a Comissão vai avaliar todas as propostas oriundas dessas audiências e também das contribuições que chegaram por e-mail.

Não se sabe ainda se o cronograma vai mudar, já que o grupo não decidiu se vai ou não ouvir individualmente nomes reconhecidos da área.

Em conversa com o Comunique-se em abril, o presidente da Comissão, José Marques de Mello, fez questão de enfatizar que o objetivo do grupo é garantir “a liberdade curricular nas universidades e estabelecer diretrizes que não sejam uma camisa de força.

Vamos respeitar as diversidades regionais, não queremos um tipo de jornalismo chapado.

Defendemos uma formação básica genérica e unificada, mas cada curso deve procurar uma vocação”.

Outra proposta que vai ser avaliada pela Comissão é a da Federação Nacional de Jornalistas (Fenaj) sobre a realização de um novo encontro depois de 18/05 para a apresentação da conclusão do resultado final do trabalho dos especialistas que integram o grupo.

A próxima audiência será realizada das 9h às 12h, na OAB-SP.

 

 

Por Miriam Abreu, do Rio de Janeiro

Fonte: Comunique-se



- Postado por: Winglitton Rocha Barros- China às 21h05
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Unisul fecha vôlei e culpa TV Globo



O vôlei brasileiro sofreu mais um baque nesta segunda-feira. Em comunicado oficial publicado em seu site, a Unisul anunciou o encerramento de suas atividades profissionais na modalidade e responsabilizou a TV Globo por essa decisão.

Em menos de um mês, a saída da Unisul é o quarto baque drástico no vôlei brasileiro. Anteriormente, Finasa, Ulbra e Brasil Telecom haviam anunciado seus desligamentos da modalidade profissional.

Giovanni - Técnico da Unisul


As explicações para essas decisões administrativas são variadas, mas o somatório delas coloca em xeque o atual modelo praticado pelo vôlei brasileiro. Quando a Brasil Telecom disse que deixaria de investir no esporte, a CBV divulgou comunicado oficial para minimizar a fuga de patrocinadores. "Não é preciso pânico.
A Superliga vai continuar, outras equipes vão aparecer e as atletas serão recolocadas", disse o documento assinado por Ary Graça, presidente da entidade.

A tentativa de contemporizar foi feita quando "apenas" Finasa e Brasil Telecom haviam cancelado seus aportes ao vôlei feminino. Depois disso, duas empresas que estavam ligadas ao masculino, Ulbra e Unisul, decidiram sair.

No caso da Unisul, o motivo alegado para essa ruptura com o vôlei profissional foi uma crítica à TV Globo, parceira de mídia da Superliga. A emissora adota como procedimento não citar o nome de empresas que investem no esporte - o Finasa Osasco, por exemplo, era chamado apenas de Osasco nas transmissões.

"Ultimamente, a Unisul, para manter uma equipe competitiva, aceitou reduzir o seu nome no uniforme dos atletas e até em placas publicitárias, e preferiu silenciar-se diante da decisão da emissora de televisão, exclusiva na retransmissão dos jogos, de omitir o seu nome na identificação da equipe.
Além disso, de cinco jogos exibidos ao vivo em 2008, apenas um mereceu transmissão simultânea este ano na emissora aberta, o que contribuiu à desistência de patrocinadores, que não renovaram os seus contratos ou que propuseram a redução de valores para a nova temporada", acusou o comunicado da universidade.

Assim como havia acontecido com a Ulbra, o encerramento das atividades da Unisul compromete apenas a equipe profissional. A instituição de ensino manterá o investimento em categorias de base - atualmente, conta com 5.200 atletas com faixa etária entre dez e 17 anos.
Além disso, a universidade continuará com um programa de bolsas de estudo para atletas amadores e profissionais, que abrange cem alunos.

 

 

Fonte: Máquina do Esporte



- Postado por: Winglitton Rocha Barros- China às 09h14
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Universidade exige que alunos tenham iPhone



                                                                                                                       Foto divulgação
Universidade exige que alunos tenham iPhone
SÃO PAULO – Ter boas notas, um currículo impecável... Ah!, e um iPhone também – se a grana estiver curta, um iPod touch quebra o galho. Os aparelhos passaram a ser pré-requisito para quem quer ingressar na escola de jornalismo da Universidade do Missouri.

 

Fonte: Info

Por Daniela Moreira



- Postado por: Winglitton Rocha Barros- China às 15h24
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Despesas ao vivo

Congresso reage e aprova lei que obriga publicação de gastos públicos na internet em todas as esferas de governo

EM MEIO à acachapante sucessão de escândalos em que está enredado, o Congresso ensaiou, na semana passada, ao menos uma reação à altura do que a sociedade espera do Legislativo federal. A Câmara aprovou uma medida que, se for adequadamente implantada, vai ampliar bastante a transparência na gestão pública em todas as esferas.


O projeto de lei complementar, que seguiu para a sanção presidencial, obriga União, Estados e municípios a publicar na internet, em tempo real, informações referentes a seu fluxo de despesas e receitas. A norma também abarca as movimentações financeiras do Legislativo -inclusive os Tribunais de Contas-, do Judiciário e do Ministério Público.


A votação do projeto estreou o procedimento, introduzido pelo presidente da Câmara, Michel Temer, que relativiza o poder das medidas provisórias de bloquear a pauta legislativa. Na interpretação de Temer, chancelada provisoriamente pelo Supremo Tribunal Federal, propostas de lei complementar e emendas à Carta podem ser votadas mesmo se houver MPs trancando a pauta.


Apesar da estranheza do método -seria mais apropriado mudar o regime das MPs com uma reforma da Constituição, e não numa manobra interpretativa-, o projeto aprovado na semana passada amplia a prestação de contas de maneira inédita.


O texto confere, ademais, a qualquer cidadão, partido, associação ou sindicato a prerrogativa de denunciar o descumprimento de sua aplicação, como parte legítima, nos tribunais de contas e no Ministério Público. Além disso, todas as esferas administrativas deverão padronizar a publicação das informações em um sistema integrado.
Toda a mudança, ordena o texto aprovado no Congresso, deverá tornar-se realidade num prazo relativamente curto. A partir da publicação da lei, União, Estados e municípios com mais de 100 mil habitantes terão um ano para se adaptar.

O prazo dos municípios médios será de dois anos e, ao cabo de quatro anos, todos os municípios do país deverão adotar a medida. O gestor que desrespeitar o cronograma estará sujeito ao congelamento no repasse de verbas federais.


Determina-se que todos os serviços prestados, bens adquiridos, nomes de beneficiários e números de processos estejam abertos para consulta livre. Com isso, multiplicam-se as possibilidades de fiscalização pública e, assim, inibem-se as irregularidades.

A aprovação do projeto é, sem dúvida, um efeito colateral positivo da temporada de escândalos.


Que o precedente frutifique e se torne o padrão da reação congressual daqui para a frente.

 

Editorial do Jornal Folha de São Paulo.

 

Comentário:

Espero que esta aprovação seja o início, não sem tempo, da moralização dos gastos do nosso dinheiro; da prestação de contas, pelo menos de uma parte, do nosso suado real; que seja o início do fim dos cafajestes que se ultrajam de políticos e envergonham os que querem realmente trabalhar em prol de uma causa.

Me nego, me recuso e não vou perder as esperanças, e acredito que um dia poderemos ter uma sociedade de maiores e iguais oportunidades, em que todos possam e quem tiver mais competência alcance.

E nada de musiquinha como: "Sonho meu...". 



- Postado por: Winglitton Rocha Barros- China às 14h05
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IMPRENSA

Polícia apura suposto atentado contra jornalista em Manaus

O jornalista Cristóvão Nonato, 43, que denunciava supostas irregularidades na TV Cultura de Manaus, teve o carro parcialmente destruído por incêndio na madrugada de ontem. A Polícia Civil abriu inquérito para investigar o suposto atentado.


Nonato faz parte do Movimento SOS TV Cultura, que cobra perdas salariais para funcionários nos últimos 13 anos. O caso está no Ministério Público do Trabalho.
O carro, um Corsa, estava estacionado perto do prédio do jornalista, na zona sul. Duas testemunhas viram um homem, não identificado, descer de um Fox e atear fogo no Corsa.


Em depoimento, Nonato disse que estranhou o fato de o incêndio ocorrer na semana em que foi notificado pela Justiça de ação por danos morais movida pela direção da TV Cultura. A ação pede a retirada de dados sobre a TV do blog do movimento.


Por 15 anos, Nonato trabalhou na TV Cultura. No mês passado, foi afastado. A Comissão de Direitos Humanos da OAB-AM e o Sindicato dos Jornalistas do Estado classificaram de atentado contra a democracia e a liberdade de imprensa a violência contra o jornalista.


Álvaro Melo, diretor da TV Cultura, lamentou o suposto atentado e disse estranhar as declarações de Nonato. "Buscamos o remédio jurídico na esfera adequada, que é a Justiça", afirmou.

 

 

Fonte: Folha de São Paulo



- Postado por: Winglitton Rocha Barros- China às 15h35
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Flamengo pede ajuda para o Maranhão em seu site

O Clube de Regatas do Flamengo, time mais popular do país, está realizando uma flamengo.jpgcampanha de ajuda aos desabrigados do Maranhão.

Articulação do secretário de representação do Maranhão em Brasília, Chiquinho Escórcio.

O ex-senador recebeu esta semana, também, uma correspondência do Clube dos 13 - entidade que reúne os maiores clubes do Brasil - informando que haverá manifestações de solidariedade e pedidos de ajuda ao Maranhão na rodada inicial do Campeonato Brasileiro, que começa neste fim de semana.

- Recebi também um comunicado do presidente do Vasco da Gama, Roberto Dinamite, garantindo que também fará campanha em prol do Maranhão - contou o secretário.

Chiquinho tem articulado ajuda ao Maranhão dos governos do Rio de Janeiro, de São Paulço e de Minas Gerais. O governo do Distrito Federal já enviou ao Maranhão um lote de travesseiros, colchões e lençóis para os desabrigados.

- Com a mobilização do maranhense que vive em outros estados, temos condições de mobilizar todo o país em prol desta causa - comemorou o secretário de Representação em Brasília.

 

 

Fonte: Blog do Marco D'eça



- Postado por: Winglitton Rocha Barros- China às 15h08
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OEA diz que obrigatoriedade do diploma restringe e liberdade de expressão


A Organização dos Estados Americanos (OEA) criticou a obrigatoriedade do diploma para o exercício do jornalismo, tema que será julgado em breve pelo Supremo Tribunal Federal (STF). De acordo a entidade, essa medida constitui uma restrição à liberdade de expressão e é incompatível com o artigo 13 da Convenção Americana de Direitos Humanos, que trata do livre pensamento e expressão.

A crítica faz parte do relatório anual da divisão especial da OEA para a Liberdade de Expressão, divulgado nesta quinta-feira (07/05).

O documento afirma que a Declaração de Princípios defende que “toda pessoa tem o direito de comunicar suas idéias por qualquer meio e de qualquer forma.

A obrigatoriedade de filiação ou o requerimento de diploma universitário para a prática do jornalismo constitui restrições ilegais para a liberdade de expressão”.

O relatório trata de casos de violação da liberdade de expressão ocorridos nos países que compõem a entidade em 2008.

As oito páginas dedicadas ao Brasil trazem duras críticas ao regime jurídico, principalmente a “criminalização da expressão” que penaliza casos de calúnia, difamação e injúria.

Por tomar como base o ano passado, o documento não considerou a decisão do STF de revogar a Lei de Imprensa.

“A Declaração de Princípios assegura que ‘leis de privacidade não devem inibir ou restringir investigações e a disseminação de informações de interesse público’. E mais, de acordo com o 11º princípio, ‘autoridades públicas estão mais sujeitas ao escrutínio pela sociedade’”, diz o documento.

A OEA afirma que a legislação brasileira dá brechas a violações da liberdade de expressão. Como exemplo, cita o caso de decisão da Justiça Eleitoral que obrigou a Folha de S. Paulo a retirar uma matéria publicada no site sobre Luiz Marinho, que disputou a eleição municipal de São Bernardo.

O caso dos fiéis da Igreja Universal contra a Folha de S. Paulo também está presente no documento. De acordo com a OEA, “múltiplos casos de restrições judiciais ou processos poderiam constituir limitações na liberdade de expressão”.

Apesar das críticas, o documento também cita casos exemplares. Entre eles está presente o sequestro de uma equipe do jornal O Dia.

A OEA ressaltou que a reação das autoridades brasileiras foi “imediata e eficiente” e os autores do crime foram punidos.

A entidade também ressalta a decisão do Tribunal Superior Eleitoral, que permitiu a realização de entrevistas antes no período eleitoral. Sobre a Lei de Imprensa, o documento parabeniza a decisão de suspender parte dos artigos, já que a sua revogação foi decidida este ano.

 

 

Fonte: Comunique-se



- Postado por: Winglitton Rocha Barros- China às 21h44
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Livro sobre mídia brasileira é publicado na França

A tese de doutorado Média de Source – un nouvel acteur sur la scène journalistique brésilienne (Mídia das fontes – um novo ator no cenário jornalístico brasileiro) defendida pelo jornalista e servidor do Senado Federal Francisco Sant´Anna em outubro de 2007, na Universidade de Rennes 1, acaba de ser editada em livro pelo Senado da República Francesa.

O livro, que ganhou o subtítulo "Un regard sur l´action médiatique du Sénat fédéral du Brésil" (Um olhar sobre a ação midiática do Senado Federal do Brasil), é resultado da premiação que a tese obteve no concurso Le Prix de Thèse du Sénat – 2008 e integra a coleção "Les documents de travail du Sénat, 2009".

O estudo analisa o fenômeno muito peculiar ao Brasil que foi o surgimento de meios de comunicação de massa mantidos e operados por atores sociais e institucionais percebidos pela imprensa como fontes de informação. Os exemplos são vários: desde as rádios comunitárias mantidas pelo MST até a Rádio Verde Oliva, do Exército, das mídias religiosas às parlamentares, das mídias universitárias às do Poder Judiciário.

Um estudo de caso foi dedicado às mídias do Senado Federal (rádio, jornal, TV, agências escrita e radiofônica) e aos seus profissionais. Perfil social, rotinas profissionais, valores jornalísticos, critérios editoriais e a influência sobre a imprensa comercial e seus jornalistas são alguns dos enfoques aplicados.

Informações sobre encomenda

Ainda não há uma previsão para o lançamento do livro em português. Trabalho preliminar foi publicado no livro Mídias das Fontes: o difusor do jornalismo corporativo, editado pela Casa das Musas.

 

 

Fonte: Observatório da Imprensa



- Postado por: Winglitton Rocha Barros- China às 18h11
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Livro conta a história do Diário Lance!

O jornalista Mauricio Stycer, repórter especial do Portal Ig, lançou nesta quarta-feira (06/05) em São Paulo o livro História do Lance! - Projeto e prática do jornalismo esportivo.

A publicação é resultado de sua tese de mestrado em sociologia: sua experiência como um dos integrantes da equipe na época da fundação do jornal foi enriquecida com um extenso trabalho de pesquisa.

Assim, o livro não se limita aos detalhes específicos do jornal, mas traz um panorama histórico da mídia esportiva impressa.

Com destaque aos antecessores Jornal dos Sports, do Rio, e A Gazeta Esportiva, de São Paulo, passando pelo espanhol Marca e do argentino Olé, cujo enfoque ao esporte visto como entretenimento inspirou o modelo comercial do periódico.

História do Lance! também traça um perfil do idealizador do jornal, Walter de Mattos Jr, além da relação acirrada entre as redações de Rio e São Paulo, entre outras ameaças à viabilidade financeira que foram superadas desde a sua criação, em 25 de outubro de 1997.

Publicado pela Alameda Casa Editorial, o livro será lançado no bar Canto da Madalena (Rua Medeiros de Albuquerque, 471, São Paulo), a partir das 19 horas.

 

 

Fonte: Comunique-se



- Postado por: Winglitton Rocha Barros- China às 18h05
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New York Times aumenta preço para enfrentar crise

Para enfrentar a crise que afeta o mercado de jornais impressos, o New York Times anunciou o aumento dos preços pela segunda vez em menos de um ano. É uma tentativa lutar contra a queda nas receitas publicitárias e no número de leitores.

A partir de 01/06, o preço em banca durante a semana será de US$ 2. A edição nacional dominical custará US$ 6. Em Nova York, o jornal custará US$ 5. Atualmente, durante a semana o jornal custa US$ 1,50 e aos domingos, US$ 4 em Nova York e US$ 5 no resto do país.

 

 

Fonte: Comunique-se



- Postado por: Winglitton Rocha Barros- China às 18h02
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Novo Kindle promete substituir leitura em papel

Amazon lança versão do leitor eletrônico com formato maior e memória para 3.500 livros

Grandes jornais e editoras de livros didáticos dos EUA oferecerão conteúdo no novo sistema; não há data para lançamento no Brasil


 
                       Jeff Bezos, da Amazon, mostra o novo Kindle

Com a promessa de popularizar um novo jeito de ler jornais, livros didáticos e documentos pessoais, a Amazon lançou ontem a nova versão do leitor eletrônico Kindle, agora em formato maior.


O Kindle Deluxe tem 9,7 polegadas, duas vezes e meia o tamanho da tela eletrônica das duas versões anteriores. Também é mais caro: custa US$ 489, ou US$ 130 a mais do que o modelo antecessor. Nos Estados Unidos, o aparelho começa a ser comercializado nos próximos meses. Não há data para sua chegada ao Brasil.


Ao apresentar o novo Kindle, o presidente da Amazon, Jeffrey Bezos, disse que o aparelho é um passo em direção a uma "sociedade sem papel".
De acordo com a Amazon, três jornais -"The New York Times", "The Boston Globe" e "The Washington Post"- vão oferecer o aparelho a preços reduzidos aos assinantes que optarem por planos mais longos.


Os três jornais vão iniciar testes, a partir do segundo semestre, em regiões nas quais não há entrega de cópias em papel, disse Arthur Sulzberger Jr., presidente do conselho e publisher do "New York Times".


O lançamento do Kindle DX surge em um momento em que os jornais enfrentam queda acentuada de vendas nos EUA e perdas expressivas de receita com a publicidade em papel.


Para Sulzberger Jr., a substituição do papel pela leitura eletrônica está mais próxima. "Sabemos, há mais de uma década, que um dia um leitor eletrônico ofereceria produto tão satisfatório quanto um jornal em papel. Esse sonho continua a se aproximar de sua realização", afirmou.


A Amazon também fechou acordo com as três maiores editoras de livros didáticos do país para que deixem seus títulos à venda para uso no aparelho.
Além disso, cinco universidades, entre as quais a de Princeton e a estadual do Arizona, concordaram em iniciar testes de viabilidade para a substituição da carga de livros didáticos pelo Kindle DX, que pode ser lido em posição vertical ou horizontal. Os alunos poderiam também diluir o custo do Kindle economizando com livros didáticos ao longo do tempo.


O Kindle já tinha ferramentas para facilitar a leitura, como marcadores de textos e busca por palavras. Mas a nova versão, além da tela maior, tem memória para 3.500 livros, ante 1.500 da versão anterior.
Até agora já existem no mercado 275 mil títulos de livros em formato digital. Embora as editoras tentem encorajar o consumo do produto, a receita gerada nesse mercado não deve se tornar significativa antes de cinco ou dez anos.


Com dificuldades para convencer seus leitores a pagar pelo conteúdo on-line, agora que o faturamento com publicidade digital está em queda, os jornais buscam explorar outros formatos de leitura eletrônica.


Rupert Murdoch, o proprietário da News Corporation (Fox e "Wall Street Journal"), também montou uma equipe de executivos para estudar a possibilidade de investir em um aparelho de leitura eletrônica para seus jornais. Mas ele desafiou a Amazon: "Não daremos o direito de uso do nosso conteúdo aos criadores do Kindle", afirmou.


Desde sua estreia, em 2007, o Kindle já conquistou muitos usuários, mas os produtos da Amazon e de seus concorrentes, como o Reader, da Sony (que sai a partir de US$ 279 com memória para cerca de 160 livros), estão em estágio inicial.


A Amazon não divulga os números de vendas. Mas, no mercado, os livros em formato eletrônico respondem por menos de 1% das vendas de livros.

Fonte: Folha de São Paulo



- Postado por: Winglitton Rocha Barros- China às 08h26
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OS JOGOS ESCOLARES BRASILEIROS ATUAIS SÃO EXCLUDENTES

Em um momento que se fala tanto em inclusão social, busca por medalhas em olimpíadas, valorização dos esportes olímpicos e procura por talentos etc., é triste observar os jogos escolares, com um caráter meramente de cumprir uma programação estabelecida, talvez para justificar gastos, ou sei lá o quê. O formato existente hoje não busca revelar valores que venham no futuro a ser atletas de alto nível e que tenham seus nomes nas listas das seleções brasileiras.

Explico:

Os jogos escolares brasileiros na forma que está sendo realizado hoje, entre escolas, que se classificam após passarem por uma etapa estadual, onde só participam da etapa final, as campeãs excluem os potenciais atletas que existem em um determinado Estado e que ficam esquecidos, no caso de não fazerem parte das escolas campeãs, ou seja, a real função dos jogos, que é a de inclusão social e principalmente detecção de talentos, foi deixada de lado em detrimento a outros interesses.

A justificativa para que seja feita esta correção sob pena de não está sendo levada em consideração a existência de atletas de potencial olímpico nos Estados, é a de que os grandes atletas do Brasil passaram por JEB'S, quando esta competição era feita através de seleções estaduais, ou seja, era feito um acompanhamento geral nos atletas que jogavam a etapa estadual e o técnico selecionava os melhores para representarem os estados na etapa final. Hoje está mais difícil detectarmos talentos através da fórmula usada.

É necessário que os órgãos formuladores do esporte nacional não deixem de lado, a palavra dos filósofos do esporte brasileiro, ou seja, os doutores que realmente pensam o esporte nacional e também que vive com o esporte e não do esporte, até porque quem deveria ganhar com o esporte é quem menos ganha. O Brasil é o campeão de dirigentes milionários em um país de atletas pobres. Brasil, o país dos contrastes!



- Postado por: Winglitton Rocha Barros- China às 07h35
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JUDICIÁRIO:


APÓS QUASE UM ANO NO TSE, MINISTRO DO STF RENUNCIA AO MANDATO

 

A renúncia de Eros Grau foi comunicada ao presidente do TSE, Carlos Ayres Britto, em uma carta de duas linhas, sem maiores explicações. Seu gabinete informou que a decisão decorre da necessidade de ter mais tempo para se dedicar ao Supremo, o que estaria sendo prejudicado pela jornada dupla. Seu mandato terminaria em 15 de maio do próximo ano.  O ministro foi o relator do processo que cassou o mandato do governador do Maranhão, Jackson Lago, por abuso de poder político.



- Postado por: Winglitton Rocha Barros- China às 07h29
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Medalhistas olímpicos e jovens talentos do judô treinam juntos em São Paulo

( Santo Andre, São Paulo, Brasil - Comunique-se - ) Após a disputa do Desafio Internacional de Judô, no último domingo (3), em São Paulo, as Seleções da França e da Inglaterra continuam na capital paulista, onde participam do Treinamento Aberto, que é uma realização da Federação Paulista de Judô, durante toda essa semana. Os judocas treinam no Ibirapuera até amanhã (6) e no E.C. Pinheiros quinta (7) e sexta (8), sempre a partir das 18h30.

A Seleção Brasileira Principal é formada por Denilson Lourenço, Leandro Guilheiro, João Derly, Flávio Canto, Eduardo Santos, Luciano Corrêa e Walter Santos — todos que estavam na equipe do Brasil que venceu o Desafio no último domingo. Além deles, judocas da Seleção B, da Seleção Principal Sub-23 e mais 32 atletas do Projeto Nossa Caixa treinam juntos em São Paulo. O medalhista olímpico, Leandro Guilheiro, aprova o evento.

“Os meninos mais novos devem valorizar muito essa oportunidade. A Confederação começou com esse modelo de treinamentos no início do ciclo olímpico para Pequim e essas ações fazem com que eles tenham a chance de aprender sempre mais. E, para nós da Principal, também é muito legal, pois cada atleta mora em um lugar, mas somos uma equipe. Então, esses encontros são ótimos para estarmos juntos, vermos como cada um está e buscarmos uma evolução em conjunto”, opinou Leandro Guilheiro.

O judoca aposta nos novos talentos. “Tem uma garotada boa querendo aparecer, ocupar seu espaço e cheio de vontade. E o mais legal nisso tudo é que são esses atletas que vão ocupar o nosso lugar quando pararmos de lutar. E eu fico muito feliz de ver que tem uma geração muito boa surgindo e que o Brasil está conseguindo uma boa renovação em todas as categorias”, disse Leandro, de 25 anos e medalha de bonze em Athenas e Pequim.

O diretor técnico da Federação Paulista de Judô (FPJ), Alessandro Puglia, explica que os treinamentos têm o principal intuito de proporcionar um intercâmbio internacional. “A Federação está dando essa oportunidade, principalmente aos mais novos, de treinarem ao lado de grandes nomes do judô brasileiro e internacional em São Paulo, onde há a maior concentração de judocas”, disse Alessandro.

Para a Seleção Principal, o encontro também é bastante útil. “Para esses atletas, o evento é muito bom para aprimoramento técnico com os estrangeiros e uma maior integração com os mais novos. A Seleção Principal está puxando a Sub-23 para que todos estejam no mesmo nível, o que é muito importante”, explicou o diretor técnico da FPJ, que destaca que o intercâmbio faz parte do novo ciclo olímpico.

“Esse é um evento que integra a nossa programação do projeto olímpico. É, sem dúvida, uma grande oportunidade para todos os envolvidos. Temos cerca de 200 judocas de três países e de gerações diferentes treinando juntos e isso tudo é muito favorável para o judô brasileiro”, cocluiu Alessandro Puglia.

A Federação Paulista de Judô tem o patrocínio da Nossa Caixa.

 

Fonte: Comunique-se

 



- Postado por: Winglitton Rocha Barros- China às 21h02
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Repórter é agredido enquanto cobria visita do COI ao Rio de Janeiro

O repórter do Estadão Pedro Dantas afirma ter sido agredido e ameaçado por pessoas não uniformizadas que se identificaram como policiais enquanto fazia a cobertura da visita do Comitê Olímpico Internacional (COI) ao Rio de Janeiro.

A agressão ocorreu na estação Cantagalo do Metrô, em Copacabana, no dia 01/05.

Dantas conta que foi abordado por um homem que disse ser policial e, mesmo se identificando como jornalista, foi empurrado para dentro de um banheiro, onde foi imobilizado com uma torção no braço e encostado contra a parede.

Outras duas pessoas pegaram sua mochila e revistaram seus pertences.

A apresentação do crachá de identificação não foi suficiente para provar a profissão de Dantas. Um dos agressores teve que confirmar, por meio de telefonema para a Redação, que se tratava realmente de um jornalista.

Após a agressão, em vez de desculpas, o jornalista foi repreendido. Um dos agentes disse que a viagem era apenas para credenciados, além de perguntar onde Dantas morava e se ele era “experiente” na profissão.

De acordo com o jornalista, não houve credenciamento para a cobertura.

Além da violência física, o repórter diz ter sido ameaçado momentos antes, durante a viagem do metrô entre as estações Glória e Cantagalo.

Dantas conta que ainda na estação de embarque, um agente a paisana dispersou as pessoas que não faziam parte da comitiva, inclusive ele.

Como a sua função na cobertura era ver se a comitiva possuía algum esquema de segurança, não se importou em embarcar em outro vagão.

Ele foi acompanhado pelo agente, que se mostrava incomodado com a situação. Para evitar problemas, Dantas de identificou como jornalista, mostrando seu crachá.

Então, o agente se disse aliviado e pediu que a matéria não fosse publicada porque poderia “prejudicar a candidatura” carioca à Olimpíada de 2016. Além disso, disse que saberia “muito bem” onde encontrá-lo.

“Foi uma situação constrangedora. Pior que a ameaça foi o cerceamento ao meu trabalho”, disse Dantas.

Repórter tinha "comportamente atípico", diz Metrô


O Metrô Rio, por meio de nota divulgada à imprensa, nega qualquer tipo de violência ou ameaça ao jornalista. A empresa afirma que o repórter foi abordado por seguranças uniformizados devido ao seu “comportamento atípico”.

“A segurança do Metrô Rio notou a presença de uma pessoa sem qualquer identificação, com comportamento atípico. Ao contrário dos demais passageiros, o rapaz subia e descia as escadas trocando de plataformas”, diz a nota.

ANJ condena truculência

A Associação Nacional de Jornais divulgou comunicado condenando a “truculência praticada contra o repórter”.

“Em hipótese alguma a preocupação de transmitir uma imagem positiva da cidade e do país justifica o comportamento dos “seguranças” (à paisana, que se diziam policiais, mas em momento algum se identificaram) que se comportaram como esbirros de regimes ditatoriais”, diz o comunicado.

O repórter registrou o caso na 23ª DP, em Copacabana. Sobre as alegações do Metrô Rio de que não houve agressão, foi enfático: “Vamos aguardar o andamento das investigações”.



- Postado por: Winglitton Rocha Barros- China às 20h44
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As novas apostas

O desafio de Zé Roberto será achar uma substituta para Fofão; Ana Tiemi e Dani Lins serão as primeiras testadas

CIDA SANTOS

O NOVO ciclo olímpico começa hoje para a seleção feminina, ouro nos Jogos de Pequim. O maior desafio nos próximos quatro anos será formar uma levantadora para substituir Fofão e ser titular em Londres-2012. Dani Lins e Ana Tiemi são as novas apostas.


A levantadora Carol Albuquerque, 31 anos e reserva da Fofão na China, não foi convocada, mas não está descartada. A tese da comissão técnica é a seguinte: a distância das novas levantadoras para Fofão é enorme, mas a distância delas para Carol não é tão significativa.

 
A ideia é investir em novos talentos. Dani Lins, 24 anos e 1,85 m, é a grande candidata. Ela evoluiu muito nos últimos anos e tem colecionado títulos com o Rio. Dani joga com velocidade, é ousada e habilidosa. Já Ana Tiemi, 21, impressiona pelo físico: tem 1,88 m. É mais alta do que muitas atacantes.

 
A seleção se apresenta hoje no Rio com duas pontas ausentes: Paula Pequeno deverá passar por cirurgia no joelho amanhã, e Jaqueline ganhou férias da seleção, já que disputa as finais do Italiano. Sem elas, a comissão técnica convocou três ponteiras (Mari, Regiane e Sassá), além de Natália, que pode jogar como ponta ou oposto. Das quatro, quem tem o melhor passe é Sassá, mas ela é baixa e deixa a desejar no bloqueio e no ataque. Conclusão: a seleção vai sofrer na recepção.

 
O desafio é melhorar o passe de Mari, Regiane e Natália. Se bem que em Pequim Mari surpreendeu. Teve o sexto melhor passe da Olimpíada. No Brasil, faltam pontas altas e com boa recepção. Já centrais com qualidade não faltam: Thaísa, Fabiana e Carol Gattaz dão conta do recado. A novidade deste ano é que as seleções vão entrar em quadra com 13 jogadoras, das quais duas líberos. As escolhidas são a eterna Fabi e a revelação Camila Brait, que jogou muita bola pelo Osasco na Superliga.

 
Este ano não tem torneios muito importantes, então ele serve mesmo para dar experiência e testar novas atletas. O primeiro será em junho, em Montreaux, com a participação de oito seleções, entre as quais China, Cuba e Itália.

 

Fonte: Folha de São Paulo



- Postado por: Winglitton Rocha Barros- China às 07h49
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Virada Cultural 2009

Erros e Acertos – O que vale é o show

Com a presença de mais de 3 milhões de pessoas que gastaram mais de R$ 100 milhões em plena crise mundial, a quinta edição da Virada Cultural provou ser um dos eventos mais esperados e participativos do ano.

                          Zeca Baleiro marcou presença na quinta Virada Cultural

 

Com uma proposta de 24 horas ininterruptas de shows e mais de 800 atrações espalhadas em pontos estratégicos, a comissão organizadora conseguiu resolver algumas situações que sempre atrapalhavam os convidados, mas que este ano melhorou como a sinalização – havia postes com placas que indicavam o local desejado dos eventos –, bom policiamento e uma boa via de acesso para deficientes físicos, na contra-mão dos acertos, o que ficou ainda a desejar foram as questões dos banheiros – pouca quantidade para a grande aglomeração de pessoas –, assim como poucas lixeiras.

Lamentável

A nota lamentável foi o ocorrido na praça da Sé, na madrugada de Sábado para domingo. Por volta das 04:30 da manhã, durante o show dos Racionais MCs houve confronto entre policiais e uns baderneiros, que insistiam em assistir o show em cima de uma banca de revista. Segundo a polícia, alguns queriam invadir uns apartamentos, houve quebra-quebra, correria e foi necessário o uso de gás lacrimogêneo para afastar os mais exaltados.

Segundo o senador Eduardo Suplicy que chegou ao show por volta das 3h e saiu durante a confusão, a atitude da PM foi "exagerada". Suplicy, que já acompanhou o Racionais em outras ocasiões "Nunca tinha visto a praça da Sé tão cheia, mas, olha, os PM’s estavam mais nervosos que o público e usaram mais força do que necessário."

Shows

Por volta de meio dia de domingo, Zeca Baleiro iniciou o seu show no palco da Avenida São João, o palco, estilizado em tons de verde, que remetem todos a pensar no meio ambiente e na necessidade de sua preservação, presenciou sucessos como lenha, quase nada e até a interpretação de músicas de outros cantores que levantou a platéia que acompanhou o show, como fogo e paixão, de Wando, que também participou da Virada Cultural no palco do largo do Arouche, o palco dos românticos.

Zeca, torcedor do Santos, levantou o público e até respondeu às provocações de um corinthiano que hasteou a bandeira no meio do show, “Já entendi a provocação. Parabéns, tá? Os corinthianos mereceram, se bem que, como diz uma velha canção, tudo pode acontecer”, finalizou o maranhense radicado em São Paulo e que ainda acreditava em uma possível virada do Santos na final do campeonato paulista, que acabou não acontecendo. O Corinthians tornou-se campeão paulista invicto em 2009 ao empatar em 1 a 1 com o Santos.

Durante os shows, artistas circenses, presos em guindastes, dividiam as atenções do público, realizando acrobacias mirabolantes, tornando mais bela a Virada.

No palco do Largo do Arouche, Wando, Wanderley Andrade, Wanderlei Cardoso, Reginaldo Rossi, Benito de Paula, Beto Barbosa e Odair José – o cantor mais censurado na época da ditadura militar –, fizeram a felicidade dos eternos românticos.

O palco da Avenida São João contou ainda com Geraldo Azevedo, Marcelo Camelo, Tribo de Jah, Novos baianos e Maria Rita, que encerrou a Virada.

Entre erros e acertos, o que fica para o público é que vale a pena festejar.

 



- Postado por: Winglitton Rocha Barros- China às 08h10
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" A coisa mais injusta sobre a vida é a maneira como ela termina. Eu acho que o verdadeiro ciclo da vida está todo de trás pra frente. Nós deveríamos morrer primeiro, nos livrar logo disso.

Daí viver num asilo, até ser chutado pra fora de lá por estar muito novo. Ganhar um relógio de ouro e ir trabalhar. Então você trabalha 40 anos até ficar novo o bastante pra poder aproveitar sua aposentadoria. Aí você curte tudo, bebe bastante álcool, faz festas e se prepara para a faculdade.

Você vai para colégio, tem várias namoradas, vira criança, não tem nenhuma responsabilidade, se torna um bebezinho de colo, volta pro útero da mãe, passa seus últimos nove meses de vida flutuando. E termina tudo com um ótimo orgasmo! Não seria perfeito?".

Charles Chaplin



- Postado por: Winglitton Rocha Barros- China às 16h18
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OITO ASSEMBLEIAS  LEGISLATIVAS GASTAM R$ 124,5 MILHÕES EM OBRAS

Problemas com infraestrutura foram a principal justificativa das Casas para mudanças, que incluem reformas e até novos prédios

Valor representa um terço do orçamento da Assembleia do Rio; em diversos Estados, os governos contribuíram com dinheiro para as obras


Oito Assembleias Legislativas gastaram recentemente ao menos R$ 124,5 milhões em reformas ou construções. As obras incluem anexos, plenários e até novas sedes, como em Maranhão e Roraima.


Na Assembleia maranhense, a obra se arrastou por cinco anos até ser concluída, no ano passado, ao custo de R$ 70 milhões. Situação parecida ocorre com o novo anexo da Assembleia de São Paulo, que começou em 2006 e ficou vários meses com obras paradas em 2008. A previsão limite de gastos é de R$ 26 milhões.

Os recursos saíram prioritariamente do orçamento dos Legislativos -que são alimentados pelos Executivos-, mas em diversos Estados os governos deram dinheiro para as reformas. O valor de R$ 124,5 milhões representa um terço do orçamento anual da Assembleia do Rio, a segunda maior. As Assembleias de AL, CE, PA, SC e PI fizeram obras de reforma e ampliação. Todas as obras estão em andamento ou foram encerradas em 2008.


No Pará, além da reforma já feita, entregue em 2008, há um projeto de R$ 40 milhões para a construção de uma nova sede. Em Pernambuco, está em fase de licitação a construção de um prédio de R$ 18 milhões.
Na de Mato Grosso do Sul, a obra de um novo anexo está paralisada desde 2006. A Casa diz que precisa de mais R$ 2 milhões para a conclusão.


Parque gráfico e teatro foram algumas das novidades da Assembleia do Maranhão na inauguração da sede, em novembro.
Só os móveis novos custaram R$ 6,8 milhões. Também foram construídos quatro gabinetes extras para o caso de haver um aumento do número de deputados -atualmente são 42.O terreno tem 8,9 hectares de área, e foi doado pelo governo estadual nas gestões de Roseana Sarney (PMDB) e José Reinaldo Tavares (PSB).


Em São Paulo, o contrato para início das obras de um novo anexo, de seis pavimentos, 60 gabinetes e estrutura de restaurante e auditório, foi assinado em outubro de 2005. O documento previa a conclusão em dez meses. As obras se arrastam desde maio de 2006.


Em Roraima, a Assembleia iniciou em 2008 a reforma e ampliação da sede e a construção de um prédio. O custo está estimado em R$ 13 milhões. Iniciada em novembro, a previsão para conclusão é de um ano.
A Assembleia do Acre não respondeu os questionamentos feitos pela reportagem.



Outro lado

 


A Assembleia de Roraima, por meio de sua assessoria, informou que "a sede do Legislativo foi uma adaptação de uma antiga biblioteca pública" e que havia "problemas estruturais".


Em São Paulo, a presidência informou, por meio da assessoria, que a construção do anexo era necessária para modernizar a estrutura e prestar um melhor atendimento. Diz ainda que a obra deve ser concluída no segundo semestre.


Na Assembleia de Alagoas, onde foram gastos R$ 4,66 milhões para ampliar a sede, o diretor-geral, Carlos Palmeira, disse que o local não comportava todos os órgãos -parte funcionava em imóveis alugados.


No Ceará, também houve ampliação de gabinetes. O presidente Domingos Filho (PMDB) disse que a reforma era reivindicação histórica dos deputados, pois nem todos tinham banheiros.


A Assembleia do Pará iniciou uma reforma emergencial em 2007 nas instalações do prédio e a construção de salas. A obra foi concluída em 2008. A Assembleia não autorizou a divulgação do valor gasto.
Segundo a Casa, havia risco de incêndio devido às instalações elétricas antigas. A reforma foi licitada ou contratada por pregão eletrônico.


No Piauí, há uma reforma em andamento com estimativa de gastos de R$ 4,5 milhões. Em 2008, um anexo custou R$ 4 milhões. O presidente da Casa, Themístocles Filho (PMDB), disse que as obras eram "plenamente necessárias".


Em Santa Catarina, segundo a Assembleia, o número de serviços e de pessoas que vão ao local aumentou sem que houvesse uma revisão da estrutura.

 

Infraestrutura ultrapassada foi a principal justificativa das direções das Assembleias para reformas e construções.
No Maranhão, segundo a direção da Casa, a sede funcionava em um prédio do século 19, com anexos instalados em casarões, e não oferecia condições adequadas. Disse ainda que não havia estacionamento.

 

 

Por SÍLVIA FREIRE, JOSÉ EDUARDO RONDON e FELIPE BÄCHTOLD

Fonte: Folha de São Paulo



- Postado por: Winglitton Rocha Barros- China às 14h36
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Por maioria, Supremo decide derrubar a Lei de Imprensa

O STF (Supremo Tribunal Federal) decidiu nesta quinta-feira (30), por maioria, derrubar a Lei de Imprensa. Sete ministros seguiram o entendimento do relator do caso, Carlos Ayres Britto, de que a legislação é incompatível com a Constituição Federal. Três foram parcialmente favoráveis à revogação, e apenas o ministro Marco Aurélio votou pela manutenção da lei.


Com a decisão do STF, o relator considera que, nos casos em que for cabível, será aplicada a legislação comum, como o Código Civil e o Código Penal.

A ação contra a lei 5.250 foi ajuizada pelo PDT (Partido Democrático Trabalhista). O julgamento começou no dia 1º de abril, quando o relator, ministro Carlos Ayres Britto, votou pela total revogação, argumentando que a lei, editada em 1967, durante o regime militar (1964-1985), é incompatível com a Constituição Federal de 1988. O ministro Eros Grau acompanhou o relator.


Um dos pontos de maior debate entre os ministros foi a questão do direito de resposta. O presidente do STF, ministro Gilmar Mendes, fez a defesa mais contundente pela manutenção dos dispositivos da Lei de Imprensa relativos ao tema. "Vamos criar um vácuo jurídico em relação aquele que é o único direito de defesa do cidadão, a única forma de equalizar essa relação, que é desigual", afirmou.

"Por que considerar a Lei de Imprensa totalmente incompatível com a Constituição Federal? A liberdade de imprensa não se compraz com uma lei feita com a intenção de restringi-la", afirmou o ministro Menezes Direito, primeiro a votar hoje, seguindo o relator. "Nenhuma lei estará livre de conflito com a Constituição se nascer a partir da vontade punitiva do legislador."

"Trata-se de texto legal totalmente supérfluo, pois se encontra contemplado na Constituição", disse o ministro Ricardo Lewandowski. Também votaram nesse sentido os ministros Cesar Peluzo e Cármen Lúcia.

O fato é que nada é mais nocivo, perigoso do que a pretensão do Estado em regular a liberdade de expressão

Ministro Celso de Mello, que defendeu a revogação da Lei de Imprensa


Inicialmente ausente, o ministro Joaquim Barbosa participou de sua primeira sessão após o bate-boca com o presidente da Corte, Gilmar Mendes. Barbosa, a ministra Ellen Gracie e Gilmar Mendes votaram pela revogação parcial, defendendo que alguns artigos sejam mantidos, entre eles trechos relacionados à proteção da honra, à proibição de propaganda de guerra e direito de resposta.

O representante da ANJ (Associação Nacional de Jornais) se disse preocupado com a mesma questão. Para Paulo Tonet Camargo, diretor de Relações Governamentais da entidade, uma regulamentação em relação ao direito de resposta daria conforto aos cidadãos e aos órgãos de imprensa, impedindo que cada juiz se decida de uma forma diferente.

Entenda

Na primeira análise do caso, em fevereiro do ano passado, o relator havia suspendido provisoriamente 20 dos 77 artigos da lei, decisão depois referendada pelo plenário.

Não se pode esquecer que o Código Penal foi decretado no Estado Novo e continua a viger e esquecer que tivemos reformas desse código durante o que alguns apontam como anos de chumbo. Reformas que se mostraram profícuas adequadas, aconselháveis quando se vive um Estado Democrático

Ministro Marco Aurélio de Mello, ao votar pela manutenção total da lei


Entre os artigos suspensos estão dispositivos relacionados às punições previstas para os crimes de calúnia e difamação. No primeiro caso, a Lei de Imprensa estabelece pena de seis meses a três anos de detenção, enquanto no Código Penal o período máximo de detenção é de dois anos.

Também foram alvo da decisão artigos relativos à responsabilidade civil do jornalista e da empresa que explora o meio de informação ou divulgação. Com a suspensão, os juízes de todo o país ficaram autorizados a utilizar, quando cabíveis, regras dos Códigos Penal e Civil para julgar processos relacionados aos dispositivos que foram suspensos.

Diploma

Também está à espera de julgamento no STF um tema paralelo à Lei de Imprensa: a exigência de diploma para jornalistas. O recurso extraordinário a ser julgado tem como relator o presidente Gilmar Mendes. A ação foi apresentada pelo Sindicato das Empresas de Rádio e Televisão no Estado de São Paulo e pelo Ministério Público Federal, contrários à exigência de formação superior.

Em novembro de 2006, o Supremo garantiu o exercício da atividade jornalística aos que já atuavam na profissão mesmo sem registro no Ministério do Trabalho ou diploma de curso superior na área.
Fonte: Claudia Andrade
Do UOL Notícias
Em Brasília 


- Postado por: Winglitton Rocha Barros- China às 23h58
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Revista Veja copia partes de matéria do Wall Street Journal sem citar fonte

 

A reportagem de capa da edição de 22/04 da revista Veja traz uma matéria coordenada muito parecida com um artigo, publicado quase um mês antes, pelo jornal americano The Wall Street Journal (WSJ). Tanto a estrutura como trechos do texto são idênticos. Questionada pelo Comunique-se, a repórter Gabriela Carelli negou a ocorrência de plágio.

“A gente falou com os pesquisadores, a gente fez a nossa própria apuração. A notícia é a mesma, a pesquisa é a mesma. Podem ter ficado parecidas. Foram três meses fazendo a matéria, ouvi 50 mil fontes, o box foi fechado de última hora. Não houve a intenção de fazer mal a ninguém”, explica.

A matéria em questão foi publicada num box com o título de “Genes no combate ao crime”.

Ela trata da utilização de traços genéticos na elucidação de crimes, mesmo tema do artigo “Descrevendo um ladrão: genes traçam aparência de suspeitos”, publicado pelo WSJ em 27/03.

As similaridades foram percebidas pelo leitor Edgar Zanella Alvarenga, que publicou num blog uma troca de e-mails com a Veja. Nas mensagens, a revista dá a mesma explicação que foi dada ao Comunique-se, de que as informações estão disponíveis no site da universidade.

Dentre os trechos “parecidos”, existe uma declaração que, no texto da Veja, aparentemente teria sido dada pela pesquisadora da Universidade da Pensilvânia Pamela Sankar.

“‘Há uma perigosa tendência a fazer correlações entre etnia, crime e predisposição genética’, alerta Pamela Sankar”, diz a matéria da Veja.

Fonte nega ter sido procurada

 

No jornal americano existe a seguinte passagem: “Algumas pessoas podem fazer correlações entre raça, crime e disposição genética”.

Além da não citação da fonte, a reportagem da Veja traz um erro. No jornal americano essa declaração foi atribuída ao pesquisador da Universidade de Tilburg, na Holanda, Bert-Jaap Koops.

A repórter da Veja reconhece não ter procurado a pesquisadora e, como justificativa, diz que tal procedimento é usual na revista.

“Fulano fala tal coisa, eu não tô dizendo que ele disse a mim. Quando fala pra gente, a gente coloca: disse à Veja. Às vezes a gente pode pegar, isso não é um plágio”, explica.

Apijor: "moralmente condenável"

 

Diferente de outras manifestações, como a música, onde a cópia é definida pelo número de compassos iguais em sequência, o texto jornalístico depende da intenção de quem copia.

“No texto não tem esse tamanho. Mas mesmo que você não classifique, dá para saber quando é feito com a intenção de enganar o leitor, de se fazer passar pelo que você não é. Agora, mesmo que não configure crime de direito autoral, é moralmente condenável utilizar qualquer citação sem informar a fonte”, explica.

Seguem algumas passagens parecidas das duas matérias (os textos do WSJ estão em inglês para evitar possíveis desvios de tradução):

WSJ: “In 2004, police caught a Louisiana serial killer who eyewitnesses had suggested was white, but whose crime-scene DNA suggested -- correctly -- that he was black”.

Veja: “Pelos relatos de testemunhas, ele seria branco. No entanto, as amostras de DNA coletadas pelos investigadores diziam – corretamente – que era negro”.

***

WSJ: “They have found six genes that seem to influence such traits. (…) Prof. Shriver hopes to create a modern-day version of the police artist sketch”.

Veja: “Os pesquisadores encontraram seis genes relacionados às feições que podem ajudar a elaborar os retratos falados de criminosos”.

***

WSJ: “In 2007, a DNA test based on 34 genetic biomarkers developed by Christopher Phillips, a forensic geneticist at the University of Santiago de Compostelo in Spain, indicated that one of the suspects associated with the Madrid bombings was of North African origin. His body was mostly destroyed in an explosion. Using other clues, police later confirmed he had been an Algerian, thereby validating the test results”.

Veja: “Há dois anos, a polícia espanhola usou a mesma tecnologia para encontrar o suspeito dos atentados terroristas que destruíram uma estação de trem em Madri, em 2004. O teste genético feito nas amostras de DNA indicou que um dos participantes seria natural do norte da África. Outras provas validaram o resultado: ele era argelino”.

Para o diretor da Associação Brasileira da Propriedade Intelectual dos Jornalistas Profissionais (Apijor) Frederico Ghedini, a determinação do que é ou não plágio no jornalismo é subjetiva.
Questionada pelo Comunique-se, a pesquisadora negou ter sido procurada pela Veja. Ela afirma que as informações publicadas pela revista foram baseadas em entrevista dada a um repórter do WSJ.


- Postado por: Winglitton Rocha Barros- China às 23h42
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Investigação jornalística: interesse público e desafios

Divido com os leitores entrevista solicitada pelo Portal IMPRENSA ao editor do Blog, em que trata dos erros e acertos do chamado jornalismo investigativo. A entrevista (*) foi publicada nesta quarta-feira (29/4), sob o título "Jornalismo Investigativo requer qualificação dos repórteres".

Os procedimentos e cuidados adotados no jornalismo impresso, relatados na entrevista, valem também para este site:

Por Eduardo Neco/Redação Portal IMPRENSA

O jornalista Frederico Vasconcelos, repórter especial da Folha de S.Paulo, tem mais de quarenta anos de carreira, dos quais, de forma majoritária, dedicados ao jornalismo investigativo.

Tamanha experiência forneceu subsídios suficientes para que o jornalista colocasse em três livros recomendações sobre como produzir reportagens investigativas. Seu mais novo trabalho, "Anatomia da Reportagem", trata especificamente dos procedimentos simples do cotidiano profissional que podem atrapalhar a realização de reportagens e dá dicas sobre como evitar transtornos.

Partindo do tema abordado pelo livro, Portal IMPRENSA entrevistou Vasconcelos para a seção "Entrevista com o Autor" desta semana. O jornalista fala do papel da reportagem investigativa no Brasil; comenta a relação promíscua entre jornalistas e autoridades (exposta através do caso do delegado federal Protógenes Queiróz) e, por fim, faz um alerta aos jovens focas que pensam em enveredar pelos caminhos do jornalismo investigativo.

Portal IMPRENSA - Na sua opinião, o jornalismo investigativo no Brasil aborda todos os temas que deveria ou serve, na maioria das vezes, a interesses de um pequeno grupo dominante?

Frederico Vasconcelos - Acho que o jornalismo investigativo é praticado principalmente em relação ao Executivo e ao Legislativo. É muito recente o interesse da imprensa sobre as irregularidades do Judiciário.

A imprensa não desenvolveu técnicas, por exemplo, para investigar empresas. Nessa área, não se antecipa muita coisa. Depende-se muito de informações do Ministério Público ou do Judiciário. Ou seja, raramente as reportagens são resultado de apuração própria dos jornalistas.

Considera-se, também, como jornalismo investigativo muitas reportagens feitas a reboque de investigações policiais. Há muita apuração bem feita, mas há, também, muitas reportagens que são apenas fruto de vazamentos ou "dossiês" pré-fabricados. Não acho que o jornalismo investigativo serve a interesses de um pequeno grupo dominante.

IMPRENSA - Qual o papel do jornalismo investigativo na construção da democracia do País?

Vasconcelos - O jornalismo investigativo bem feito é um serviço de relevante interesse público. Sem dúvida, contribui para o aperfeiçoamento democrático. Basta citar o avanço, nos últimos anos, no aspecto da abertura de caixas-pretas.

Ao lado da sociedade organizada, entendo que a imprensa contribui muito para o acesso público à informação. Ainda há muito sigilo inadmissível nos três poderes.

IMPRENSA - Em nosso País, muitas vezes o jornalismo investigativo descamba para as vias da "perseguição". Na sua opinião, a que se deve esta perda de "foco"? Como uma reportagem deve ser construída para que não dê a impressão de ser uma perseguição?

Vasconcelos - Digo em meu segundo livro, "Juízes no Banco dos Réus", (também publicado pela Publifolha) que repórter não é policial, redator não é promotor e editor não é juiz. A melhor forma de evitar a impressão de que o jornalista é movido por sentimento persecutório é ampliar o chamado "outro lado".

É procurar a parte acusada com tempo suficiente para que ela possa responder. É buscar documentos que melhor exponham os argumentos da parte atingida, com o mesmo empenho com que se vai atrás de fatos que comprovem as suspeitas. A imprensa tem muito a aprender com o próprio judiciário, na busca de várias versões para o mesmo fato e no respeito ao contraditório.

Não gosto de colocar gravador na boca de pessoas acusadas. Elas não são as melhores "fontes" para apresentar sua própria defesa. Em geral, estão com baixa estima. Prefiro a consulta aos autos, a documentos ou aos advogados. É no processo, acredito, que está a melhor defesa, a mais objetiva.

IMPRENSA - O jornalismo investigativo, conforme você expôs em seu livro, demanda muita concentração, além de dedicação quase integral à pauta. Você acredita que em um contexto imediatista em que o jornalista da "nova geração" não tem paciência para se dedicar a uma matéria, o jornalismo investigativo terá espaço?

Vasconcelos - A questão do tempo é crucial. Tanto para a realização da reportagem quanto para a experiência que o jornalista deve acumular. Não recomendo a jovens jornalistas partir para essa área, tão fascinante para os iniciantes, sem maturidade ou sem uma "retaguarda": boas fontes, consulta a especialistas, muita checagem.

A tentativa individual de grandes "furos", sob pressão do tempo, pode levar a experiências frustrantes. Fazer jornalismo investigativo requer qualificação dos repórteres, experiência e, principalmente, disposição dos veículos para enfrentar processos e pressões. Isso custa caro. É preciso investir em apurações demoradas, que têm custos elevados.

O repórter deve ter uma retaguarda jurídica, para trabalhar com segurança e tranquilidade. No meu caso, isso sempre foi assegurado pela Folha de S.Paulo. Entendo que o jornalismo investigativo não é uma atividade individual. Há sempre um trabalho de equipe. Não dou um passo sem conhecimento e aprovação do jornal.

IMPRENSA - O caso do delegado Protógenes Queiróz evidenciou uma relação promíscua entre autoridades e jornalistas. Até que ponto o profissional de jornalismo pode se beneficiar de informações privilegiadas para construir sua matéria?

Vasconcelos - Não conheço o delegado, nem tenho maiores informações sobre o caso específico. A promiscuidade deve ser evitada com fontes de qualquer área. Os jornalistas trabalham com informações. Até mesmo fontes insuspeitas e bem conhecidas dos repórteres, em casos de interesse público e legítimos, têm interesses. O ideal é sempre consultar especialistas que possam opinar, de forma distanciada.

Há vazamentos no ministério público, há vazamentos por advogados e há vazamentos no judiciário. O vazamento, em si, é uma distorção. Muitas vezes ocorre porque há a certeza de que, sem a publicidade dos fatos, muitos processos serão engavetados. O melhor remédio para evitar essas distorções é a publicidade. O sigilo deve ser exceção.

O ideal é a maior abertura aos autos do processo, aos documentos. Um bom exemplo foi a abertura à imprensa no caso do mensalão, com a quebra de sigilo do processo. As peças que exigem sigilo (dados bancários, por exemplo) permanecem preservadas pela Justiça.

IMPRENSA - Comumente vemos o uso de escutas e câmeras escondidas na captação de flagrantes e provas. Você é a favor do uso destes mecanismos?

Vasconcelos - Muitas reportagens importantes foram feitas com esses equipamentos. Particularmente, não uso. Costumo me identificar sempre como jornalista, não escondo meu nome e nem a minha atividade.

IMPRENSA - Você acredita que a prática do jornalismo investigativo no País peca em algum detalhe?

Vasconcelos - O principal pecado, a meu ver, é o desequilíbrio entre a acusação e a defesa. É a falta de destaque quando uma denúncia publicada lá atrás não se confirma depois. Há outros "pecadilhos", como a falta de memória. Como há uma sucessão de escândalos e denúncias, o leitor fica sem saber dos desdobramentos de casos relevantes.

(*) http://portalimprensa.com.br/

 

 

Fonte: Blog do Fred- Jornalista Investigativo Frederico Vasconcelos



- Postado por: Winglitton Rocha Barros- China às 23h09
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