CENTRAL DE INFORMAÇÕES DE SAÚDE É LANÇADA NO MARANHÃO 
O Secretário de Estado da Saúde, Ricardo Murad, esteve reunido nessa sexta-feira (28), com prefeitos e secretários municipais de saúde de todo o Maranhão. O objetivo foi discutir as mudanças no sistema de saúde do estado, que já vem sendo delineadas desde que o início da nova gestão. Entre os pontos discutidos está a criação da Central de Informações de Saúde (CIS), instrumento que visa gerar informações para tomada de decisões em nível estratégico, tático e operacional. O CIS vai fornecer aos tomadores de decisão subsídios sobre tudo que acontece na Saúde do Maranhão. As principais características do CIS são: informação em sistema interligado, gestão da informação em todos os níveis, autonomia das diversas instâncias de gestão para inserção de dados e conteúdos, incentivo à produção de conhecimento local - tanto em questões referentes à saúde em nível municipal como ao desenvolvimento de sistemas melhores de informática. Os municípios precisarão comprovar a produtividade para manter ou melhorar o seu desempenho na tabela do SUS. Com a gestão plena de saúde serão todos avaliados por uma controladoria, a cada três meses. Já nos casos em que a gestão é estadual, da atenção básica, a avaliação será semestral. "Criamos uma controladoria que vai fiscalizar a aplicação dos recursos, vamos cobrar de todos os atores o que foi pactuado, desde a Atenção Básica até a alta complexidade", assinalou Murad. Na nova metodologia de repasse de recursos, permanecerão inalteradas as transferências para os municípios que comprovarem uma cobertura de 85% nos procedimentos pactuados. Já as cidades que conseguirem ultrapassar a meta de atendimento de 90% estarão aptas a pleitear novo aporte financeiro do SUS. A redução de 10% nos valores da tabela atingirá aqueles que comprovarem produtividade entre 70% e 85%, enquanto que os municípios que ficarem com percentuais entre 60% e 70% perdem 15%, e entre 50% e 60%, perdem 20%. As cidades cujas metas não alcançarem a casa dos 50% deverão sofrer uma intervenção para investigar o descumprimento das metas programadas.
Fonte: Blog Metendo o Bedelho
- Postado por: Winglitton Rocha Barros- China às 12h46
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Olimpíada de 2016 será transmitida por Globo, Record e Bandeirantes
Da Redação
| As Olimpíadas de 2016 serão transmitidas pela Globo, Record e Bandeirantes. De acordo com a Folha de S. Paulo, a proposta encaminhada pela Globo ao Comitê Olímpico Internacional solicitava os direitos não exclusivos para a TV aberta para a emissora e para a Bandeirantes. A exclusividade será para as demais mídias, como TV fechada, Internet, Rádio e celular. Com isso, a Record, que já detém os direitos exclusivos das Olimpíadas de 2012 e dos Pan Americanos de 2011 e 2015, também poderá transmitir o evento. A proposta da Globo, além de não requerer a exclusividade, incluiu a promoção da Olimpíada nas duas emissoras e garantias de cobertura, entre outros pontos. As negociações foram fechadas na última terça-feira (25/08), mas ainda não foram oficializadas pelo COI. |
- Postado por: Winglitton Rocha Barros- China às 18h21
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IVC lança auditoria para sites da Internet
Da Redação
| Na próxima segunda-feira (31/08), o Instituto Verificador de Circulação (IVC) promove o lançamento do serviço de auditoria web. A apresentação será transmitida, ao vivo, via webcast, às 11h. O presidente do instituto, Pedro Martins Silva, e o gerente Web, João Torres, vão conversar com os participantes e apresentar os primeiros resultados. O serviço vai certificar os números aferidos pelas ferramentas de análise de tráfego pela Internet. Inicialmente, serão medidos os unique users/browser e as page impressions. Estão homologadas pelo IVC as seguintes ferramentas: Certifica, Omniture, Predicta, WebTrends e Google Analytics. Para o presidente do IVC, o novo serviço será um facilitador na relação entre os veículos de comunicação e as agências de publicidade. “O mercado também será beneficiado por contar com indicadores de mídia on-line por categoria e região. A auditoria web privilegia a fragmentação e segmentação, duas das mais fortes características da internet, dando aos que trabalham com planejamento de mídia uma nova dimensão de informações”, diz Martins Silva. O webcast do lançamento estará disponível pelo site ivcweb.org.br. Fonte: Comunique-se |
- Postado por: Winglitton Rocha Barros- China às 18h19
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Gilmar Mendes não comparece à audiência sobre diploma de Jornalismo
Da Redação
| O presidente do Supremo Tribunal Federal, Gilmar Mendes, não compareceu à audiência pública que discute a regulamentação de profissão de jornalista. Apesar de convidado para o debate, a agenda do ministro indica um encontro com o presidente do Tribunal de Justiça do Maranhão. Na audiência, o presidente da Ordem dos Advogados do Brasil, Cezar Britto, defendeu a regulamentação da profissão para garantir a qualidade técnica e ética na profissão. Em seu entendimento, a liberdade de expressão é um princípio da Constituição, mas ela mesma cria restrições para aperfeiçoar o exercício dessa liberdade, como a proibição do anonimato, a preservação da imagem e o direito de resposta. Congresso deve legislar sobre o tema, diz deputada A presidente da Comissão de Educação e Cultura da Câmara, deputada Maria do Rosário (PT-RS), também se mostrou favorável à exigência do diploma. Em sua opinião, a decisão do STF deve ser questionada e cabe ao Congresso legislar sobre o tema.
O presidente da Federação Nacional dos Jornalistas, Sérgio Murillo de Andrade, defendeu que o decreto que instituiu a obrigatoriedade do diploma não “foi feito por causa da ditadura, mas apesar da ditadura”. Ele lembrou ainda que, mesmo com a exigência da graduação, os veículos de comunicação não estão restritos aos formados. "Não pode ser feita confusão entre opinião e o exercício do jornalismo", afirmou, lembrando que cerca de 40% dos profissionais das redações não são jornalistas. Deputados defendem aprovação de propostas Vários deputados também estiveram presentes à audiência e defenderam o retorno da obrigatoriedade do diploma. Jô Moraes (PCdoB-MG) defendeu a aprovação pelo Congresso das propostas que tratam sobre o tema. Fernando Ferro (PT-PE), afirmou que o tema é sensível porque parte dos parlamentares é comprometida por possuírem vínculos de propriedade com veículos de comunicação. A audiência foi convocada pelas comissões de Ciência e Tecnologia e de Educação e Cultura da Câmara. A iniciativa é da deputada Raquel Teixeira (PSDB-GO). Para o debate foram convidadas entidades representativas do setor. Ontem, o Senado aprovou a realização de uma outra audiência sobre o tema, ainda sem data definida. |
- Postado por: Winglitton Rocha Barros- China às 18h15
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Unilever lança time e desafio com ginásio
Em evento realizado na manhã desta quarta-feira no Jockey Clube do Rio de Janeiro, a Unilever apresentou o novo posicionamento de seu time de vôlei, até a temporada passada chamado de Rexona-Ades.
No lançamento, além de explicar os motivos que fizeram a empresa decidir usar o nome Unilever para o time, dentro de uma estratégia de reposicionamento global da marca, os executivos da companhia e o técnico Bernardinho já colocaram o maior desafio da nova fase: encher o ginásio do Maracanãzinho.
"Nós temos um desafio muito grande. A gente quer prover um espetáculo de alto nível para o torcedor, e teremos de trabalhar para fazer encher o Maracanãzinho. No começo pode até parecer meio que um fiasco de público, mas é uma possibilidade de envolver mais o público", afirmou Bernardinho durante a coletiva de imprensa no Rio.
A migração do ginásio da Tijuca para o do Maracanãzinho é visto pela empresa como um dos símbolos dessa nova fase do Unilever. Afinal, a capacidade da nova arena do time (cerca de 15 mil torcedores) é quase seis vezes maior do que a que abrigou a equipe nos últimos anos.
Para isso, a empresa deverá lançar mão de uma série de ações para promover os jogos. O planejamento de marketing está a cargo da agência Intersport, que será responsável pelo plano de comunicação com o torcedor e da execução das ações.
"A nossa ambição agora é maior também, então o ginásio tinha de ser maior. E escolhemos para mostrar a nossa crença em crescer o projeto um ginásio como o Maracanãzinho", disse Luiz Carlos Dutra, vice-presidente de assuntos corporativos da Unilever.
Essa migração para o novo ginásio também tem como objetivo fazer com que o time se aproxime do público da cidade do Rio de Janeiro. Com a estratégia de aumentar ainda mais a exposição da marca Unilever, a expectativa é de que o torcedor possa participar mais do time e, com isso, perceber de maneira mais clara o reposicionamento da marca.
"É uma marca muito mais forte para os consumidores e naturalmente o time tem de reforçar esse conceito", resumiu Kees Kruythoff, presidente da Unilever no Brasil.
ERICH BETING Da Máquina do Esporte, no Rio de Janeiro
* O repórter viajou a convite da Unilever
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- Postado por: Winglitton Rocha Barros- China às 11h35
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Brasil firma novatas no Grand Prix de vôlei Dani Lins e Natália brilham no lugar de campeãs olímpicas
A seleção feminina iniciou o Grand Prix de vôlei com desfalques e incógnitas. E deixa o torneio com duas novatas consolidadas na equipe titular. No primeiro grande teste do time após o ouro olímpico, Dani Lins cumpriu a árdua missão de substituir Fofão, campeã em Pequim e uma das melhores levantadoras do mundo. Depois de um começo instável, a jogadora de 24 anos adquiriu ritmo de jogo e era, até ontem, a terceira melhor de sua posição no campeonato. Sua reserva é Ana Tiemi. No início da temporada, o técnico Zé Roberto escolheu testar Ana, Dani, Fernandinha e Fabíola para tentar encontrar a substituta de Fofão.
Já Natália ganhou no GP sua maior chance de entrar no grupo. E não desperdiçou. A jovem ponta de 20 anos e 1,84 m, a mais jovem da seleção, é a maior pontuadora da equipe e a segunda atacante mais eficiente da competição. Nas próximas convocações, a jogadora irá disputar vaga com Paula Pequeno e Jaqueline, que conquistaram o ouro nos Jogos Olímpicos de Pequim-2008. Paula ficou fora do Grand Prix para se recuperar de uma cirurgia no joelho. Jaqueline foi poupada para cuidar dos preparativos de seu casamento com o ponta Murilo, da seleção.
Natália flertava com a equipe de Zé Roberto desde o Pan do Rio, em 2007. Na época, no entanto, disputou o Mundial juvenil. Foi campeã e acabou eleita a melhor jogadora. Por sua força e alcance no ataque, ela é comparada à ex- -atleta Ana Moser, uma das melhores atacantes brasileiras.
Mesmo com o grupo renovado, o Brasil manteve um alto nível durante o Grand Prix. Até a rodada de ontem da fase decisiva, em Tóquio, a seleção de Zé Roberto era a única invicta na competição.
Nesta madrugada, enfrentaria a Holanda e poderia pôr as mãos no oitavo título -o Brasil tem o maior número de taças. O Brasil venceu por 3 sets a 1. Para isso, precisaria vencer e torcer por derrota da Rússia, que iria encarar a Alemanha.
Nesse cenário, a seleção precisaria apenas entrar em quadra para enfrentar o Japão, amanhã, às 7h, em Tóquio, no aniversário de um ano da medalha de ouro olímpica. "Se isso acontecer, será uma comemoração dupla", afirmou Zé Roberto, após a ótima apresentação do time na vitória de ontem sobre a Alemanha, por 3 a 0 (25/15, 25/15 e 25/16).
Neste ano, as brasileiras já venceram três torneios -a Volley Masters, a Copa Pan-Americana e o Torneio Classificatório para o Mundial de 2010. Fonte: Folha de São Paulo
- Postado por: Winglitton Rocha Barros- China às 07h33
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Universal oferece mais de R$ 545 milhões para comprar horário na TV Globo
Da Redação
| A Igreja Universal do Reino de Deus (IURD) contestou as declarações da TV Globo que, com base em reportagem da revista Veja, afirmou que a igreja privilegia a Rede Record na compra de horário para exibição de programas religiosos. Para tanto, apresentou na segunda-feira (17/08) uma nova proposta à TV Globo, de R$ 545.300.000,00, mais do que a Veja e a emissora carioca dizem que a Universal paga à Record.
De acordo com a IURD, a igreja fez um pedido em 2007 para a compra de espaço na programação da TV Globo e do SBT. O primeiro pedido à Rede Globo foi enviado no dia 27/02/2007 e foi recusado três dias depois, sob alegação de que a emissora não loca ou comercializa espaço para programas de terceiros. O pedido enviado ao SBT no dia 05/03/2007 não teve resposta da emissora. Reportagem mostra valores repassados à Record A reportagem exibida no Jornal Nacional do dia 15/08 apresenta a matéria de capa da revista Veja que diz que a Universal repassa valores cada vez maiores à Record para exibição de seus programas religiosos. De acordo com a reportagem, em 2006 foram repassados R$ 240 milhões; em 2007, R$ 320 milhões; e no ano passado, R$ 400 milhões.
A Universal informa que a tentativa de comprar um espaço na TV Globo e em outras emissoras faz parte de sua evangelização. “Como uma entidade evangélica, a Igreja Universal acredita na propagação do Evangelho por meio de veículos de comunicação de massa”, diz a nota oficial. A assessoria de imprensa da Rede Globo reafirmou a posição da empresa e informou que é de conhecimento do mercado de televisão que a Globo não vende espaço em sua programação para terceiros. Ataques e resposta O Jornal da Record de ontem (17/08), exibiu uma reportagem anunciando o novo pedido de compra de horário feito à Rede Globo. Além disso, o jornal voltou a falar da “guerra” de audiência entre as emissoras, apresentou reportagens sobre o uso do imóvel de Edir Macedo em Campos do Jordão e apresentou as matérias exibidas no Repórter Record do último domingo, em que a Record faz denúncias e ataques contra a TV Globo.
Sobre as reportagens exibidas no programa da Record, a assessoria da Rede Globo declarou que são agressões gratuitas e que não cabe a emissora respondê-las. “Não nos cabe responder a agressões gratuitas, porque, como é do conhecimento geral, o autor das denúncias é o Ministério Público de São Paulo. O que a TV Globo tem feito, assim como os demais veículos de comunicação, é registrar essa informação, de evidente interesse público”. |
- Postado por: Winglitton Rocha Barros- China às 08h21
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Nestlé vai patrocinar o vôlei de Osasco ERICH BETING e GUILHERME COSTA Da Máquina do Esporte, em São Paulo
O Finasa, empresa ligada ao Bradesco, anunciou no dia 22 de abril deste ano o término de seu investimento na equipe feminina de vôlei de Osasco. Quase quatro meses depois, a prefeitura e a diretoria do time encontraram um novo investidor. Trata-se da Nestlé, que voltará à modalidade e usará a marca de produtos de soja Sollys como bandeira.
O acordo marca a volta da Nestlé ao vôlei, modalidade em que a empresa do setor alimentício investiu durante a década de 1990. Nesse período, o Leite Moça, time formado com aporte da empresa, conquistou três edições da Superliga (1994/1995, 1995/1996 e 1996/1997).
A equipe da Nestlé começou em 1993, em Sorocaba, e mudou para Jundiaí em 1996. Nesse ano, mudou a nomenclatura para Leites Nestlé, marca que a acompanhou por três temporadas, até a empresa anunciar o fim de seu investimento à modalidade.
Dez anos depois de sair, a Nestlé voltará ao vôlei. A companhia vai custear toda a operação do vôlei feminino de Osasco, assim como o Finasa fazia, e manterá todo o elenco que vinha treinando na cidade paulista.
O mais curioso é que a entrada da Sollys no vôlei feminino acontece como um contra-ataque a um rival direto. Atual campeão da Superliga, o Rexona Ades mudou o nome para Unilever, marca que engloba as duas subsidiárias. Portanto, enquanto uma marca de produtos de soja deixa a modalidade, outra entra.
O anúncio oficial do patrocínio da Nestlé ao Osasco será feito depois do término da participação da seleção brasileira no Grand Prix - a decisão está marcada para o dia 23 de agosto. Só então é que serão anunciados os detalhes da parceria, mas a expectativa é que a empresa reforce o elenco atual.
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- Postado por: Winglitton Rocha Barros- China às 06h13
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Em função de algumas atividades que estou empenhado como Trabalho de Conclusão de Curso (TCC), revista e outros trabalhos que me comprometi este semestre, o blog está sendo atualizado somente com informações obtidas por outras fontes. Em breve estarei de volta trazendo opiniões e informações atualizadas pra você querido leitor pelo qual tenho o maior respeito e carinho, e que me presenteia com sua leitura diariamente. Volto a dizer, o blog será atualizado, só que as informações não serão minhas e sim de outros meios. Obrigado. Até breve.
- Postado por: Winglitton Rocha Barros- China às 15h46
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COI recomenda golfe e rúgbi nas Olimpíadas; 2012 terá boxe femininoDas agências internacionais Em Berlim (ALE) Após reunião em Berlim nesta quinta-feira, o Comitê Olímpico Internacional (COI) definiu os dois novos esportes que deverão passar a fazer parte do programa olímpico a partir dos Jogos de 2016. Golfe e rúgbi foram as modalidades indicadas pelos executivos da entidade.
 Astros como Tiger Woods confirmaram presença nos Jogos em caso de inclusão |  Com o rúgbi de 7, Olimpíadas passarão a ter atletas como o ídolo francês Chabal |
No mesmo encontro, foi confirmada a inclusão de boxe feminino no programa dos Jogos Olímpicos de Londres em 2012. A federação internacional propõe que a competição seja realizada entre 40 pugilistas distribuídas em 11 categorias. Até então, o boxe era o único esporte olímpico sem representação de mulheres.
Já os dois novos esportes foram escolhidos em uma lista de sete, que inclui beisebol, softbol, squash, caratê e patinação. A decisão ainda terá que ser ratificada em uma assembleia com a participação de 106 membros do COI, em outubro, na cidade de Copenhague, na Dinamarca.
O golfe já foi disputado nos Jogos Olímpicos de Paris-1900 e St. Louis-1904. A disputa prevê uma jornada de 72 buracos, com participação de homens e mulheres, e 60 competidores por cada campo. Os 15 melhores do mundo teriam classificação automática, e os torneios teriam que mudar a agenda para não chocar com o programa olímpico.
Já o rúgbi foi praticado em Olimpíadas pela última vez em 1924, no formato de 15 jogadores para cada lado. A proposta atual prevê apenas sete atletas para cada time, masculino e feminino. A federação internacional estaria disposta a acabar com a Copa do Mundo de rúgbi 7, a fim de deixar claro que as Olimpíadas são o principal evento da modalidade.
Representantes dos sete esportes que concorreram à vaga apresentaram suas propostas ao COI em junho. Os atributos de cada modalidade foram incluídos em um relatório da comissão responsável pelo programa olímpico, que foi revisado na reunião de quinta-feira, antes do voto definir golfe e rúgbi como os favoritos.
Em 2005, depois de decidir pela saída de beisebol e softbol do programa olímpico, o COI havia rejeitado cinco propostas de inclusão dos seguintes esportes: rúgbi, golfe, caratê, squash e patinação.
- Postado por: Winglitton Rocha Barros- China às 15h16
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CBV muda diretriz e regionaliza marketing
GUILHERME COSTA Da Máquina do Esporte, em São Paulo
Constantemente propalados, os êxitos de seleções brasileiras de vôlei em diferentes categorias ajudaram a transformar o esporte na segunda modalidade esportiva mais popular do país. Contudo, essa ascensão foi conseguida às custas de um modelo de gestão que prioriza as equipes nacionais em detrimento dos clubes, que nunca atingiram o mesmo patamar de excelência. Neste ano, a Confederação Brasileira de Voleibol (CBV) resolveu fazer uma tentativa para alterar o formato.
A primeira iniciativa com esse intuito foi a criação do SPVôlei, que vai ter autonomia para tocar um projeto de marketing na Federação Paulista de Volleyball (FPV). O grupo será comandado por José Cocco, presidente da J.Cocco, agência que já tinha parcerias com a entidade estadual e com a confederação nacional.
"Nós dividimos a evolução do vôlei em fases diferentes. A primeira foi de evolução até conquistarmos uma hegemonia. Um segundo ponto foi trabalhar para manter esse aproveitamento, e agora a CBV quer dividir o conhecimento para multiplicar o modelo. Escolhemos São Paulo para o início, mas teremos uma jornada longa em busca do interior. Queremos replicar o sucesso", afirmou José Fardim, superintendente executivo da CBV.
As mudanças nas estratégias de marketing do vôlei em São Paulo já começaram a ser visíveis na temporada 2009/2010 da modalidade. Para isso, o Campeonato Paulista usará, no feminino e no masculino, expedientes que ajudaram a modalidade a ganhar popularidade no país a partir da década de 1970.
Essa ideia será visível em oito rodadas duplas do Campeonato Paulista até novembro, uma em cada cidade do interior - as únicas sedes definidas até o momento são Mogi das Cruzes e Araçatuba, que receberá o primeiro evento. As praças programação de 16 dias para promover os jogos.
Em Araçatuba, por exemplo, a agenda começa nesta quinta-feira. A programação inclui seminários de marketing esportivo e arbitragem, visitas de jogadores a escolas, clínicas de vôlei e uma série de eventos para promover a rodada dupla (uma partida do feminino, outra do masculino). As oito cidades envolvidas ainda disputarão um torneio aberto à população e uma competição intercolegial, que terá fase final em São Paulo.
"Nós temos de oferecer espetáculo. Precisamos oferecer o melhor modelo para a TV, e isso exige ginásios lotados. A promoção é importante para isso e para tornar o vôlei cada vez mais popular nessas cidades", projetou José Cocco.
A FPV ainda cederá imagens das partidas para as emissoras de TV locais em troca de espaço para divulgação dos jogos em rede aberta. Essa é uma das grandes apostas para aumentar a média de público do Campeonato Paulista.
Na TV fechada, parte do espaço reservado ao vôlei será consumida com programas didáticos ou boletins informativos. Esse formato de parcerias locais e de valorização do esporte, atrelado a conceitos de entretenimento durante as partidas, é uma prática que caracterizou o início do processo de popularização do vôlei no país.
"São Paulo é um grande mercado, e a Federação Paulista precisa pensar em fortalecer seus clubes. Com esse projeto, conseguiremos fortalecer muito o esporte aqui e ajudar na criação de algo com abrangência nacional", comentou Renato Pera, presidente da FPV.
Todo o projeto de marketing do SPVôlei ainda será amparado, em um primeiro momento, por uma concessão da CBV. A entidade nacional concordou em não convocar a maioria das estrelas de suas seleções nas competições que forem disputadas durante o Campeonato Paulista, mantendo os ídolos em ação por seus clubes. Nos torneios dessa época, as equipes brasileiras serão formadas por uma base mais jovem.
"Esse é um ponto importante. Os times de São Paulo tinham de montar praticamente dois elencos nas últimas temporadas, porque perdiam suas estrelas durante grande parte do tempo", lembrou Pera. A CBV chegou a propor a criação de um novo calendário para a modalidade no Brasil, com estaduais e Superliga na mesma época do ano, mas isso foi rejeitado pelos próprios atletas.
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- Postado por: Winglitton Rocha Barros- China às 14h41
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Do blog de Décio Sá
- Postado por: Winglitton Rocha Barros- China às 21h16
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Do Blog do Luis Nassif: A cobertura sobre o caso Sarney continua do mesmo modo. Vamos aproveitar algumas matérias para mostrar as armas da mídia para criar pressões continuadas. Um dos expedientes mais utilizados pela mídia, para ampliar a importância de seus próprios feitos, é a repercussão.
Entrevistam-se fontes que possam reforçar o que foi dito e se dá uma esquentada nas declarações ou nas conclusões, para dizer a todos que o jornal é terrível. É típico desse processo atual de “folhanização” do Estadão. Confira a manchete: Censura ao ”Estado” aumenta pressão por renúncia de Sarney Se aumentou, significa que outras pessoas vieram se somar ao coro que pede a renúncia de Sarney. Quem são os novos centuriões? Não tem. O jornal estava apenas contando papo, para se credenciar como responsável pela provável renúncia de Sarney. A matéria informa que as seguintes fontes, abaixo, pediram a renúncia: • Pedro Simon, o óbvio: o velho especialista em executar moribundos em campo de batalha. Desde o governo FHC, sempre que se quer alguém para esse papel, convoca-se o senador que, ultimamente, anda com dificuldades para explicar seu apoio a Yeda Cruzius e ao ex-Ministro Elizeu Padilha. • Eduardo Suplicy, o óbvio, que condena a medida judicial, mas não pede a cabeça de Sarney. • Jarbas Vasconcellos, o óbvio, dizendo que a situação do Sarney vai se agravar. • Sérgio Guerra, que condena a decisão, mas não dá nenhuma declaração pedindo a renúncia de Sarney mesmo porque, como Sarney já é passado, o PSDB não quer acirrar as mágoas. • Álvaro Dias, o óbvio, dizendo que vai aumentar a pressão contra Sarney. Ou seja, nenhuma novidade em relação ao que essas fontes vêm repetindo há semanas e semanas. Tudo como dantes no quartel de Abrantes. Então, cadê o aumento de pressão prometido pelo jornal? O “heroísmo” do passado que não volta O marketing do Estadão bateu no ápice. Matéria do jornal compara a reação à sentença do Juiz (proibindo divulgação de inquéritos sigilosos) com a posição de Júlio Mesquita Filho em 1968, em pleno Ato Institucional número 5, contra censura imposta pela ditadura militar. Menos, pessoal, menos. Ricardo Gandour não é Júlio Mesquita Filho; o Estadão não é mais Mesquita (a não ser na página de editoriais) e a mídia hoje não é a oprimida, mas o poder de fato. A única coisa em comum entre os dois momentos foi o veto à publicação de assuntos. Mas o que era heroísmo em 1968 virou prepotência em 2009. Com sua capacidade de fuzilar quem quiser - até desembargadores que ousem enfrentá-la - a mídia é o poder de fato, a ameaça, não a ameaçada.
- Postado por: Winglitton Rocha Barros- China às 21h13
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