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Marido de blogueira cubana é agredido em Havana O jornalista Reinaldo Escobar, marido da blogueira Yoani Sáchez, foi agredido por um grupo de pessoas na última sexta-feira (20/11), em Cuba, após discutir com o policial que supostamente agrediu sua mulher no dia 06/11, quando, segundo relatou, ficou detida por 20 minutos por policiais à paisana. Eles a golpearam quando ela se dirigia a uma manifestação contra a violência no centro da capital, em Havana. Escobar, de 62 anos, declarou que foi cercado por um grupo de partidários do gorverno cubano, que gritavam "Viva Fidel" e "Viva a revolução". Eles o empurraram e bateram nele, que, conta, ainda teve sua roupa rasgada e atiraram sapatos em sua direção. Depois da agressão, Escobar foi colocado em um carro e deixado longe do local em que foi agredido. Ele teve ferimentos leves. O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, elogiou a blogueira Yoani esta semana, por suas crônicas no blog. "Seu blog oferece ao mundo uma janela particular das realidades da vida cotidiana em Cuba", escreveu. Com informações de O Globo. - Postado por: Winglitton Rocha Barros- China às 21h04 [ ] [ envie esta mensagem ] RedeTV! pode separar esporte e jornalismo - Postado por: Winglitton Rocha Barros- China às 11h28 [ ] [ envie esta mensagem ] Projeto de Hélio Costa reduz controle do governo sobre rádios e TVs Um projeto de lei do ministro das Comunicações, Hélio Costa, apresentado enquanto ocupava o cargo de senador em 2005, permite que emissoras de TV e rádio sejam vendidas sem autorização prévia do governo, segundo informa reportagem da Folha de S.Paulo desta quinta-feira (05/11). O projeto que seria votado nesta quarta-feira (04/11), na Comissão de Constituição e Justiça do Senado (CCJ), teve a votação adiada para a próxima semana. A proposta reduziria o poder do Estado no controle das emissoras, já que permite a venda de rádios com potência de até 50 KW e as emissoras de TV que não são cabeças de rede sem autorização prévia do Poder Executivo e do Congresso, com exceção das que possuem capital estrangeiro. A única exigência que o projeto propõe é, após a venda, o aviso da troca de controle ao Executivo, no prazo de até 45 dias. Se o projeto for aprovado, grande parte do mercado de rádio não terá mais controle do governo, no caso de vendas. De acordo com empresários do setor de comunicação, mais de 80% das emissoras de rádio no Brasil têm potência abaixo de 50 KW. Mesmo depois de ter passado para o Ministério das Comunicações, Hélio Costa continua na defesa do projeto. O ministro alega alguns atrasos na regulamentação da radiodifusão, que tem mais de 50 anos e que, para ele, não condiz com as atuais necessidades do setor. Especialistas criticam a proposta pela possibilidade de reduzir o poder do governo de fiscalizar. Outro ponto que pode restringir o projeto é o limite da concentração de propriedade de rádio e TV, imposto pela legislação. O projeto foi aprovado em 2006 pela Comissão de Educação do Senado, tendo como relator o atual ministro das Minas e Energia, Edison Lobão, de família proprietária de rádios e TV no Maranhão. O senador Antônio Carlos Magalhães Júnior (DEM-BA), acionista da TV Bahia, afiliada da Globo, é o atual relator do projeto, além de ser defensor da proposta. Entre algumas das propostas de Costa, as empresas de rádio e TV estariam livres da obrigatoriedade de enviar anualmente ao governo um comprovante de quadro societário, além da permissão para que as companhias que mudaram de controle acionário sem aprovação prévia tenham a possibilidade de regularizar sua situação, sem sofrer penalidades. A organização não-governamental Coletivo Intervozes acredita que a medida reduz o poder do Congresso na fiscalização das rádios, anistia empresas que mudaram de controle ilegalmente e reduz a transparência. Já a Associação Brasileira das Emissoras de Rádio e de Televisão (Abert) entende que a proposta facilita as negociações, mas teme o aumento de irregularidades no setor. Fonte: Comunique-se - Postado por: Winglitton Rocha Barros- China às 10h27 [ ] [ envie esta mensagem ]
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